Empresa mentiu para vender medicamentos ao IMSS; ele já tem punição

Multa de 643 mil pesos e inabilitação por mentir na compra de medicamentos do IMSS.

Mentir para vender ao governo é caro. A HIMA Promotions acaba de ser multada em 643 mil pesos e um ano afastada de todas as compras públicas. A razão? Ele apresentou uma carta falsa de apoio para participar da compra de medicamentos do IMSS.

O caso é daqueles que cheiram mal de longe. A empresa participou numa adjudicação direta para aquisição de medicamentos e, para demonstrar que contava com o apoio do titular do registo sanitário, apresentou um documento que se revelou pura ficção. A Secretaria Anticorrupção não mediu palavras: já a incluiu no Diretório de Fornecedores e Empreiteiros Sancionados.

“A empresa HIMA Promotions já está cadastrada no Diretório de Fornecedores e Empreiteiros Sancionados, o que a impede de participar de novos contratos com o Governo do México”, informou a agência.

O curioso – e preocupante – é que isso aconteceu durante a compra de um medicamento. Sim, aqueles de que os beneficiários do IMSS necessitam. Porque quando uma empresa falsifica documentos para celebrar um contrato, não está apenas a enganar o sistema: está a brincar com a saúde das pessoas.

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A sanção foi notificada em 13 de abril de 2026 e já consta no Diário Oficial da Federação. A empresa, claro, pode desafiar. Mas a Secretaria já deixou claro que vai defender a multa com tudo.

“As medidas foram emitidas de acordo com a lei e considerando os critérios de proporcionalidade e gravidade da infração. A pessoa jurídica tem o direito de contestar a resolução e, caso o faça, a Secretaria defenderá firmemente a sanção”, detalhou o órgão.

Não podemos deixar de nos perguntar: quantas outras empresas fizeram a mesma coisa e não foram apanhadas? Porque se a história recente nos ensinou alguma coisa é que quando há dinheiro envolvido e pouca vigilância, as armadilhas multiplicam-se. Pelo menos desta vez o radar funcionou.

Michoacán e Sonora apreendem 143 máquinas de jogos ilegais

Agentes em Uruapan e Nogales desmantelam redes clandestinas de jogos.

As autoridades de Michoacán e Sonora relataram a apreensão de 143 máquinas caça-níqueis em operações recentes. As ações fazem parte da estratégia contra atividades ilícitas ligadas a jogos clandestinos, extorsão e crimes contra a saúde.

Operações em Michoacán

Em Uruapan, a Procuradoria Geral do Estado, em coordenação com o Ministério de Segurança Pública, o Exército Mexicano e a Guarda Nacional, realizou 10 buscas em bairros como Ampliación San Francisco, San Luis, La Mora e outros. Foram apreendidas 49 máquinas caça-níqueis e substâncias ilícitas e foi disponibilizado um homem de 32 anos identificado como Miguel Ángel “N”.

Em Huandacareo, também em Michoacán, o Ministério da Segurança Pública apreendeu outras 68 máquinas caça-níqueis dentro da mesma estratégia nacional contra a extorsão.

Convulsão em Sonora

Em Nogales, Sonora, a Procuradoria Geral do Estado informou a apreensão de 26 caça-níqueis, além de câmeras de vigilância, monitores e equipamentos de informática. Segundo o Ministério Público, alguns desses dispositivos teriam sido colocados por supostos integrantes de grupos criminosos. As equipes foram retiradas de diversos setores de Nogales e mantidas sob vigilância enquanto as investigações prosseguem.

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Ponte pedonal desaba na praia de Manzanillo; dois feridos

Queda de ponte pedonal na praia de La Boquita deixa dois feridos ligeiros.

Desabamento em La Boquita

Duas pessoas sofreram ferimentos leves após o desabamento da passarela de pedestres na praia La Boquita, em Manzanillo, Colima. O incidente ocorreu na tarde de sábado, 25 de julho, e mobilizou elementos da Proteção Civil, que se deslocaram para prestar apoio.

Segundo as autoridades, os afetados não necessitaram de transferência hospitalar. A área foi isolada para evitar riscos a outros turistas e para permitir verificações de segurança.

Antecedentes e investigação

A mesma ponte já havia desabado em 2017 e foi reconstruída. No entanto, as autoridades observaram que a nova estrutura parecia apresentar deficiências. Uma investigação será iniciada para determinar as responsabilidades por sua construção e manutenção.

Pessoal especializado realizará inspeções para avaliar condições e descartar outros pontos de risco. Os visitantes foram orientados a evitar a área afetada. As autoridades municipais e estaduais manterão a vigilância até que o acesso seguro seja garantido.

O caso reacendeu o debate sobre a infraestrutura turística e a necessidade de revisões periódicas nos espaços públicos.

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PAN acusa perseguição política contra Ernesto Ruffo Appel

O líder do PAN denuncia o uso político da justiça contra o ex-governador da Baixa Califórnia.

Acusações de perseguição política

O presidente nacional do PAN, Jorge Romero Herrera, garantiu que Ernesto Ruffo Appel é vítima de perseguição política por parte do governo federal. Em comunicado, o líder do PAN destacou que a admissão do ex-governador da Baixa Califórnia numa prisão de segurança máxima responde a um uso político das instituições de justiça.

Romero Herrera afirmou que não há provas suficientes para apoiar as acusações contra Ruffo Appel por uma suposta rede de evasão fiscal. O deputado do PAN sustentou que o governo optou por perseguir os opositores, ignorando as acusações contra figuras do Morena.

Comparação com casos Morena

O líder do PAN mencionou políticos morenoístas como Rubén Rocha Moya, Enrique Inzunza, Américo Villarreal e Marina del Pilar Ávila. Ele disse que enfrentaram questões sobre possíveis ligações com o crime organizado sem que as autoridades agissem tão rapidamente.

Romero Herrera insistiu que a lei deve ser aplicada sem distinções. Sublinhou que quem comete um crime deve responder à justiça, mas exigiu que o sistema penal não seja utilizado como instrumento de perseguição política.

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