Black Label Society lança ‘Engines of Demolition’ com homenagem a Ozzy

O novo álbum do Black Label Society chega com riffs devastadores e uma comovente homenagem a Ozzy Osbourne.

Black Label Society vuelve a la carga (y nos parte el corazón)

Zakk Wylde y su banda acaban de soltar ‘Engines of Demolition’, su primer álbum en tres años. Y, como siempre, viene cargado de guitarras que suenan a motor rugiente, ritmo de blues y ese hard rock que llevan haciendo desde que los millennials éramos adolescentes.

Pero esta vez hay algo más. Algo grande. El disco incluye un tema dedicado a Ozzy Osbourne, el amigo y compañero de Wylde que nos dejó el año pasado.

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Un homenaje que duele (en el buen sentido)

La pista 13, ‘Ozzy’s Song’, es la que va a darle la vuelta al internet. Empieza con un piano sombrío y una guitarra acústica, lejos del sonido demoledor habitual. Es Wylde desnudándose por completo.

“The skies may cry / But I’ll be holding on, holding on”,

canta en voz baja. No menciona a Ozzy por su nombre, lo que hace que la canción le pueda llegar a cualquiera que haya perdido a alguien.

Luego, claro, llega el solo de guitarra eléctrica. Una explosión de sentimiento puro que resume décadas de amistad y música juntos.

Pero ojo, no es un disco triste. Lejos de eso.

Riffs para días (y noches)

Wylde lleva cuatro años escribiendo y grabando entre sus giras con la formación celebration de Pantera. Y se nota la energía acumulada.

Temas como ‘The Gallows’ son oscuros y potentes. ‘Lord Humungus’ (sí, como el villano de Mad Max) es un himno para marcar el ritmo con el pie. Y ‘Name in Blood’, el sencillo que abría el camino, te golpea desde el primer segundo.

“I give you all I’ve got / I give you my name in blood”,

grita Wylde. Y te lo crees.

Incluso las canciones con un toque más country-rock, como ‘Better Days & Wiser Times’, funcionan dentro del caos general. Porque al final, todo son guitarras marcando el ritmo y coros para levantar el puño.

‘Gatherer of Souls’ es instantáneamente pegadiza. ‘Above & Below’ suena como una batalla épica entre ángeles y demonios dentro de tus altavoces.

Y las tres canciones que llevan directamente al tributo (‘Pedal to the Floor’, ‘Broken Pieces’, ‘The Stranger’) son pura adrenalina sobre riffs.

“I’ll walk through the fires of hell / To get to what makes me feel alive”,

promete Wylde en una de ellas. Y después de escuchar este disco, le creemos totalmente.
Para los fans de siempre y los nuevos, ‘Engines of Demolition’ cumple exactamente lo que promete: demoler todo a su paso.

Casamento de Taylor Swift e Travis Kelce: rumores apontam para Nova York

A possível data e local do casamento mais esperado do ano são filtrados.

A ligação entre Taylor Swift e Travis Kelce continua sendo um dos assuntos mais comentados do programa. As versões sobre quando e onde acontecerá têm gerado expectativa entre seus seguidores e na imprensa internacional.

Segundo relatos recentes, foi solicitada autorização à cidade de Nova York para fechar ruas no entorno do Madison Square Garden de 2 a 4 de julho, com evento marcado para 3 de julho. O local também mostra um calendário sem atividades entre 26 de junho e 6 de julho, o que reforça as versões sobre uma possível comemoração nesse período.

Possíveis mudanças de planos

Inicialmente houve especulação de um casamento em 13 de junho em Rhode Island, onde Swift possui uma mansão à beira-mar. Porém, os planos teriam mudado após vazamentos para a imprensa. Agora a grande celebração seria em Nova York, enquanto a cerimônia poderia ter sido realizada de forma privada.

Lista de convidados e segurança

Embora não haja confirmação oficial, é esperada a presença de figuras como Selena Gomez, Zoë Kravitz e outros amigos próximos da cantora. Os hóspedes teriam recebido acordos de confidencialidade estritos, com consequências legais caso revelassem informações. Alguns participantes manifestaram insatisfação por não ter a opção de acompanhante.

O evento seria organizado pelo planejador Mark Seed, conhecido por trabalhar com celebridades. A segurança será uma prioridade: o Madison Square Garden oferece benefícios de privacidade e múltiplos acessos, embora as autoridades locais já estejam a preparar-se para um grande desafio logístico, em plena Copa do Mundo e as comemorações do Quatro de Julho.

Por enquanto, nem Swift nem Kelce confirmaram oficialmente a data ou local. Os seguidores continuam atentos a qualquer pista.

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Alexis Ayala revela por que seu casamento acabou

O ator fala sem filtros sobre paternidade, amor e seu rompimento com Cinthia Aparicio.

O que Alexis Ayala disse sobre a separação deles

O ator Alexis Ayala quebrou o silêncio na apresentação da novela “Corazón de Marrocos”. Ele falou sem rodeios sobre o fim do relacionamento com Cinthia Aparicio, com quem dividiu cinco anos: três de namoro e pouco mais de dois de casamento.

A separação, explicou ele, ocorreu quando ele foi honesto sobre seus sentimentos. “Vejamos, acho que ser pai na vida é romantizado, é uma merda, é muito difícil”, disse. Ayala reconheceu que, embora já tenha dito que estava disposto a ser pai, o tempo o fez mudar de ideia. Isso levou Cinthia a decidir encerrar o relacionamento.

Mas a paternidade não foi o único tema que ele trouxe à mesa. O ator também criticou a idealização da vida a dois:

“Acho que é romantizado dormir com a mesma pessoa, na mesma cama, todos os dias, isso não significa que você não possa dormir na mesma cama ou que, de repente, possam ocorrer espaços; a maneira de falar sobre essas coisas também não é romantizada.”

O peso da distância

Ayala descartou que a causa fosse a monotonia. O verdadeiro gatilho foi a dificuldade de se ver: “Se eu tive alguma coisa, foi um aprendizado e isso é muito bom e não, a rotina de estar junto não mudou para a gente, a rotina de não estar junto mudou para a gente; aí, o casal reconsiderou”.

Por fim, deixou uma reflexão sobre o futuro. Ele confessou que deseja que os dois reencontrem o amor: “Ainda tenho sonhos, ainda sinto fome, ainda quero tudo, por que não iria querer me apaixonar? Quero que ele também se apaixone, que seja feliz e viva feliz.”

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Justiça sul-coreana sanciona perseguidor de Jungkook do BTS

Fã brasileiro condenado por assediar membro do BTS em Seul.

Sentença suspensa por assédio a Jungkook

Um cidadão brasileiro recebeu pena de prisão suspensa de um ano na Coreia do Sul por assediar Jungkook, membro do BTS. A decisão, emitida em 8 de maio pelo Tribunal Distrital Ocidental de Seul, considerou-a culpada de violação da lei anti-assédio e invasão de propriedade, de acordo com o The Korea Times.

A mulher assediou o cantor 22 vezes entre 7 e 28 de dezembro do ano passado. Ele apareceu em sua residência e em áreas próximas do distrito de Yongsan. Tocou a campainha, ficou esperando o artista e deixou objetos em casa. No dia 13 de dezembro, ele aproveitou uma porta lateral aberta enquanto um entregador entrava e saía para entrar no imóvel. Ela foi presa, liberada, mas não parou. Em janeiro, as autoridades emitiram uma ordem de emergência proibindo-o de se aproximar do cantor ou de sua casa a 100 metros.

O tribunal impôs-lhe pena suspensa: evitará a prisão se não cometer novos crimes ou violar condições durante dois anos. Os juízes consideraram que ele agiu para expressar seus sentimentos em relação a Jungkook, sem intenção de prejudicá-lo. Também salientaram que ela nunca conseguiu entrar em casa e descartaram o risco de reincidência, em parte porque será expulsa permanentemente da Coreia do Sul assim que a sentença se tornar definitiva.

Não é a primeira vez que o artista enfrenta esse tipo de situação. Outra mulher, de nacionalidade chinesa, foi presa após tentar entrar em sua casa usando o código de acesso no dia em que Jungkook concluiu o serviço militar.

O caso reabre o debate sobre a segurança dos artistas de K-Pop e medidas legais contra o assédio obsessivo. As autoridades sul-coreanas endureceram as sanções para proteger figuras públicas.

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