FGR atua contra alfândegas por navio com diesel ilegal

Um escândalo que abala os alicerces da legalidade Numa reviravolta digna das mais sombrias conspirações de corrupção, a Procuradoria-Geral da República, sob o comando implacável de Alejandro Gertz, desencadeou...

Um escândalo que abala os alicerces da legalidade

Numa reviravolta digna das mais sombrias tramas de corrupção, a Procuradoria-Geral, sob o comando implacável de Alejandro Gertz, desencadeou uma tempestade de ações legais contra agências alfandegárias e funcionários cúmplices. O motivo: um navio colossal carregado com 10 milhões de litros de diesel, chegou ao porto de Altamira, Tamaulipas, sob uma declaração fiscal falsa que escondia seu verdadeiro conteúdo.

O engano que a justiça desencadeou

Diante do olhar atento da presidente Claudia Sheinbaum, durante a manhã emblemática, Gertz revelou com voz firme que a documentação apresentada era uma vil farsa. “O material declarado não correspondia ao que foi baixado”, declarou ele, enquanto o peso da traição ressoava em cada palavra. O navio, já protegido, tornou-se o epicentro de uma investigação que promete destruir os culpados.

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A trama se complica: o combustível, cuja origem permanece envolta em sombras, chegou com papéis adulterados. “Toda a documentação alfandegária é falsificada”, confessou o promotor, enquanto a intriga aumenta. Quem se atreveu a desrespeitar a lei? Que redes de poder protegem este negócio ilícito?

A tripulação, um elo perdido na cadeia da culpa

Os marinheiros a bordo, embora localizados, são apenas peões neste corrupto jogo dos tronos. Gertz foi claro: “Eles não têm nada a ver com as autoridades alfandegárias que autorizaram as licenças.” A verdadeira batalha está sendo travada contra aqueles que, das sombras, permitiram o desembarque deste tesouro negro.

O destino do diesel, agora nas mãos da Pemex, é apenas o primeiro capítulo de uma saga que promete revelações explosivas. As investigações avançam e o mundo espera com o coração em suspense: cairão os verdadeiros perpetradores?

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Energía Costa Azul faz primeiro embarque de GNL no Pacífico

A primeira remessa de gás natural liquefeito do Pacífico mexicano é um marco energético.

O projeto Energía Costa Azul, em Ensenada, Baixa Califórnia, concluiu o primeiro embarque de gás natural liquefeito (GNL) da costa mexicana do Pacífico. A empresa Sempra Infraestrutura confirmou que o carregamento faz parte dos testes prévios ao início das operações comerciais.

Contexto internacional

Esse movimento ocorre num contexto de grande demanda por segurança energética. As tensões no Estreito de Ormuz, por onde passa quase 20% do comércio global de GNL, aceleraram a procura de novas rotas de abastecimento.

Vantagem estratégica

A Sempra Infrastructure destacou que a fase 1 do projeto conectará o gás norte-americano aos mercados asiáticos, aproveitando a localização estratégica da costa mexicana do Pacífico. O pesquisador Adrián Duhalt destacou que a proximidade com as bacias produtoras de gás dos Estados Unidos representa uma vantagem competitiva para o México.

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México pressiona os EUA pela morte de um migrante nas mãos do ICE

O México exige investigação após morte de compatriota nas mãos do ICE.

O embaixador mexicano nos Estados Unidos, Roberto Lazzeri, confirmou que a representação diplomática acompanhará a família de Lorenzo Salgado Araujo, cidadão mexicano que morreu após ser baleado por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE).

Que ações o México tomará?

Lazzeri anunciou que todos os recursos disponíveis serão utilizados para exigir uma investigação séria e transparente. O caso se junta a uma lista de 17 mexicanos falecidos em eventos ligados às operações do ICE ou em centros de detenção de imigração.

Seguindo instruções da presidente Claudia Sheinbaum e do ministro das Relações Exteriores, Roberto Velasco, a Embaixada em Washington e o Consulado em Houston se reunirão com autoridades dos EUA: Departamento de Estado, Departamento de Segurança Interna e o próprio ICE.

Detalhes da reunião

O México solicitará uma revisão detalhada do ocorrido e a implementação de protocolos claros para evitar que eventos semelhantes se repitam. “Não pretendemos questionar o direito dos Estados Unidos de aplicar as suas leis, mas sim garantir o respeito pela vida e pela dignidade humana”, disse Lazzeri.

O diplomata reiterou que o México manterá uma postura firme na defesa dos seus compatriotas em território norte-americano.

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México apresenta queixas criminais contra os EUA por mortes de migrantes

O SRE anuncia ações judiciais criminais e civis para compatriotas que morreram sob custódia da imigração.

O governo mexicano endurece a sua posição em relação aos Estados Unidos. O Ministério das Relações Exteriores (SRE) instruiu a Procuradoria-Geral da República a apresentar queixas criminais contra os responsáveis ​​pelas mortes de mexicanos durante operações de imigração e sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). Além disso, promoverá ações civis contra empresas que administram centros de detenção.

Ações legais do México

O chanceler Roberto Velasco explicou que as denúncias serão direcionadas ao Ministério Público estadual e ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos. O objetivo é realizar investigações criminais sobre as mortes que o México considera ainda não esclarecidas. Esta decisão marca uma mudança na estratégia mexicana, que anteriormente privilegiava os esforços diplomáticos.

A administração de Claudia Sheinbaum enviou 11 cartas de protesto diplomático. Neles solicitou investigações sobre 17 mexicanos falecidos: 14 em centros de detenção de imigração e três durante operações de captura. Sem obter respostas consideradas satisfatórias, o México apresentou a reclamação às autoridades judiciais.

Um dos casos emblemáticos é o de Lorenzo Salgado Araujo. Ele morreu após ser baleado por agentes do ICE durante uma operação em Houston, Texas. As autoridades norte-americanas indicaram que o homem tentou atropelar os agentes com o seu veículo. A sua família e o governo mexicano questionaram essa versão e apelaram a uma investigação independente.

O México também processará empresas privadas que operam centros de detenção de imigrantes. Aponta supostas irregularidades nas condições de alojamento e assistência médica. O centro de Adelanto, na Califórnia, é um dos principais em destaque. Vários mexicanos morreram ali e foram apresentadas queixas por deficiências nos serviços básicos.

Ao mesmo tempo, o SRE solicitará a intervenção de organizações internacionais. Apelará à Comissão Interamericana de Direitos Humanos e ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, exigindo melhores condições e garantias para os migrantes.

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