Documentário ‘Herói’ revive a Copa do Mundo de 1986 no México

A fita oficial da FIFA revive o torneio que consagrou Maradona no México.

Meses antes do México sediar a Copa do Mundo de 2026, a FIFA disponibiliza seu documentário ‘Hero’, dedicado ao torneio de 1986. A produção reúne imagens emblemáticas daquela copa, desde a atuação de Diego Maradona até o clima nos estádios e ruas do país.

O que o documentário mostra?

‘Hero’ não segue um roteiro tradicional. Combina imagens importantes da partida com imagens fora do campo. A figura central é Maradona, então capitão da Argentina. Ele chegou ao México como uma estrela e se tornou uma lenda após conquistar o título e marcar o famoso gol da ‘Mão de Deus’.

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Em 22 de junho de 1986, a Argentina enfrentou a Inglaterra nas quartas de final. Aos 51 minutos, Maradona passou na frente do goleiro Peter Shilton e empurrou a bola com a mão. O gol polêmico definiu o 2 a 1 final. O próprio Diego reconheceu mais tarde que foi “um pouco com a cabeça e um pouco com a mão de Deus”.

Também aparecem outras figuras como Hugo Sánchez, Gary Lineker, Emilio Butragueño e Careca.

Onde ver?

O filme se tornou uma das produções oficiais mais lembradas pelos fãs. Está disponível no canal FIFA no YouTube.

Seleção mexicana assina fase de grupos perfeita com vitória

O México fecha perfeitamente a fase de grupos com uma vitória por 3 a 0 sobre a República Tcheca.

El Tricolor fecha invicto e sem gols contra

A Seleção Mexicana completou uma fase de grupos impecável. Com a vitória por 3 a 0 sobre a República Tcheca, somou a terceira vitória e terminou como líder absoluto. A campanha de Javier Aguirre prioriza o resultado ao invés do espetáculo, e funciona para ele: 11 jogos sem perder e zero gols sofridos no torneio.

O Estádio da Cidade do México vibrou com 80.824 espectadores. O time chegou ao último duelo com vaga garantida na segunda rodada, o que permitiu rodar jogadores e dar minutos para Memo Ochoa, a pedido da torcida.

Os golos surgiram na segunda parte: Mateo Chávez aos 55, Julián Quiñones aos 61 e Álvaro Fidalgo aos 90+4. A vitória não foi brilhante, mas foi avassaladora.

A noite do Memo Ochoa

No final, Ochoa ficou sozinho na área, encostado na marca do pênalti. Ele chorou por alguns segundos até que toda a equipe veio abraçá-lo. Foi a noite dele, um reconhecimento de mais de 20 anos de experiência.

O México conseguiu o que nunca havia feito antes: vencer todas as partidas da fase de grupos. As ruas da capital, suas praças e o Colosso de Santa Úrsula exalam emoção. O bom futebol é o menos importante; regras de eficácia.

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África do Sul surpreende e desbanca Coreia do Sul no Grupo A

A África do Sul vence a Coreia do Sul por 1 a 0 e fica em segundo lugar no Grupo A.

Vitória sul-africana no Steel Giant

A seleção sul-africana deu a surpresa do dia ao vencer a Coreia do Sul por pouco, no estádio de Monterrey. O resultado abala o setor e coloca os sul-africanos na segunda posição do Grupo A, liderado pelo México.

O gol da vitória

Depois de um primeiro tempo intenso, mas sem gols, devido à ordem defensiva de ambas as equipes, a seleção africana quebrou o placar sem gols no segundo tempo. Taphelo Maseko marcou o gol de Kim Seung-gyu aos 63 minutos, causando euforia nas arquibancadas.

Impacto na mesa

Com esta vitória, os “Bafana Bafana” somam quatro pontos e levam a Coreia do Sul para o terceiro lugar, com três pontos. Além disso, a combinação de resultados condenou o destino do bloco: a República Checa foi eliminada prematuramente do Mundial de 2026.

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Guillermo Ochoa recebe homenagem em seu possível último jogo com o México

O goleiro entrou aos 77 minutos sob uma ovação ensurdecedora no Estádio da Cidade do México.

Homenagem no Colosso de Santa Úrsula

O Estádio da Cidade do México tornou-se uma plataforma de reconhecimento para Guillermo Ochoa. O goleiro de 39 anos entrou aos 77 minutos do amistoso devido à sua possível última participação pela Seleção Mexicana. Os torcedores explodiram em comemoração que ecoou em todos os cantos do prédio.

O técnico Javier Aguirre alertou que as mudanças seriam por desempenho, não por cortesia. Porém, determinou a entrada de Ochoa logo após o gol de Julián Quiñones. Raúl Rangel cedeu o seu lugar e Edson Álvarez entregou-lhe a insígnia de capitão em sinal de respeito.

Aos 79 minutos, o goleiro tocou na primeira bola. A arquibancada comemorou como se fosse um gol. Os cantos de “Oe, oe, oe, Memo, Memo” foram ouvidos sem interrupção. Ochoa ergueu as mãos agradecendo ao povo pelo carinho.

Com esta participação, o goleiro ampliou seu recorde: participou ativamente de sua quarta Copa do Mundo, depois de ser titular no Brasil 2014, na Rússia 2018 e no Catar 2022, e de ter ficado no banco na Alemanha 2006 e na África do Sul 2010. Completa assim seis Mundiais, marca que divide apenas com Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.

Ochoa fecha este ciclo acompanhado pela comissão técnica, seus companheiros e um torcedor que o considera um símbolo do futebol mexicano. Seu legado permanece intacto.

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