Eles prendem 17 envolvidos com narcotráfico em Michoacán, incluindo 12 colombianos

Uma operação militar desmantela uma perigosa rede ligada a explosivos letais numa zona quente do México.

Quando o exército mexicano joga “quem é quem?” com traficantes de drogas

Parece que em Michoacán a festa do cartaz ficou mais quente que um tiktok viral. Um total de 17 pessoas – 12 delas colombianas, porque a globalização também atinge o crime – foram presas pelos militares em Los Reyes. Seu crime? Coloque as narcominas como se fossem decorações de Natal, mas com consequências muito mais explosivas.

Operacional: modo “Call of Duty” ativado

A XXI Zona Militar confirmou que este grupo de criminosos entusiastas da pirotecnia operava a partir de uma casa segura (spoiler: não era tão seguro assim). Entre o que foi apreendido: armas e equipamentos táticos suficientes para montar um estande na Comic-Con do narcotráfico. Os detidos estão agora aproveitando as instalações da FGR em Morelia, onde certamente serão explicados por que brincar de Breaking Bad na vida real não é de graça.

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Mas aí vem a reviravolta na história: esse mesmo grupo seria o responsável pelo narcomin que transformou um veículo militar SandCat em um triste meme “foi uma honra servir com você”, matando seis soldados na semana passada. Ironia a nível de Deus: as mesmas pessoas que armaram armadilhas agora caem em uma delas.

Los Reyes: onde o pôster local brinca de ser Game of Thrones

De acordo com boatos bem informados, esta célula respondeu a Alfonso “Poncho La Quiringüa” (um apelido que soa como uma combinação de taco) e Luis “El Güicho”, líderes do autoproclamado Cartel de Los Reyes. Entretanto, o Exército mobilizou 400 soldados e seis aviões – basicamente o orçamento de um filme de Michael Bay – para limpar a área. Resultado? Mais um capítulo da eterna novela de “narcos versus governo” que o México vive há décadas.

O curioso: nenhuma autoridade oficializou a captura, o que nos deixa na dúvida “isso realmente aconteceu ou é um episódio de Narcos: Fan Fiction?” É claro que, com os colombianos envolvidos, o roteiro se escreve sozinho.

Moral do dia: Se o seu plano de vida inclui caminhos de mineração como se você fosse um personagem de Minecraft, mas em uma versão sangrenta, talvez reconsidere. Ou não. No geral, o celular espera por você com Wi-Fi limitado.

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PS: Aos detidos, lembramos que no México não há extradição para a Colômbia… mas as células locais também não são um Airbnb.

Topos Azteca permanece na Venezuela após terremotos de junho

Brigada mexicana continua operações em Caracas após detectar sinais térmicos sob escombros.

Sinais de vida sob os escombros

A organização mexicana Topos Azteca confirmou que permanecerá na Venezuela para continuar a busca por possíveis sobreviventes dos terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 registrados em 24 de junho. O grupo acredita que ainda há sinais de pessoas presas.

Héctor Méndez, conhecido como “El Topo Mayor”, explicou que as operações estão concentradas no município de Chacao, em Caracas. Equipes especializadas detectaram sinais térmicos que poderiam corresponder a pessoas ou animais entre os edifícios desabados.

“Não vim dormir nem sou turista. Estamos nos solidarizando com o povo da Venezuela”, disse Méndez.

O dirigente lembrou que em catástrofes anteriores, como o terramoto em Türkiye em 2023, os resgates de vidas foram conseguidos até 17 dias após o terramoto. Por isso, garantiu que não abandonarão a missão enquanto houver possibilidades de localização de sobreviventes.

Brigadas simultâneas com tecnologia especializada

Em comunicado, a Topos Azteca informou que outra das suas brigadas trabalha em diferentes frentes da mesma propriedade. Eles utilizam câmeras térmicas, pares caninos e equipamentos técnicos para fiscalizar cada espaço e ampliar as possibilidades de localização de vítimas.

A organização continua empenhada em continuar o trabalho até que se esgotem todas as possibilidades de encontrar pessoas vivas.

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Revisões anuais do T-MEC: investimento em suspense

Revisões anuais do T-MEC: estabilidade ou incerteza para o investimento no México?

Revisões anuais do T-MEC: risco ou oportunidade?

A decisão dos Estados Unidos de submeter o T-MEC a revisões anuais mantém os investidores em suspense. O governo de Claudia Sheinbaum garante que o tratado continuará a oferecer condições de estabilidade aos negócios durante a próxima década. No entanto, os analistas alertam que este novo calendário poderá atrasar projetos empresariais de longo prazo.

Marcel Ebrard, Secretário de Economia, afirmou que o objetivo de aumentar o conteúdo regional na indústria irá impulsionar novos investimentos na América do Norte. Ele também destacou que o México poderá aproveitar as oportunidades derivadas do fortalecimento das cadeias de abastecimento. A posição oficial procura tranquilizar os mercados, embora persistam dúvidas sobre o real impacto das avaliações periódicas.

O esquema de revisão anual, uma exigência de Washington, gera incerteza justamente quando a relocalização de empresas – o chamado nearshoring – ganhou força no México. Especialistas em comércio exterior consideram que a falta de certeza a longo prazo poderá retardar a chegada de capitais, especialmente em sectores como o automóvel e a electrónica, onde os ciclos de investimento ultrapassam os cinco anos.

Por enquanto, o governo está confiante de que o diálogo bilateral e as regras do USMCA serão suficientes para sustentar a confiança empresarial. Contudo, o tempo dirá se as revisões anuais se tornarão uma ferramenta de pressão ou um mecanismo eficaz para garantir o cumprimento do acordo.

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Congresso pede para abordar o conflito social e ambiental na praia de Nayarit

O Congresso insta as autoridades de Nayarit devido ao conflito em Playa Las Cocinas.

Exortação do Congresso para o conflito em Playa Las Cocinas

A Comissão Permanente do Congresso da União pretende aprovar um ponto de acordo entre as autoridades de Nayarit para enfrentar o conflito social e ambiental derivado de um empreendimento turístico em Playa Las Cocinas, localizado em Punta de Mita, município de Bahía de Banderas.

A senadora Ivideliza Reyes destacou que os moradores da área mantêm uma manifestação permanente há semanas. Rejeitam as obras por considerarem que causam danos ecológicos e limitam o acesso do público à praia.

O projeto está vinculado à empresa Cantiles de Mita S.A. de C.V., subsidiária do Grupo DINE. Moradores e ativistas denunciam a falta de diálogo e atenção das autoridades.

Ameaças contra ativistas aumentam tensão

O ativista Pepe Ávila relatou ter recebido ameaças e vigilância constante, além de uma pasta de investigação contra ele. A situação aumentou a tensão na comunidade.

O caso reflecte um conflito mais amplo sobre o uso da terra e o desenvolvimento do turismo na região. Por lei, as praias são bens de uso comum, mas em destinos de alto valor como a Bahía de Banderas, o crescimento do turismo intensificou as disputas entre comunidades, empresas e autoridades.

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