Carlos Ortiz faz história no US Open, mas está a um passo do pódio

O mexicano fez história no Aberto dos Estados Unidos de 2025, embora um buraco 15 o tenha deixado à beira do pódio.

O US Open 2025 e o momento “quase, quase” de Carlos Ortiz

Se a vida fosse um filme da Disney, Carlos Ortiz teria fechado o Aberto dos Estados Unidos de 2025 com um birdie épico, uma lágrima rebelde e a bandeira mexicana hasteada bem alto. Mas como isto é golfe – e a realidade é uma novela com reviravoltas inesperadas – o mexicano estava a uma tacada do pódio. Quarto lugar. Sim, o melhor resultado de um golfista mexicano em um Major, mas também a posição mais frustrante: o “e se…”.

O buraco 15: o vilão desta história

Tudo corria bem (ou melhor, nos greens) até chegar o buraco 15, um par 4 que se tornou o pior spoiler do dia. Um duplo bicho-papão ali foi como quando você cai em público e, mesmo levantando rápido, todo mundo já viu o meme. Esse erro custou a Ortiz o sonho do Top 3, deixando-o empatado com Tyrrell Hatton (o inglês que sempre parece prestes a quebrar uma vara) e Cameron Young (o local que ninguém esperava ver tão alto).

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Para piorar a situação, a chuva no Oakmont Country Club – porque, claro, golfe sem drama climático não é golfe – interrompeu a rodada final, dando um ar de suspense desnecessário. No final, Ortiz fechou com 73 tacadas e um total de 283, o suficiente para fazer história, mas não o suficiente para levar o troféu.

O desfile de surpresas e o campeão inesperado

Enquanto Ortiz lutava para se manter na luta, o escocês Robert MacIntyre decidiu que era hora de brilhar e subiu sete posições em um dia. Sim, como aqueles jogadores do FIFA que ativam o “modo lenda” aos 85 minutos. No final, o campeão foi J.J. Spaun (279 acessos), seguido por MacIntyre (281) e pelo norueguês Viktor Hovland (282).

Ortiz, por sua vez, fez sua melhor volta no sábado com 67 tacadas (quatro birdies e apenas um bogey), mostrando que, quando liga, pode competir com os melhores. Embora jogue no LIV Golf – aquela liga que divide opiniões como o abacate na pizza –, o mexicano continua mostrando que tem nível para grandes torneios. Claro, ele ainda precisa daquele major para consagrá-lo definitivamente.

México no Aberto dos EUA: recorde histórico

Pela primeira vez, quatro mexicanos competiram no Aberto dos Estados Unidos: Carlos, seu irmão Álvaro Ortiz, Roberto Díaz e o estreante Emilio González. Mas só o Carlos foi eliminado, porque, sejamos sinceros, o golfe não perdoa. Aos 34 anos, Ortiz superou sua melhor marca em um Major (antes era o T52 em 2019) e deixou claro que o México também existe nesse esporte.

Portanto, embora não tenha havido pódio, a conquista deve ser comemorada. Porque em um mundo onde o golfe parece dominado pelos mesmos velhos, ver um mexicano se aproximando da glória é revigorante. E quem sabe, talvez no próximo Major seja a hora de Ortiz dar o golpe final.

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FIFA questiona a mídia por ‘ódio’ à Copa do Mundo de 2026

Infantino defende o torneio e acusa a imprensa de espalhar ódio e falsos boatos.

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, respondeu duramente às críticas que tem recebido a Copa do Mundo de 2026, organizada nos Estados Unidos, México e Canadá. Num comunicado oficial, acusou os meios de comunicação de estarem “consumidos pelo ódio e pelas críticas” e de terem “sentido falta do nosso belo desporto”.

“Enquanto você fica à margem, nós da FIFA estamos na linha de frente organizando, trabalhando duro e realizando o espetáculo mais lindo do mundo. Enquanto você divide, nós nos unimos”, escreveu Infantino.

O caso do Irão como exemplo de unidade

Infantino deu como exemplo a participação da seleção iraniana, que devido ao contexto político teve que viajar do México aos Estados Unidos para cada partida e retornar ao país vizinho após cada partida. O presidente da FIFA destacou que o Irão entrou em território norte-americano “sem incidentes ou conflitos” e que os cânticos contra ele foram transformados num único hino durante os seus jogos.

“Este é o poder do futebol; a seleção iraniana recebeu vistos para entrar porque o futebol é sinônimo de paz”, disse Infantino.

Ele também criticou a mídia por focar nos poucos casos de vistos negados, ignorando os milhões de torcedores que conseguiram entrar. Ele lembrou que o torneio trouxe o Haiti para o cenário mundial, país que muitos não visitam. “Talvez seja hora de deixar de lado as canetas e os teclados e mostrar algum respeito pelos times que jogaram com o coração”, disse ele.

Infantino concluiu afirmando que esta Copa do Mundo – a primeira com 48 seleções – celebrou o melhor da humanidade. “Na FIFA não poderíamos estar mais orgulhosos ou emocionados por vivenciar esses momentos de amor, alegria e união”, disse ele.

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Lando Norris retorna à vitória no Grande Prêmio da Hungria

Norris quebra seca de 259 dias e vence GP da Hungria.

Lando Norris, atual campeão da Fórmula 1, comemorou neste domingo a primeira vitória da temporada de 2026 ao vencer o Grande Prêmio da Hungria. O britânico, que largou da pole, superou o holandês Max Verstappen (Red Bull) e o italiano Andrea Kimi Antonelli (Mercedes), que segue na liderança do campeonato.

Norris, da McLaren, voltou ao degrau mais alto do pódio após 259 dias sem vitórias. Com este resultado soma 128 pontos e sobe ao quinto lugar na classificação geral, dez pontos atrás do monegasco Charles Leclerc, que terminou em quarto lugar.

Ritmo dominante

“Meu ritmo hoje foi um dos melhores que já tive. Esta pista é ideal para nós e é uma das melhores para mim durante todo o ano. Mas se quisermos voltar ao topo, precisamos de muitos mais fins de semana como este. Perfeito”, disse Norris após alcançar sua décima segunda vitória na F1, a segunda na Hungria.

Seu companheiro de equipe Oscar Piastri não teve o mesmo destino: o australiano abandonou na volta 56 devido a um problema na caixa de câmbio quando corria em segundo. Piastri permanece em sétimo lugar geral com 92 pontos.

Pênalti para Hamilton

Lewis Hamilton, heptacampeão mundial, terminou em quinto, mas recebeu uma penalidade de cinco segundos por exceder o limite de velocidade em 0,1 km/h no pitlane durante um safety car virtual. Essa penalidade permitiu a Leclerc ganhar uma posição. Hamilton, segundo colocado no campeonato com 169 pontos, ficou decepcionado após a décima primeira corrida do ano.

Vantagem de Antonelli

O quinto lugar de Hamilton favoreceu Antonelli, que ampliou sua liderança no Campeonato Mundial de Pilotos. O jovem italiano soma 219 pontos, enquanto seu companheiro de equipe George Russell completa o pódio com 160 pontos depois de terminar em sétimo em Hungaroring. A próxima corrida será depois das férias de verão.

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Sheinbaum comemora o pódio histórico de Isaac del Toro no Tour

O presidente parabenizou o ciclista Ensenada pelo terceiro lugar geral e pelo título de melhor jovem.

O desempenho de Isaac del Toro no Tour de France não passou despercebido no México. Minutos depois de o ciclista da Baja California subir ao pódio em Paris, a presidente Claudia Sheinbaum juntou-se aos parabéns e reconheceu o impacto do seu desempenho.

Reconhecimento presidencial

O ciclista ensenada completou as 21 etapas da mais prestigiada competição do ciclismo mundial, alcançou o terceiro lugar na classificação geral e consolidou-se como uma das grandes revelações da temporada. Além disso, levou o título de melhor jovem ciclista do Tour.

O presidente destacou o esforço e a disciplina do atleta:

“Muitos parabéns ao jovem Isaac del Toro pelo seu histórico terceiro lugar no Tour de France. Com esta grande conquista ele se torna o primeiro mexicano a subir ao pódio desta prestigiosa competição e o jovem mais destacado do ciclismo hoje.”

Sheinbaum, que já parabenizou o corredor em ocasiões anteriores, destacou o orgulho nacional pela sua manifestação.

“O México tem muito orgulho do seu esforço, dedicação e deste grande momento que inspira um país inteiro. Parabéns, Isaac! Que os sucessos continuem”, concluiu.

A conquista de Del Toro representa um marco para o esporte mexicano e o posiciona como uma figura emergente no ciclismo internacional.

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