Família pede libertação de mulher acusada de tentativa de feminicídio em Chiapas

A família de Giovanna Karina insiste que foi um acidente, enquanto o Ministério Público fala em tentativa de feminicídio.

O caso que faz Chiapas falar: Acidente ou tentativa de feminicídio?

Imagine esta cena: um caminhão BMW branco, uma noite em Tuxtla Gutiérrez, e um “acidente” que a Promotoria de Chiapas não engole. Giovanna Karina Morales, a motorista, é detida acusada de tentativa de feminicídio, mas sua família – incluindo mãe e sogra – alega que tudo foi um infeliz “oopsie” na estrada. Spoiler: a vítima, Ximena Camacho, ficou com múltiplas fraturas. Chance? O Ministério Público não diz muito.

A história da família: “Foi só um acidente, eu prometo”

Juana Jonapá, mãe de Giovanna, narra o incidente com o drama de uma novela das 21h: “Minha filha perdeu o controle do BMW, bateu outro carro e bam! Ela atropelou a Ximena.” Claro que, segundo ela, tudo foi “sem querer”. O curioso: Ximena passeava com Josué Trejo, marido de Giovanna. Coincidência? O Ministério Público esfrega as mãos como um vilão da Netflix.

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Enquanto isso, Doris Mendoza, sogra de Giovanna, divulga a informação de que a acusada paga todas as despesas médicas de Ximena (que nobre, né?). “Ela está no melhor hospital, operada e estável”, repete ele como se isso apagasse as fraturas. Claro, ninguém explica por que Giovanna dirigia como se estivesse em Velozes e Furiosos.

O drama colateral: uma filha de 16 anos sozinha em casa

A família apela ao sentimentalismo: “Liberte Giovanna, ela é mãe!”, grita Juana, enquanto diz que sua neta de 16 anos está sozinha desde que sua mãe foi internada no presídio El Amate. Claro, ninguém menciona como está a filha de Ximena (se ela tiver). Prioridades, certo?

O caso ainda está para ser visto: o Ministério Público insiste que há intenção criminosa, a família jura que foi um erro de trânsito e Ximena permanece hospitalizada. Enquanto isso, nas redes, o debate é sobre: ​​incompetência ao volante ou crime passional?

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Morena acusa oposição de negociar unidade para migrantes falecidos

Ariadna Montiel pede que os interesses nacionais tenham precedência sobre as diferenças partidárias.

Morena exige unidade diante da morte de compatriotas

A presidente nacional do Morena, Ariadna Montiel Reyes, acusou os partidos da oposição de “negociar” a unidade do México diante dos casos de 17 compatriotas que morreram sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE).

Durante uma conferência de imprensa, o líder morenoista destacou que o apelo para cerrar fileiras para exigir respostas do governo dos EUA deve estar acima das diferenças partidárias e ideológicas. Considerou que se trata da defesa dos direitos dos mexicanos no exterior.

Montiel Reyes afirmou que a posição da oposição reflete a falta de compromisso com o país. Ele descreveu como “mesquinho” que alguns líderes não apoiem totalmente o apelo à unidade feito pela Presidente Claudia Sheinbaum para resolver casos de alegados abusos contra migrantes mexicanos.

O dirigente do Morena sustentou que a protecção dos concidadãos deve ser uma questão prioritária para todas as forças políticas. Ele apelou à colocação dos interesses nacionais acima das disputas partidárias.

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Secretaria da Mulher mantém apoio à esposa do ex-diretor da Pemex

Governo oferece atendimento integral à esposa do ex-diretor da Pemex que está sendo julgada por violência.

Apoio permanente da Secretaria da Mulher

A Secretaria da Mulher informou que continuará prestando atendimento integral, aconselhamento e apoio psicossocial a María Felicia Jiménez, esposa do ex-diretor da Petróleos Mexicanos, Víctor Rodríguez Padilla. O apoio será mantido caso ela o solicite, no âmbito do processo judicial que enfrenta por alegada violência familiar.

Em comunicado, a agência esclareceu que qualquer apoio será concedido com total respeito à vontade, autonomia e dignidade do Dr. Reiterou também o seu compromisso de ajudar as mulheres que vivenciam situações de violência através de mecanismos de proteção especializados.

Decisão de não comparecer à audiência

A declaração ocorreu depois que María Felicia Jiménez informou que não compareceria à audiência marcada para ratificar o indulto concedido ao seu marido. Argumentou que enfrenta um forte cerco mediático e procura proteger a sua privacidade e a dos seus filhos, especialmente a do seu filho menor.

As autoridades mantêm aberta a possibilidade de a vítima aceder aos serviços quando considerarem necessário. O caso chamou a atenção do público devido aos vínculos de poder dos envolvidos, embora a Secretaria garanta que suas ações se baseiam em critérios técnicos e de direitos humanos.

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Ulises Lara deixa a FGR; alega razões pessoais

Porta-voz da FGR deixou o cargo seis meses depois de assumi-la. Fontes apontam para motivos pessoais.

Mudanças no FGR

Ulises Lara López deixou a titularidade da Procuradoria Especial de Investigação de Assuntos Relevantes e a porta-voz da Procuradoria-Geral da República (FGR). Isso foi relatado por fontes federais. Sua saída ocorreu apenas seis meses após a posse.

Segundo as fontes consultadas, a separação ocorreu por motivos pessoais. As causas específicas não foram detalhadas.

Lara López foi nomeada em janeiro de 2026 pela procuradora-geral Ernestina Godoy Ramos. Chefiou a área de Assuntos Relevantes e atuou como porta-voz da instituição. Anteriormente, colaborou com Godoy Ramos na Procuradoria Geral da Cidade do México, onde ocupou diversos cargos. Após a nomeação, agradeceu a confiança e garantiu que continuará trabalhando pela justiça.

Durante a gestão do ex-procurador Alejandro Gertz Manero, Lara López integrou a estrutura da FGR como delegada estadual em Morelos. A partir daí participou de tarefas relacionadas às investigações federais.

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