BTS não é mais propriedade do governo sul-coreano (por enquanto)
Bem, sim, o exército sul-coreano acaba de devolver ao mundo os seus sete ídolos globais. Depois de meses de camuflagem, marchas e (presumimos) coreografias improvisadas nos quartéis, o BTS está oficialmente livre de seus deveres patrióticos. O último a sair foi Suga, que – em uma virada muito *personagem principal* – optou pelo serviço social devido a uma antiga lesão no ombro. Trauma por carregar o peso do K-pop nas costas? Quem sabe.
De “escoteiros à prova de balas” a soldados de verdade
Para os não iniciados, o BTS (ou Bangtan Sonyeondan, que soa como um time de super-heróis adolescentes) estreou em 2013 com um hip-hop tão fresco quanto seus cortes de cabelo da época. Mas seu verdadeiro avanço veio com “DNA” em 2017, quando eles entraram furtivamente na Billboard Hot 100 como se fossem vizinhos de Justin Bieber. Desde então, sua ascensão foi mais vertiginosa do que a de um trainee com uma dieta composta apenas de ramen: “Dynamite” (seu primeiro #1 em inglês), colaborações com o Coldplay, cinco indicações ao Grammy e até um discurso na ONU. O resultado? Uma legião de fãs (ARMY) capazes de derrubar servidores do Twitter com uma única hashtag.
Mas na Coreia do Sul, nem mesmo o sucesso salva você do serviço militar. Embora jogadores de futebol ou violinistas possam evitar isso, os ídolos do K-pop devem obedecer como qualquer mortal. O debate sobre se o BTS merecia uma exceção (por colocar o nome do país em órbita) durou anos, mas no final, a HYBE — a agência deles — jogou a toalha: “Todo mundo irá, mas não se preocupe, eles vão voltar.” E assim foi: Jin (o *hyung* mais velho) saiu em 2024, seguido por j-hope, e os demais foram lançados em lotes, como se fossem produtos exclusivos.
Projetos solo: quando o grupo está em hiato, mas a agitação não
Enquanto esperavam sua vez para o bootcamp, cada membro foi criativo (ou seja, monetizou sua fama). Suga, sob seu alter ego Agust D, lançou o álbum “D-Day”; RM foi experimental com “Right Place, Wrong Person”; e Jung Kook nos tentaram com “Golden”, um álbum tão viciante quanto o algoritmo TikTok. Até mesmo V aderiu à tendência R&B alternativo com “Layover”, porque o que é um ídolo sem sua fase *temperamental*?
Agora, com o exército no retrovisor, o boato é que o BTS se reunirá em 2025. Enquanto isso, o ARMY ainda está lá, desmaiando no Twitter e hospedando transmissões massivas como se o mundo dependesse disso. E quem sabe, talvez ele o faça.
Pronto para o retorno? Compartilhe esta nota e marque no calendário: K-pop está prestes a reconquistar seus reis. 🎤💜
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