Chivas vence Puebla e mantém viva a esperança no Clausura 2025

Um gol de Erick Gutiérrez acende a esperança rubro-negra em um duelo cheio de tensão e emoções confusas.

Uma partida que teve tudo: drama, paixão e um destino em jogo

Em uma noite em que cada segundo contava como uma pedra, Chivas travou uma batalha épica contra Puebla, selando uma vitória agonizante que mantém seus sonhos de Play-In mais vivos do que nunca. O placar, testemunha incansável da disputa, inclinou-se por 1 a 0 a favor do Rebanho Sagrado, mas a história por trás desse gol solitário merece um roteiro de filme.

O momento que mudou tudo

O Estádio AKRON, embora não lotado até a última esquina, vibrou com os 29.068 corações que bateram em uníssono. Os torcedores, entre assobios e gritos, viram como seu time lutou com a urgência de quem sabe que o tempo está se esgotando. E então, aos 36 minutos, aconteceu o inesperado: Erick Gutiérrez, o herói inesperado, lançou do fundo do campo um chute que, como uma flecha envenenada, enganou o goleiro do Puebla. Meta! O silêncio se transformou em êxtase e a esperança renasceu entre as arquibancadas.

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Mas nem tudo foi glória. Alan Pulido, o arquitecto das jogadas chave, viu como o seu compadre Teun Wilke desperdiçou uma oportunidade de ouro aos 45 minutos+3. A bola, elusiva como um sonho fugaz, escorregou entre seus pés diante do olhar incrédulo da torcida. O gemido coletivo ressoou como um presságio: a batalha ainda não acabou.

A resistência final

Com Eduardo García entre os três bastões – após a ausência forçada de Raúl Rangel – a defesa rubro-negra tornou-se num muro intransponível. Aos 64 minutos, o ‘Dragón’ levantou voo para desviar um remate certeiro de Franco Moyano, salvando a sua equipa de um empate que teria sido uma facada nas costas. Enquanto isso, Yael Padilla, aplaudido ao entrar, esteve a centímetros de selar o feito com um chute na trave que deixou todos prendendo a respiração.

O encerramento, porém, não foi de comemorações descontroladas. Figuras como Javier ‘Chicharito’ Hernández e Fernando Beltrán receberam a censura de um torcedor que exige mais. O apito final veio em meio a vaias, lembrando-lhes que o caminho para o Clásico Tapatío contra o Atlas será uma prova de fogo onde só os corajosos sobreviverão.

Será que Chivas conseguirá completar o seu milagre no último ato? Não perca o próximo capítulo desta saga. Compartilhe a emoção e acompanhe cada minuto da luta pela Liguilla em suas redes sociais.

Chicharito nega críticas à Argentina: “Nunca disse isso”

O ex-futebolista mexicano esclarece que seus comentários não foram contra o país sul-americano.

Javier “Chicharito” Hernández se manifestou contra as acusações dos jornalistas argentinos Hugo Balassone e Gonzalo Bonadeo. O agora analista da FOX Sports negou ter dito que os argentinos “são campeões mundiais, mas pessoas muito más”.

“Eu nunca disse isso. Só disse no singular para aquele ‘jornalista’ rude. Nada era contra a Argentina, mas sim sobre o comportamento daquela pessoa”, escreveu ele no Instagram.

O ex-atacante do Chivas acompanhou sua mensagem com fotos da cobertura da Copa do Mundo de 2026, incluindo a partida das oitavas de final entre Argentina e Egito, no Estádio de Atlanta.

A origem do conflito

Balassone revelou que trocou palavras com Hernández durante essa partida. Acusou-o de insinuar que a Argentina “roubou” e “recebeu ajuda arbitral” contra o Egito. Bonadeo, por sua vez, afirmou ao vivo que Hernández descreveu os argentinos como “gente muito má”.

Mas Hernández esclareceu: “Querem inventar que odeio os argentinos. Tenho muito carinho pela Argentina e grandes amigos de lá”.

“Uma experiência ruim com uma pessoa nunca representa um país inteiro. Generalizar apenas nos distancia da verdade”, acrescentou.

O ex-jogador de futebol encerrou com uma mensagem conciliatória: “A rivalidade pode permanecer em campo. O respeito deve permanecer fora dele”.

A partida em questão terminou 3 a 2 a favor da Argentina, com gols de Cuti Romero, Lionel Messi e Enzo Fernández. O treinador egípcio, Hossam Hassan, denunciou a “injustiça” da arbitragem, criticando o VAR por não assinalar penálti e anular o golo.

A Argentina enfrentará a Suíça no dia 11 de julho pela passagem para as semifinais.

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FIFA vende grama para a final da Copa do Mundo de 2026 por US$ 450

A FIFA vende peças do campo final por US$ 450, em meio a críticas sobre o preço dos ingressos.

Uma lembrança com grama de verdade

A FIFA colocou à venda fragmentos da grama que será usada na final da Copa do Mundo de 2026, marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Cada peça custa US$ 450.

Segundo a loja oficial da agência, o segmento mede 17,5 por 17,5 por 17,5, embora não especifique se são polegadas, centímetros ou milímetros. A FIFA não respondeu imediatamente aos pedidos de esclarecimento.

“Tenha um pedaço autêntico da história do futebol com um fragmento genuíno do campo da Copa do Mundo FIFA de 2026, preservado permanentemente em acrílico premium com memória USB”, afirma a página de vendas.

O produto inclui filme de autenticidade e é entregue em caixa premium. Enviamos apenas para endereços nos Estados Unidos e Europa, e os pedidos serão enviados após o final.

Críticas ao campo e aos ingressos

Jogadores e treinadores apontaram problemas com a qualidade do campo da MetLife, que usa rotineiramente grama artificial para os jogos da NFL do New York Giants. A FIFA também tem sido questionada pelos altos preços dos ingressos: os ingressos normais para a final chegam a US$ 32.970, enquanto os pacotes de hospitalidade custam entre US$ 32.500 e US$ 34.500.

O torneio será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá, e a venda da grama busca oferecer aos torcedores um item de colecionador, embora também tenha gerado debate sobre a abordagem comercial do evento.

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Argentina enfrenta Suíça por vaga nas semifinais

A Argentina busca as semifinais contra a Suíça tendo Messi como figura.

A Argentina chega às quartas de final da Copa do Mundo depois de duas vitórias agonizantes. Venceu o Egipto por 3-2 nos oitavos-de-final, recuperando do 2-0 em 13 minutos, o mesmo resultado que contra Cabo Verde na ronda anterior. A Albiceleste caminhou até o limite, mas o técnico Lionel Scaloni reconhece que precisa melhorar.

“Estamos bem, mas provavelmente teremos que melhorar porque eles marcaram quatro gols contra nós nos últimos dois jogos”, disse o zagueiro Cristian Romero.

No sábado, em Kansas City, a Argentina enfrenta a Suíça, única seleção não europeia ainda no torneio. A Suíça nunca chegou às semifinais da Copa do Mundo; A última vez que estiveram nas quartas de final foi em 1954. Apesar da diferença de pontuação, o capitão suíço Granit Xhaka avisa: “Amanhã haverá conversa em campo”.

Dúvidas no onze

Duas posições ainda estão em debate: lateral direito (Nahuel Molina ou Gonzalo Montiel) e centroavante (Julián Álvarez ou Lautaro Martínez). Contra o Egito, Molina foi apontado, mas Montiel melhorou o ataque. No ataque, Álvarez não converte, enquanto Lautaro deu assistência para o gol da vitória. Scaloni evita alinhá-los desde o início para manter o equilíbrio.

Messi, o maior artilheiro do torneio com oito gols, tem 21 em Copas do Mundo e marcou em seis jogos consecutivos de eliminação. Ele perdeu dois pênaltis nesta Copa do Mundo, mas será sua decisão se chutar novamente.

A defesa suíça

A Suíça sofreu apenas três gols em cinco jogos. A defesa, com Xhaka, Akanji, Freuler, Elvedi e o goleiro Kobel, neutralizou a Colômbia nas oitavas de final até os pênaltis. A Argentina não tem vítimas físicas; A Suíça não pode contar com Johan Mazambi devido a lesão.

O clima em Kansas City será quente, com 30°C e pouca chance de chuva. O vencedor enfrentará a Noruega ou a Inglaterra nas semifinais.

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