Congresso comemora 75 anos da CEPAL no México

Senador destaca ligação entre crescimento econômico e justiça social no aniversário da CEPAL.

Sessão solene pelo 75º aniversário da CEPAL

O Congresso da União realizou uma sessão solene para comemorar o 75º aniversário da fundação da Sede Sub-regional da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) no México. O evento reuniu legisladores, autoridades e representantes da organização internacional.

A senadora por Tamaulipas, Olga Patricia Sosa Ruiz, afirmou que a trajetória da CEPAL no México demonstra que o desenvolvimento econômico sustentável requer justiça social, redução das desigualdades e ampliação de direitos. Ele ressaltou que esses princípios são pilares da Quarta Transformação e do segundo andar promovidos pela presidente Claudia Sheinbaum.

“A história da CEPAL no México mostra que o desenvolvimento econômico só é sustentável quando é acompanhado de justiça social, redução das desigualdades e ampliação de direitos”, declarou o legislador.

Sosa Ruiz acrescentou que a comemoração reconhece os 75 anos de estudos, propostas e cooperação da CEPAL para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do México e da sub-região.

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Salário mínimo e números-chave

Durante a sessão, surgiu um consenso sobre a relevância do salário mínimo como instrumento de justiça social. A recuperação histórica dos salários no México – observaram os oradores – mostra que o reforço do rendimento familiar também fortalece a economia nacional.

Entre os participantes estavam José Manuel Salazar-Xirinachs, secretário executivo da CEPAL; Raquel Serur Smeke, subsecretária para América Latina e Caribe da SRE; Alicia Bárcena Ibarra, Secretária do Meio Ambiente; e Alfredo Federico Navarrete Martínez, membro do Conselho Diretivo do IPAB. A senadora Laura Itzel Castillo Juárez presidiu o conselho de administração. A Secretária de Economia, Ninfa Cantú Deándar, participou em nome do governo de Tamaulipas.

Também foi destacada a contribuição de figuras mexicanas para o pensamento econômico latino-americano, como Ifigenia Martínez, pioneira nos estudos sobre desenvolvimento econômico e distribuição de renda.

Tramadol só com receita desde julho

Cofepris reclassifica analgésico opioide para prevenir dependência.

A partir de 14 de julho, o tramadol só será vendido mediante prescrição médica que inclua a licença profissional do médico assistente. A Comissão Federal de Proteção contra Riscos Sanitários (Cofepris) aprovou esta reclassificação com caráter preventivo.

“Esta medida foi implementada com uma abordagem preventiva contra o consumo inadequado deste medicamento opioide, devido ao seu potencial de dependência”, indicou a agência.

O que muda com o novo regulamento?

As farmácias devem selar as receitas, anotar a data e a quantidade abastecida. Registre também cada operação imediatamente nos livros de controle correspondentes. O objetivo é coibir o uso não supervisionado e prevenir a dependência.

Alternativas ao Tramadol

Cofepris destacou que para dores leves a moderadas existem outras opções: ibuprofeno, naproxeno, diclofenaco e paracetamol. Para dor neuropática, podem ser usados ​​antidepressivos como duloxetina e amitriptilina, ou anticonvulsivantes como gabapentina e pregabalina.

A medida busca equilibrar o acesso ao alívio da dor com a prevenção de riscos à saúde. O tramadol é um opioide com potencial para abuso e sua venda controlada visa reduzir o uso indevido.

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Sheinbaum anuncia mais de 4 bilhões de pesos para comunidades p’urhépecha

O governo federal destina mais de 4 bilhões de pesos em saúde, educação e estradas para Cherán e região.

Investimento histórico da assembleia comunitária

A Presidente Claudia Sheinbaum visitou Cherán, Michoacán, para apresentar o balanço do Plano de Justiça do Povo P’urhépecha. Um ano e dois meses após o seu início, o governo federal informa um investimento de mais de 4 bilhões de pesos.

Sheinbaum enfatizou que as decisões não são tomadas em mesas, mas em assembleias comunitárias. Os próprios habitantes definem as prioridades.

“Este esquema não é definido a partir de gabinetes burocráticos, mas através de assembleias comunitárias diretas”, afirmou o presidente.

Os novos compromissos incluem:

  • Modernização do Hospital Cherán com sala de hemodiálise.
  • Reabilitação da Unidade Desportiva local.
  • Abertura dos cursos de Medicina e Enfermagem.
  • Fortalecimento dos negócios comunitários.
  • Reunião no CDMX com uma comissão indígena para criar um centro de videovigilância C2.

Detalhes dos recursos e seu impacto

Adelfo Regino Montes, diretor do INPI, explicou que o orçamento está distribuído da seguinte forma:

  • Construção de 27 estradas artesanais (485 milhões de pesos).
  • Refeitórios escolares para crianças indígenas.
  • 21 casas comunitárias de línguas indígenas.

Também foi instalado um quartel da Guarda Nacional, entregues 27 mil fogões a lenha eficientes e concedidos créditos para artesãos.

Sheinbaum lembrou que, graças às reformas constitucionais, as comunidades indígenas são sujeitos de direito público. O Fundo de Contribuição para a Infraestrutura Social dos Povos Indígenas e Afro-mexicanos totalizou 13.500 milhões de pesos este ano.

O Governador Alfredo Ramírez Bedolla e o Conselho Maior de Cherán concordaram sobre a importância do respeito institucional para manter a autodeterminação e o modelo autônomo de governo indígena.

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Gilda Lozoya acusa motivação política em sua prisão

A irmã de Emilio Lozoya descreve a sua prisão como um acto político para pressionar o seu irmão.

Gilda Susana Lozoya Austin, irmã do ex-diretor da Pemex Emilio Lozoya, foi detida no Aeroporto Internacional da Cidade do México ao retornar da Europa. Durante a audiência inicial, ele classificou sua prisão como uma questão política.

Diante da juíza de controle Nora Ileana García Peralta, do Centro Federal de Justiça Criminal do Presídio Norte, a mulher declarou:

“Acredito que este é um caso político, onde minha mãe, minha cunhada e eu, ou seja, as mulheres da minha família, temos sido usadas para pressionar meu irmão.”

Declarações na audiência

Vestida com blusa e jaqueta, Lozoya Austin explicou que deixou o país por uma semana para cuidar de um assunto de família. “E voltei porque a minha família está aqui e estou aqui com o desejo de cooperar”, disse ele. Acrescentou que ao deixar o país não foi notificado do mandado de prisão e reiterou: “Estou aqui para cooperar”.

Ao final da audiência, não foi informado o local para onde ela seria transferida para custódia enquanto sua situação jurídica fosse resolvida.

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