A Coordenadora Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) voltou esta quinta-feira às ruas do Centro Histórico da Cidade do México para exigir o cumprimento dos acordos anteriores. No entanto, a mobilização teve um alcance limitado.
Diminuir chamada
O protesto foi liderado pelas seções 9, 10, 11 e 60. A ausência da Seção 22 de Oaxaca, uma das mais atuantes do sindicato, reduziu a capacidade de pressão. Os professores bloquearam algumas estradas e realizaram uma manifestação. Inicialmente tinham planeado uma marcha, mas esta foi suspensa.
Durante o dia houve momentos de tensão quando um grupo tentou entrar nos escritórios da Coordenação Geral de Recursos Humanos do Ministério da Educação Pública (SEP) sem autorização. Nenhum ferimento foi relatado. Uma comissão foi recebida pelas autoridades para analisar as suas propostas.
Resposta do governo
Os líderes acusaram a administração de Claudia Sheinbaum de não cumprir os compromissos acordados após a manifestação de Junho. Entre as reivindicações, destaca-se a falta de tabelas de acompanhamento junto ao SEP e ao ISSSTE sobre previdência social e condições de trabalho.
Sheinbaum reiterou que o diálogo continuará, mas enfatizou que as consultas serão realizadas diretamente com os professores nas escolas, e não apenas com os dirigentes sindicais. Ele anunciou que a partir de agosto começará um processo nacional para discutir mudanças no sistema de promoção de professores. A CNTE analisa novas ações dada a falta de avanços.




