El Pajarraco está livre de acusações no caso Ayotzinapa, mas continua preso

Uma decisão judicial revela provas insuficientes contra “El Pajarraco” no caso Ayotzinapa, mas mantém-no detido por outras acusações.

Contexto legal y decisión judicial

Juan Miguel Pantoja Miranda, alias “El Pajarraco”, fue exonerado de los cargos por la desaparición forzada de los 43 estudiantes de la Escuela Normal Rural Raúl Isidro Burgos de Ayotzinapa, ocurrida en septiembre de 2014. Sin embargo, la jueza Raquel Duarte Cedillo, del Segundo Distrito en Materia Penal de Toluca, determinó que continuará en prisión preventiva en el penal del Altiplano debido a su presunta vinculación con el grupo criminal Guerreros Unidos.

Falta de evidencia concluyente

La resolución judicial destacó que las declaraciones de testigos protegidos, sobrevivientes y familiares de las víctimas no implicaban directamente a Pantoja Miranda en el crimen contra los normalistas. En cambio, se le asociaba con actividades de delincuencia organizada, como el traslado de personas y vigilancia para grupos armados. La jueza enfatizó que los indicios presentados por la Fiscalía eran “imprecisos e inconsistentes”, incumpliendo los requisitos del artículo 19 constitucional para dictar prisión formal por desaparición forzada.

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Análisis de las pruebas descartadas

Entre los elementos rechazados figura la declaración que el acusado rindió en 2018 ante la Comisión Nacional de Derechos Humanos, donde admitió presencia en Iguala la noche de los hechos, pero negó participación activa. Pantoja Miranda afirmó que su labor se limitaba a informar movimientos sospechosos en la zona de Atlixtac, sin uso de armas. La magistrada consideró que este testimonio, al no ser ratificado en sede judicial, carecía de valor probatorio.

Asimismo, desestimó el testimonio de Miguel Ángel Landa Bahena (“El Duvalín”), quien lo señaló como cómplice. La jueza aclaró que, al presentarse como fotocopia sin validación procesal, no podía considerarse prueba testimonial. Este criterio refleja el rigor jurídico aplicado para evitar condenas basadas en documentación irregular.

Implicaciones del fallo

La decisión subraya las fisuras en la investigación gubernamental, cuestionada por organismos internacionales. Mientras Pantoja Miranda enfrentará proceso por delincuencia organizada, la absolución en el caso Ayotzinapa reabre el debate sobre la falta de evidencia sólida contra otros implicados. Expertos en derechos humanos señalan que este fallo podría influir en futuras resoluciones relacionadas con el crimen.

¿Qué sigue? La Fiscalía podría apelar o presentar nuevas pruebas, aunque el plazo es limitado. Mientras, organizaciones civiles exigen transparencia en las indagatorias pendientes.

Explora más sobre este caso histórico y comparte este análisis para mantener viva la búsqueda de justicia.

Futebol e diplomacia: foi assim que México e Espanha se reconciliaram

O encontro entre o rei e o presidente encerrou sete anos de tensões diplomáticas.

Um jogo que selou a paz diplomática

A Copa do Mundo de Futebol foi palco para a resolução de um conflito que durou sete anos. O rei Felipe VI da Espanha viajou a Guadalajara para assistir ao jogo Espanha-Uruguai e aproveitou para se encontrar com a presidente Claudia Sheinbaum. Durante uma hora conversaram e consideraram superadas as discrepâncias iniciadas em 2019, quando o México exigiu um verdadeiro pedido de desculpas pela Conquista.

“Felipe, obrigado por ter vindo”, disse Miguel Campos, um bancário espanhol de 41 anos que assistia ao jogo. Ele considerou a controvérsia “mais politizada e fazendo barulho na mídia do que o que as pessoas sentem”.

“Não há ódio contra a Espanha e acredito que mexicanos e espanhóis são meio-primos-irmãos”, explicou ele enquanto agitava uma bandeira espanhola.

Sergio Astorga, um garçom mexicano, concordou: “Foi uma falta de comunicação porque (a unidade entre) mexicanos e espanhóis faz parte de nós”.

O gesto que mudou tudo

O pedido público de desculpas nunca ocorreu, mas o monarca reconheceu, em março passado, “controvérsias morais e éticas” durante a conquista, numa exposição em Madrid. Dois dias depois, foi confirmado o convite de Sheinbaum para a Copa do Mundo. “Foi uma questão de dignidade para o povo do México”, disse o presidente na sexta-feira, e sublinhou que sem essas palavras do rei a reaproximação não teria sido possível.

Sheinbaum procurou ser coerente com a posição de seu antecessor, Andrés Manuel López Obrador, que enviou a carta exigindo desculpas e colocou as relações em “pausa” em 2022. Ela não convidou Felipe VI para sua investidura em 2024.

Pragmatismo e geopolítica

Os laços comerciais, culturais e sociais entre os dois países são fundamentais. Num contexto global incerto e com a administração de Donald Trump a aplicar políticas unilaterais e anti-imigração, era necessário reforçar a relação. Sheinbaum participou numa reunião de líderes progressistas em Barcelona onde foi enviada uma mensagem de unidade contra Trump.

Na quinta-feira, Felipe VI e Sheinbaum falaram sobre comércio, economia e “a situação no mundo, como é importante reconhecer a Carta das Nações Unidas”, segundo o presidente, que descreveu o rei como “uma pessoa muito simples”.

Outros membros da realeza na Copa do Mundo

Felipe VI não foi o único membro da realeza no México. A princesa Hisako de Takamado do Japão visitou Monterrey para ver sua equipe. E King Willem-Alexander e Máxima da Holanda estiveram em Houston e Kansas City apoiando a Holanda e Curaçao, que estreava em uma Copa do Mundo.

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Eles prendem supostos ladrões de turistas em Monterrey

A colaboração com hotéis permitiu a detenção de quatro pessoas envolvidas em assaltos a estrangeiros.

Operação conjunta contra assaltos a turistas

Quatro pessoas foram presas em Monterrey por suposta participação em roubos a turistas estrangeiros. A Polícia de Monterrey agiu após alerta do setor hoteleiro.

Segundo a Secretaria de Segurança de Monterrey, os suspeitos faziam parte de um grupo conhecido como “Los Peruanos”. Dois deles são de origem peruana e dois são mexicanos. Estão ligados ao roubo de bolsas e mochilas em restaurantes, principalmente durante a visita de turistas à Copa do Mundo.

As detidas foram identificadas como Lourdes Natalia N., 50 anos; Jorge Humberto R., 68; Richard Alcides U., 57, e José Juan H., 77 anos. No momento da captura, as autoridades apreenderam 17 sacos com substância semelhante à maconha. Todos ficaram à disposição do Ministério Público.

A detenção destaca a importância da colaboração entre autoridades e hoteleiros para garantir a segurança turística em Monterrey, especialmente durante épocas de tráfego intenso.

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Sheinbaum homenageia Katia Itzel García, a primeira mexicana a arbitrar uma Copa do Mundo

O presidente reconheceu o árbitro e defendeu o cantor das críticas.

Um marco para a arbitragem feminina

A presidente Claudia Sheinbaum parabenizou Katia Itzel García Mendoza por se tornar a primeira mexicana a apitar uma partida da Copa do Mundo. García arbitrou a partida entre Tunísia e Holanda no estádio de Kansas City.

“Imagine o que custou a Katia, por si só, uma árbitra, uma boa árbitra. Bom, para chegar a uma partida da Copa do Mundo são necessários muitos exames, ter que passar por diversos filtros. Agora imagine para uma mulher, ser árbitra de uma partida masculina”, expressou Sheinbaum na conferência matinal.

García é estudante da Faculdade de Direito e graduado em Ciências Políticas e Administração Pública pela Faculdade de Ciências Políticas e Sociais (FCPyS) da UNAM. Nesta sexta-feira ela comandou a quinta partida da Copa do Mundo dirigida por um árbitro central.

O presidente também destacou o esforço da auxiliar Sandra – sem citar sobrenome – e vinculou a conquista às reivindicações das mulheres: “Um esforço extraordinário da Katia e da auxiliar… fala do esforço pessoal, mas também das reivindicações das mulheres, de que podemos ser o que quisermos ser”.

Sheinbaum aproveitou para defender a cantora Julieta Venegas, criticada pelo cover “La Niña Futbolista”. Ele não deu mais detalhes, mas reiterou seu apoio ao artista.

O caso de García abre a conversa sobre a inclusão feminina na arbitragem profissional, um campo historicamente dominado por homens.

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