Um caso de documentos falsos que custou caro a uma empresa
A Secretaria Anticorrupção acaba de chegar à mesa. A empresa Vizcarra Medical Equipment não poderá fechar contrato com o governo federal durante um ano inteiro. Além disso, deverá pagar uma multa de mais de meio milhão de pesos.
A razão? Ele se inscreveu em uma licitação do IMSS com documentos falsificados. Especificamente, para um serviço de limpeza e desinfecção em unidades médicas.
O teatro da corrupção às vezes tem atores muito específicos. Neste caso, a empresa forneceu 21 certificados de formação falsos. Essa foi a sua passagem para tentar ganhar um contrato público. O sistema os pegou.
“As medidas foram emitidas de acordo com a lei e considerando os critérios de proporcionalidade e gravidade da infração”, explicou o órgão.
A sanção já foi notificada e publicada no Diário Oficial. O nome da empresa já consta na lista negra de fornecedores sancionados. Essa mancha é difícil de apagar.
A empresa pode tentar contestar a resolução, mas a Secretaria já avisou que defenderá “com firmeza” sua decisão. Alegam que agiram para proteger o interesse público.
Não há cinzas aqui. Ou você joga limpo com o dinheiro de todos ou vai ao banco. Hoje, as equipes médicas de Vizcarra tiveram que ficar do lado de fora. Um ano para refletir sobre o preço da trapaça.




