Os EUA oferecem milhões aos líderes do cartel que inunda as ruas com drogas

Recompensas e sanções milionárias abalam o cartel que domina o tráfico de drogas para os Estados Unidos.

O preço da justiça: milhões por cabeça do inferno narcótico

Numa reviravolta digna dos mais sombrios romances sobre crime organizado, os Estados Unidos desferiram um golpe magistral contra os senhores do caos. Cinco milhões de dólares para “Pez”, três milhões para “Fresa”: os irmãos Hurtado Olascoaga, líderes de La Nueva Familia Michoacana, agora têm suas vidas avaliadas em ouro. O Departamento de Estado, com a frieza de um juiz implacável, marcou seu destino no âmbito do Programa de Recompensas de Narcóticos.

Um império de destruição com figuras aterrorizantes

Os números revelados pela DEA são um testemunho assustador do poder deste cartel: 36 toneladas de metanfetamina, 12 de heroína, 12 de cocaína inundam as ruas americanas anualmente. Mas hoje, o martelo da justiça cai com força. “É a primeira vez que um cartel designado como Organização Terrorista Estrangeira recebe recompensas”, alertou o governo, numa mensagem clara: a caçada começou.

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As acusações são uma litania de horrores: conspiração para fabricar e distribuir heroína, metanfetamina, cocaína e o mortal fentanil. Entretanto, o Departamento do Tesouro acrescenta sanções económicas, estrangulando as suas finanças como uma cobra constritiva. O cerco se fecha, mas a pergunta paira no ar: será que esses reis das sombras conseguirão escapar?

Compartilhe esta notícia chocante e continue explorando a guerra contra o tráfico de drogas! A batalha está apenas começando.

Trump ameaça o Irã com mísseis após funeral do aiatolá

Trump avisa o Irã após o funeral de Khamenei. Tensão no Golfo Pérsico.

O funeral de Khamenei dispara alarmes

Os enlutados gritavam slogans contra o presidente Donald Trump durante o funeral do aiatolá Ali Khamenei, o falecido líder supremo do Irã. As imagens viajaram pelo mundo e provocaram uma resposta imediata de Washington.

“Temos 1.000 mísseis prontos e carregados contra o Irã. Outros milhares serão usados se eles tentarem contra minha vida”, escreveu Trump no Truth Social.

O aviso veio em um momento crítico. O cessar-fogo na região continua frágil e qualquer faísca poderá reacender um conflito que deixou centenas de mortos nos últimos meses.

Exigências cruzadas

Os Estados Unidos também exigiram que Teerão garantisse a navegação livre através do Estreito de Ormuz, uma rota fundamental para o comércio de petróleo e gás. O Irão rejeitou a alegação e, em vez disso, propôs cobrar taxas aos navios que atravessam as suas águas, quebrando acordos de décadas.

Washington condiciona quaisquer negociações sobre o Irão parar os ataques a navios comerciais e entregar o seu arsenal de urânio altamente enriquecido. Teerã descartou ambas as condições.

Diplomatas de Omã e do Catar tentam mediar para evitar uma escalada. Mas os confrontos continuam: nos últimos dias, ações hostis deixaram pelo menos 17 mortos e mais de uma centena de feridos em território iraniano.

A comunidade internacional observa com preocupação. O controlo do Estreito de Ormuz e o programa nuclear iraniano continuam a ser os pontos mais críticos entre ambas as potências, com o risco de uma nova crise que impacte os mercados energéticos globais.

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África do Sul solicita isenção tarifária dos EUA para trabalho forçado

Pretória pede a Washington que exclua produtos essenciais de uma tarifa de 12,5%.

África do Sul busca evitar tarifa de 12,5% em meio a investigação sobre trabalho forçado

O governo sul-africano pediu aos Estados Unidos que o excluíssem de uma proposta tarifária ligada a uma investigação federal sobre a aplicação de proibições à importação de bens feitos com trabalho forçado.

A delegação sul-africana compareceu esta semana perante o Gabinete do Representante Comercial dos Estados Unidos em Washington, como parte de uma investigação da Secção 301 que examina se pelo menos 60 países estão a aplicar adequadamente essas proibições.

Os representantes sul-africanos argumentaram que o país tem leis fortes contra o trabalho forçado e ratificou convenções importantes da Organização Internacional do Trabalho. Observaram também que os bens produzidos através do trabalho prisional já são proibidos pela sua legislação.

A missão apelou para que a tarifa proposta de 12,5% não fosse imposta às exportações sul-africanas. Solicitou isenções para produtos essenciais, como metais do grupo da platina, veículos, frutas cítricas, peixe, marisco, vinho e nozes, garantindo que não há provas de que sejam produzidos com trabalho forçado.

As relações comerciais entre Washington e Pretória têm sido tensas nos últimos anos devido a divergências sobre tarifas, políticas internas sul-africanas e posições opostas em conflitos como a guerra em Gaza.

Impacto do acordo comercial AGOA

A África do Sul beneficia há muito tempo do acesso isento de tarifas ao mercado dos EUA através da Lei de Crescimento e Oportunidades para África (AGOA). Este programa apoiou milhares de milhões de dólares em exportações da África Subsariana. O programa deverá expirar a menos que o Congresso dos EUA o renove.

O ministro do Comércio, Parks Tau, afirmou que os Estados Unidos continuam a ser um importante parceiro comercial e que o governo continuará a dialogar com Washington sobre a investigação e outras tarifas atuais, como as do aço, do alumínio e dos automóveis.

Após a audiência, o Escritório de Comércio dos EUA indicou que propostas adicionais serão aceitas até quinta-feira, antes de tomar uma decisão.

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Rússia apaga a identidade de crianças ucranianas para transformá-las em soldados

OSCE documenta o sistema russo de doutrinação e militarização de crianças ucranianas deportadas.

Uma missão independente da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) documentou um sistema russo concebido para apagar a identidade nacional das crianças ucranianas e transformá-las em soldados. O relatório, elaborado através do Mecanismo de Moscovo, revela práticas sistemáticas de doutrinação e militarização desde tenra idade.

Práticas documentadas

Segundo especialistas, os menores estão expostos à propaganda pró-guerra compulsória a partir dos seis anos de idade. Entre 13 e 18 anos, recebem treinamento em manejo de armas, medicina tática e operação de drones.

Além disso, o relatório aponta a eliminação do ensino em ucraniano e a perseguição contra aqueles que expressam a sua identidade nacional. Ao atingir a maioridade, os adolescentes são obrigados a ingressar nas forças armadas russas para lutar contra o seu país de origem.

A investigação também indica que as crianças deportadas à força para a Rússia sofreram violações do direito internacional humanitário e dos direitos humanos.

Possíveis crimes contra a humanidade

Os peritos Hervé Ascensio, Elina Šteinerte e Stefan Wolff concluíram que estas ações poderiam constituir um crime contra a humanidade sob a forma de perseguição e identificaram prováveis crimes de guerra. Recomendam que o regresso das crianças ucranianas seja um elemento central de quaisquer negociações de paz, sem trocas, e que a Rússia seja responsabilizada.

Resposta da Ucrânia

Perante esta situação, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia convidou o México a aderir à Coligação Internacional para o Retorno das Crianças Ucranianas, composta por 47 países e três organizações internacionais.

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