Cristiano Ronaldo leva Al Nassr ao título saudita

CR7 continua imparável: objetivo fundamental para se aproximar do campeonato.

Golpe de autoridade em Riade

Cristiano Ronaldo mostrou mais uma vez que a idade é apenas um número. Nesta quarta-feira, os portugueses abriram o placar para o Al Nassr, que acabou vencendo o Al Ahli por 2 a 0. Vinte vitórias consecutivas, 79 pontos na tabela e o título da Liga da Arábia Saudita cada vez mais próximo. Faltam cinco dias, mas esse time tem cheiro de campeão.

A partida: Desde o apito inicial, ficou claro que o Al Nassr saiu com fome. CR7, como sempre, apareceu na hora certa. Seu gol não foi apenas um chute; Foi uma declaração de intenções. Controle, definição e rede. A equipe manteve o controle, não especulou e selou uma vitória com sabor de glória.

“Cristiano não só marcou, ele liderou. Sua presença em campo é uma vantagem tática e emocional”, comentou um analista local.

O fator CR7: Além do gol, sua liderança foi fundamental. Ele foi visto comandando a linha ofensiva, pressionando cada bola perdida. Essa mentalidade de nunca desistir é contagiante. No vestiário sabe que tem um guerreiro que não desiste até o último minuto.

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O que vem a seguir: Com esta sequência, Al Nassr emerge como o grande favorito. A vantagem na tabela é sólida, mas no futebol tudo pode acontecer. O importante é que a equipe encontrou um ritmo imparável. Disciplina e preparação estão valendo a pena.

Aparência do treinador: Isso me lembra quando eu corria na faculdade e aprendi que as sequências não se constroem sozinhas. Por trás de cada vitória há horas de ginástica, estudo do adversário e trabalho em equipe. CR7 é o exemplo vivo de que talento sem disciplina é apenas uma miragem.

Em resumo: Al Nassr não apenas venceu; enviou uma mensagem. O título está à vista, mas ainda temos que trabalhar muito. Como diria meu antigo treinador: “Não comemore antes de cruzar a linha de chegada”.

França x Marrocos: calendário e canais das quartas de final da Copa do Mundo de 2026

As quartas de final da Copa do Mundo de 2026 começam com França x Marrocos. Programação e canais.

Quartas de final da Copa do Mundo de 2026

Nesta quinta-feira, 9 de julho, começam as quartas de final da Copa do Mundo. O primeiro duelo colocará a França contra o Marrocos, no Estádio de Boston.

A partida está marcada para as 14h, horário central do México. A transmissão estará disponível em televisão aberta através do Canal 5, Azteca 7 e sinal TUDN. Também pode ser acompanhado através do passe da Copa do Mundo ViX.

Ambas as seleções chegam a esta fase depois de passarem a fase de grupos e as oitavas de final. A França, campeã mundial em 2018, busca repetir o feito. O Marrocos, por sua vez, tenta fazer história ao avançar pela primeira vez às semifinais.

A partida promete ser intensa, com estilos de jogo contrastantes. Os fãs mexicanos poderão assistir ao vivo em telas abertas ou na plataforma de streaming.

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Sheinbaum defende sucesso do desarmamento voluntário

Presidente destaca resultados do programa de entrega de armas com apoio eclesiástico.

A presidente Claudia Sheinbaum defendeu esta quinta-feira o programa “Sim ao Desarmamento, Sim à Paz” como uma iniciativa bem-sucedida para retirar armas de fogo dos lares mexicanos. Cada arma entregue, disse ele, representa uma possível vida salva.

“Tem tido muito sucesso e também tudo o que fazemos para desarmar pacificamente é salvar uma vida. É remover um instrumento que pode causar a morte. É pacificador”, disse ele em sua conferência matinal no Palácio Nacional.

O programa permite a entrega anônima de armas sem investigação e oferece apoio financeiro em troca. Segundo o presidente, a colaboração com a Igreja Católica tem sido fundamental. Esta quinta-feira ele conduzirá um dia no átrio da Basílica de Guadalupe, onde a programação começou no ano passado.

Desarmamento voluntário e resultados

O desarmamento voluntário faz parte da política de pacificação do governo, que procura reduzir a violência sem confronto direto. Sheinbaum destacou que a confiança gerada pelos espaços religiosos facilita a participação dos cidadãos.

Para comemorar o Dia Internacional da Destruição de Armas de Fogo, a Secretaria de Defesa Nacional apresentará em breve um balanço das armas apreendidas e destruídas. O presidente anunciou que este relatório incluirá dados sobre o número de armas retiradas de circulação desde o lançamento do programa.

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Eduardo Feinmann pede desculpas por comentários contra o México

Após comentários contra os mexicanos, o jornalista argentino apresentou um pedido público de desculpas em seu programa.

O jornalista argentino Eduardo Feinmann gerou forte polêmica nas redes sociais depois que suas declarações consideradas ofensivas ao povo mexicano se tornaram virais. Em seu programa de rádio, Feinmann disse: “Odeio os mexicanos, a inveja que os mexicanos têm dos argentinos, eles querem ser como nós”. As frases desencadearam uma rejeição generalizada tanto no México como na Argentina, incluindo a comunidade argentina que vive em território mexicano.

A rivalidade futebolística entre os dois países aumentou nos últimos anos para além dos esportes. Figuras públicas como Feinmann, em vez de promoverem a unidade, alimentam frequentemente o confronto com comentários que ultrapassam a linha da discriminação.

Desculpas no ar

Diante da pressão pública, Feinmann se retratou ao vivo durante seu show. “Fiz um comentário que irritou milhões de mexicanos e eles têm razão em estar zangados comigo”, disse ele. E acrescentou: “Não foi um comentário xenófobo, nem uma mensagem de ódio, estávamos a falar de futebol”.

O comunicador também observou: “Se algum mexicano sentiu que minhas palavras o atingiram pessoalmente, quero dizer-lhe que não foi esse o sentido do que eu disse”. Na tentativa de acalmar a polêmica, afirmou que não sente desprezo pelo povo mexicano e que falou por paixão esportiva.

As desculpas não conseguiram dissipar completamente a agitação nas redes sociais. Vários usuários apontaram que a xenofobia disfarçada de “paixão pelo futebol” não deveria ser normalizada, enquanto outros consideraram suficiente o gesto de Feinmann. O debate sobre os limites da rivalidade desportiva permanece aberto.

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