CDMX intensifica vigilância em áreas de consumo tolerado de maconha

As autoridades reforçam as operações para prevenir as vendas ilegais em áreas designadas para o consumo de cannabis.

Autoridades reforçam fiscalização em áreas de consumo regulado

O Secretário do Governo da Cidade do México, César Cravioto, confirmou que as autoridades da capital intervêm ativamente ao detectar tentativas de venda ilegal de cannabis nas três áreas designadas para consumo tolerado dentro da capital. Estes espaços, criados no âmbito da política de regulação, requerem monitorização constante para garantir que sejam utilizados apenas para fins de consumo pessoal.

Pontos críticos sob supervisão permanente

Durante uma conferência de imprensa, Cravioto explicou que os principais focos de atenção estão localizados em torno do Senado da República e da Glorieta Violeta, onde foram registrados incidentes recorrentes. “Mantemos operações coordenadas entre a Secretaria de Governo e a Secretaria de Segurança Cidadã (SSC) para dissuadir os vendedores informais”, explicou. A estratégia inclui patrulhas preventivas e resposta imediata às reclamações dos cidadãos.

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Uma reportagem exclusiva do EL UNIVERSAL revelou que, apesar das restrições, em dois dos três locais autorizados persiste a venda clandestina de maconha, seja em baseados pré-enrolados ou em gramas. Esta prática não só viola o quadro regulamentar, mas também cria riscos para os consumidores devido à falta de controlos de qualidade.

Contexto regulatório e desafios operacionais

A criação destas zonas responde à Lei Narcommenudeo e visa reduzir o mercado negro. No entanto, a sua implementação enfrenta desafios logísticos:

  • Delimitação espacial: As áreas não possuem barreiras físicas que impeçam a entrada de terceiros.
  • Capacidade de resposta: O CSC precisa reforçar sua presença em horários de maior movimento.
  • Consciência cidadã: É necessário informar os consumidores sobre os limites legais.

Especialistas em política de drogas sugerem que, para serem eficazes, essas iniciativas devem ser acompanhadas de campanhas educativas e mecanismos de verificação de idade, uma vez que o consumo ainda é restrito a maiores de 18 anos.

Impacto e próximas etapas

O modelo de zonas de tolerância no CDMX é pioneiro na América Latina, mas seu sucesso dependerá de:

  • Cooperação interinstitucional: Envolver agências de saúde e de desenvolvimento social.
  • Tecnologia: Implemente câmeras com reconhecimento facial em pontos estratégicos.
  • Avaliação contínua: meça indicadores como a redução nas prisões por posse simples.

Enquanto as autoridades ajustam os protocolos, Cravioto reiterou o compromisso de “equilibrar os direitos individuais com a ordem pública”. As operações continuarão indefinidamente, priorizando a dissuasão em vez da criminalização.

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México e OPAS/OMS assinam estratégia de saúde 2026-2030

México e OPAS/OMS assinam acordo para fortalecer o sistema de saúde e reduzir a carga de doenças.

Acordo bilateral para fortalecer o sistema de saúde

O Governo do México, por meio do Ministério da Saúde, e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) assinaram a Estratégia de Cooperação com os Países 2026-2030. O objectivo: fortalecer o sistema nacional de saúde e reduzir o fardo das doenças.

O acordo inclui ações prioritárias para combater as doenças não transmissíveis, o cancro e as perturbações de saúde mental. Promove também estratégias de prevenção e cuidados oportunos ao longo da vida da população.

Além disso, procura fortalecer a tutela do Ministério da Saúde e a coordenação entre as instituições do Sistema Nacional de Saúde. O objetivo é avançar para um modelo de acesso universal a serviços médicos de qualidade.

Entre os eixos centrais estão o reforço da capacidade de resposta a emergências sanitárias, a promoção da auto-suficiência sanitária e o fortalecimento da autoridade reguladora nacional.

O secretário de Saúde, David Kershenobich, disse:

A estratégia permitirá alinhar as prioridades nacionais com a experiência técnica da OPAS/OMS, o que contribuirá para ampliar o acesso aos serviços de saúde, com ênfase na prevenção, atenção primária e cobertura universal.

O acordo estabelece as bases para a cooperação técnica que aborda os principais desafios de saúde do país nos próximos cinco anos.

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Peso mexicano se recupera após confirmação da validade do T-MEC

O peso se recupera após confirmação da validade do T-MEC até 2036 com revisões anuais.

O peso recupera terreno em relação ao dólar

A moeda nacional registrou valorização de 0,4% nesta quinta-feira, fechando em 17,48 unidades por dólar nas operações de atacado. Nas vitrines dos bancos, o dólar ficou à venda em 17,91 pesos, quebrando uma seqüência de dois dias consecutivos de perdas.

A recuperação ocorre após a confirmação da continuidade do Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC) até 2036, no âmbito do esquema de revisão anual acordado entre os três países.

Os detalhes do anúncio oficial

O secretário de Economia, Marcelo Ebrard, informou que a primeira revisão formal terá início no dia 20 de julho com a visita de uma delegação dos EUA ao México. Durante a reunião virtual com os seus homólogos dos Estados Unidos e do Canadá, foi abordada a preocupação de Washington com o défice comercial.

Ebrard destacou que mais de 80% das exportações mexicanas para os Estados Unidos continuam isentas de tarifas, não sendo esperadas alterações nesse regime. Os próximos grupos de trabalho centrar-se-ão no reforço da integração regional em sectores estratégicos como a indústria farmacêutica e os semicondutores, com o objectivo de reduzir a dependência das importações de outras regiões.

Especificou que as negociações sobre o futuro do tratado se limitam exclusivamente a questões comerciais e não incluem questões de segurança.

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AFAC revoga certificado Magnicharters após não conformidade

A companhia aérea não conseguiu provar a conformidade regulatória após uma verificação extraordinária.

Decisão regulatória

A Agência Federal de Aviação Civil (AFAC) revogou o certificado de operador de serviços aéreos da Magnicharters. A medida foi notificada em 29 de junho, após processo de revisão regulatória.

A Secretaria de Infraestrutura, Comunicações e Transportes (SICT) informou que o direito de audiência da empresa foi respeitado durante todo o procedimento. Foram concedidos prazos legais para apresentação de informações e evidências que demonstrassem o cumprimento da regulamentação aeronáutica vigente.

No entanto, a documentação fornecida era insuficiente. A companhia aérea não conseguiu provar que atendia aos requisitos necessários para continuar operando como prestadora de transporte aéreo de passageiros.

Origem da revogação

A decisão decorre de uma grande verificação extraordinária realizada em janeiro de 2026. Nela foi detectado descumprimento da regulamentação do setor. Isto levou a exigências formais e, posteriormente, à suspensão temporária das operações em abril, como medida preventiva.

O SICT sublinhou que a revogação se baseia na falta de provas suficientes por parte dos Magnicharters para provar o seu estatuto regulamentar. A empresa enfrenta agora a perda do seu certificado, o que a impede de oferecer serviços aéreos comerciais.

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