El Chacal, líder de uma célula de drogas, é preso em Azcapotzalco

Operação policial culmina com a captura de um perigoso líder criminoso ligado a múltiplos crimes na capital.

Líder de organização criminosa capturado em operação policial

A Secretaria de Segurança Cidadã (SSC) confirmou a prisão de Brayan Alexis Chay González, conhecido no meio criminoso como “El Chacal”, líder do grupo criminoso “Los Malvados Alto Voltaje”. Essa gangue atuava em vários bairros da prefeitura de Azcapotzalco, dedicando-se ao tráfico de drogas e outras atividades ilícitas.

Antecedentes criminais e modus operandi

O detido é acusado de estar ligado a pelo menos cinco homicídios ocorridos entre abril e maio em diferentes áreas: Pro Hogar (24 e 27 de abril), Liberación (29 de abril) e Aldana (21 de maio). Sua prisão ocorreu após cometer um assalto à mão armada, portando uma arma curta sem permissão.

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De acordo com o boletim oficial, a operação começou quando uma vítima de 20 anos relatou a agressão por dois sujeitos em motocicletas (uma verde e preta e outra preta). Os agentes ativaram um protocolo de busca com base na descrição fornecida, conseguindo interceptar El Chacal no bairro Porvenir. Durante a perseguição, o suspeito tentou se livrar de uma mochila que continha:

  • Uma arma de fogo
  • Um telefone celular
  • Dinheiro em moeda nacional

Seu cúmplice foi localizado no bairro Potrero del Llano, onde também foi apreendido um aparelho celular.

Impacto na segurança local

Essa prisão representa um golpe significativo nas redes de distribuição de drogas no noroeste da Cidade do México. Os bairros mencionados no relatório (Pro Hogar, Cosmopolita, Barrio Coltongo, La Raza, Arenal, Liberación e Porvenir) registraram um aumento de 32% nos crimes ligados ao tráfico de drogas durante o último trimestre, segundo dados do SSC.

Especialistas em segurança destacam que o desmantelamento de células como esta requer não apenas ações policiais, mas também estratégias abrangentes que abordem fatores socioeconómicos. “A captura de líderes é crucial, mas deve ser complementada com inteligência financeira para desmantelar suas estruturas logísticas”, disse um analista consultado.

O SSC mantém operações reforçadas na área para evitar represálias e continuar rastreando outros membros da organização. As autoridades judiciais já preparam acusações por homicídio qualificado, posse ilegal de arma de fogo e crimes contra a saúde.

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Sheinbaum viaja para Quintana Roo para sargassum e Jaguar Park

O presidente Sheinbaum visitará Quintana Roo para abordar a crise dos sargaços e o conflito no Parque Jaguar.

A presidente Claudia Sheinbaum anunciou que neste fim de semana fará um tour por Quintana Roo. A viagem inclui três temas centrais: o Parque Jaguar em Tulum, a estratégia contra o sargaço e o progresso do Trem de Carga Maia.

Parque Jaguar em Tulum

Sheinbaum se reunirá com autoridades federais, hoteleiros e comerciantes para resolver problemas pendentes na área. Apesar do trabalho da secretária do Meio Ambiente, Alicia Bárcena, do Conanp e da empresa Mundo Maya, ainda existem questões não resolvidas. O presidente afirmou:

“Vamos ver exatamente o que está acontecendo e aí com todas as instituições vamos resolver, conversar com os hoteleiros, com os comerciantes para ver como resolvemos.”

Estratégia contra o sargaço em Cancún

O segundo ponto é o aumento do sargaço, fenômeno agravado pelas temperaturas oceânicas. O governo federal tem um diagnóstico e uma proposta abrangentes: coletar no mar e reciclar. Sheinbaum explicou:

“Já temos uma solução, mas vamos observar o problema, ver onde há maior quantidade de sargaço e fornecer uma solução abrangente que tenha a ver com a pesca no mar e posterior reciclagem.”

No domingo, ele oferecerá uma conferência em Cancún para detalhar a estratégia.

Progresso do Trem de Carga Maia

Como terceiro ponto, supervisionará as locomotivas do Trem de Carga Maia, que já chegaram. “Vamos visitar as locomotivas e como está o trem de carga maia”, disse. A conferência da manhã de sexta-feira será realizada em Tulum para relatar as ações.

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Cinco mulheres morreram em uma semana em Sinaloa

Cinco mulheres assassinadas em uma semana em Sinaloa; o mais recente em Mazatlán.

Violência em Sinaloa: cinco mulheres morreram em uma semana

CULIACÁN, Sin. — Um novo ataque armado ceifou a vida de uma mulher de 60 anos em Mazatlán. Blanca “N” foi agredida por duas pessoas em uma motocicleta enquanto estava sentada do lado de fora de sua casa, no bairro Gabriel Leyva. Com esse fato, são cinco mulheres que morreram de forma violenta em menos de sete dias na entidade.

A Procuradoria Geral do Estado informa que os homicídios ocorreram nos municípios de Culiacán, Mazatlán e Navolato. Entre as vítimas está um adolescente de 17 anos, o que sublinha a vulnerabilidade de diferentes faixas etárias.

Detalhes de casos recentes

O ataque a Blanca “N” ocorreu no Beco Alvarez. Os agressores chegaram em uma motocicleta, estacionada em frente à casa e, sem dizer uma palavra, dispararam contra ele diversas vezes.

Um dia antes, em Culiacán, bairro Los Huertos, uma adolescente de 17 anos foi baleada dentro de seu quarto por pessoas armadas que entraram violentamente em sua casa. Ela foi levada para um hospital, onde morreu horas depois.

Na sede do distrito de Villa Juárez, Navolato, Yajaira “N”, de 23 anos, foi morta dentro de sua casa. Dois indivíduos armados entraram, atacaram-na e fugiram.

Além disso, na segunda-feira passada, Ruby “N” foi privada de sua vida quando estava sentada em frente a uma floricultura na Avenida Álvaro Obregón, no bairro Tierra Blanca de Culiacán. Seus agressores, também de motocicleta, conseguiram escapar.

Em Mazatlán foram localizados os corpos de dois irmãos: Arlyn Angélica, 35 anos, e Miguel Ángel “N”, 37, ambos originários de Culiacán. Eles viajaram para o porto para comemorar seus aniversários e desapareceram.

As autoridades não relataram quaisquer prisões ou linhas específicas de investigação. As organizações civis exigem ações urgentes para acabar com a violência contra as mulheres em Sinaloa.

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Sheinbaum assina lei contra feminicídio: busca impunidade zero

Presidente envia iniciativa para uniformizar investigação e punição de feminicídio em todo o país.

A presidente Claudia Sheinbaum assinou e enviou ao Congresso a iniciativa de Lei Geral para prevenir, investigar, punir e reparar os danos causados ​​pelo feminicídio. O objetivo é garantir impunidade zero através da padronização de mecanismos em todos os Ministérios Públicos do país.

“Esta lei geral garante que tudo isso pode ser reduzido tanto quanto possível e que realmente temos impunidade zero para feminicídios”, disse Sheinbaum na conferência matinal.

Detalhes da iniciativa

A assessora jurídica, Luisa María Alcalde, explicou que a lei classifica o crime como: “quem priva a vida de uma mulher por razões de gênero comete o crime de feminicídio”. São estabelecidas 10 razões de género, como violência sexual, histórico de violência ou assimetria de poder. A pena será de 50 a 70 anos de prisão, com 19 agravantes que a aumentam para metade, nomeadamente: vítima grávida, vítima deficiente, jornalista, defensor dos direitos humanos ou ataques com ácido.

Além da prisão, o responsável perderá os direitos sucessórios, o poder paternal, a tutela e será inabilitado para cargos públicos. São proibidas desculpas absolutas, critérios de oportunidade, liberdade condicional e anistias. O crime e sua reparação são imprescritíveis.

Prevenção e direitos das vítimas

A titular da Procuradoria Especializada, Maribel Bojorges, destacou que a investigação deve ser feita numa perspectiva de género, com due diligence reforçada e análise de contexto. As promotorias especializadas manterão a continuidade processual até a execução das sanções.

A subsecretária Ingrid Gómez destacou que a lei reconhece os direitos das vítimas: acesso à verdade, atendimento médico e psicológico de emergência, assistência jurídica gratuita e apoio a meninas, meninos e adolescentes órfãos. A reparação dos danos deve ser transformadora, adequada e proporcional. Serão criadas campanhas de conscientização e um Cadastro Nacional de Menores Órfãos por Feminicídio.

Sheinbaum lembrou que o feminicídio diminuiu 36% em relação a 2021, mas o objetivo é erradicá-lo completamente.

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