Alan Mozo deixa o Chivas e vai para o Pachuca por empréstimo

O clube rubro-negro ajusta seu elenco com uma saída chave, ao mesmo tempo em que busca equilibrar seu elenco para o início do torneio.

Reestruturação Vermelha e Branca: Mozo sai e Milito refina seu elenco

O Guadalajara Sports Club, conhecido como Chivas, intensifica sua preparação para a Clausura 2026 da Liga MX com movimentos estratégicos em seu elenco. A gestão do Rebanho Sagrado, sob a direção técnica de Gabriel Milito, mantém uma dinâmica ativa no mercado de transferências, focada tanto nas incorporações quanto na purificação do elenco. A equipe iniciará sua participação no campeonato no sábado, 10 de janeiro, enfrentando o Pachuca no Akron Stadium, estreia que vem em um contexto de reconfiguração interna.

Até o momento o saldo de movimentações apresenta saldo negativo em termos de caixa. As únicas inscrições oficiais para a competição são as do meio-campista Brian Gutiérrez e do atacante Ángel Sepúlveda. Em contrapartida, a instituição confirmou a saída de figuras como o avançado Javier “Chicharito” Hernández, o extremo Cade Cowell e o veterano Isaac “Conejo” Brizuela. Nesta segunda-feira, uma perda significativa na defesa foi adicionada a esta lista.

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Uma saída estratégica: a despedida de uma lateral emblemática

Por meio de comunicado em suas redes sociais oficiais, o Chivas anunciou a separação do lateral-direito Alan Mozo. O clube agradeceu ao jogador de futebol pela dedicação durante os três anos e meio em que vestiu a camisa vermelha e branca. “Obrigado por estes anos defendendo o Vermelho e Branco com a paixão, energia e comprometimento que o caracteriza, Alan Mozo. Muito sucesso neste novo projeto”, dizia a publicação oficial.

O jogador, formado nas categorias de base do Pumas de UNAM, continuará sua carreira profissional no Pachuca Futebol Clube, onde chega por empréstimo de um ano. Los Tuzos, com uma homenagem criativa ao Dia de Reis, apresentaram o zagueiro como seu novo reforço por meio de um vídeo no qual Mozo declarava: “Pronto para fortalecer esta aventura e seguir a estrela junto com você”.

A análise da sua passagem por Guadalajara revela uma contribuição constante. Alan Mozo disputou um total de 118 partidas com a equipe, um número que sublinha sua consistência. Nesse período, o zagueiro conseguiu marcar quatro gols e deu nove assistências, demonstrando valiosa projeção ofensiva pela ala direita.

Esta transferência responde a uma lógica de reajuste tático e econômico dentro do futebol mexicano. Para o Rebanho representa uma oportunidade de realocação de recursos e espaço salarial, enquanto para o Pachuca significa a aquisição de um elemento com experiência no campeonato e capacidade de reforçar a sua linha defensiva. A mudança deixa Gabriel Milito com a necessidade urgente de cobrir a lateral direita, uma das áreas que, junto com outras linhas, precisa urgentemente de reforço antes do início do torneio de encerramento.

O contexto geral indica um período de transição para o Chivas. A estratégia da diretoria parece priorizar a construção de um elenco adequado à ideologia tática de Milito, o que implica decisões complexas. O desempenho no Dia 1 contra o mesmo time que agora recebe o Mozo será o primeiro termômetro para avaliar a eficácia dessas decisões no curto prazo. A pressão para obter resultados imediatos alia-se ao projeto de médio prazo, equilíbrio que define a gestão num clube de grande exigência.

Você acha que essa saída enfraquece o Chivas ou é um movimento necessário para sua reestruturação? Compartilhe esta análise sobre o mercado de transferências em suas redes sociais e explore mais conteúdos sobre as estratégias das equipes da Liga MX em nossa seção dedicada.

Mora, Jiménez e Quiñones: os mais aplaudidos contra a Inglaterra

Três jogadores de futebol monopolizam a ovação de 80 mil torcedores no Estádio da Cidade do México.

Ovação de 80 mil pessoas no Colosso de Santa Úrsula

Gilberto Mora, Raúl Jiménez e Julián Quiñones foram os jogadores mais aclamados pela torcida tricolor no Estádio da Cidade do México. Os três foram aplaudidos quando o som local anunciou o onze inicial para a partida contra a Inglaterra, correspondente às oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, na América do Norte.

O público, próximo de 80 mil pessoas, lotou o local e ecoou cada nome. Todos os jogadores de Javier Aguirre foram aplaudidos: Raúl Rangel, Jorge Sánchez, César Montes, Johan Vásquez, Jesús Gallardo, Erik Lira, Luis Romo e Roberto Alvarado. Mas o meio-campista Mora, o atacante Jiménez e o ponta Quiñones geraram os gritos mais ensurdecedores.

Seu desempenho ao longo do torneio foi decisivo. Nos quatro jogos anteriores, esses três jogadores conquistaram o reconhecimento da torcida. A ligação com o público foi imediata já que foram citados seus apelidos: “Morita”, o “Lobo de Tepeji” e o “Pantera”.

Pelo contrário, quando chegou a vez dos jogadores ingleses, as vaias foram avassaladoras. Todos os membros da Equipe Rosa, incluindo o diretor técnico Thomas Tuchel, foram assobiados pelos presentes.

O apoio que se sentiu antes do apito inicial

A torcida mexicana se fez sentir fortemente antes mesmo da bola rolar. O clima no Coloso de Santa Úrsula foi intenso, com claro apoio ao time local e evidente pressão sobre o rival. Este fator pode influenciar no desenvolvimento da partida, embora o resultado dependa do desempenho em campo.

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Inglaterra derrota o México no Azteca e avança às quartas de final

Com um homem a menos e em estádio hostil, os ingleses venceram o Tri nas oitavas de final.

Um triunfo heróico no Colosso de Santa Úrsula

A Inglaterra mostrou caráter e superou todas as adversidades para vencer o México por 3 a 2, no Estádio Azteca, em partida correspondente às oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Jude Bellingham, com uma dobradinha, e Harry Kane, de pênalti, selaram a qualificação britânica.

A partida foi marcada por altura, torcida hostil e atraso de uma hora devido a trovoada. Apesar de jogar com um jogador a menos durante grande parte do segundo tempo, os ingleses mantiveram a solidez e deixaram para trás a péssima experiência da eliminatória contra a Argentina em 1986.

O México voltou a cair nas oitavas de final, barreira que não consegue superar desde 1994. O El Tri acumula eliminações nessa fase em 1998, 2002, 2006, 2010, 2014, 2018 e agora em 2026, apesar de ter chegado às quartas de final em suas duas Copas do Mundo anteriores em casa.

O que está por vir para a Inglaterra

A equipe comandada por Gareth Southgate – atualmente em quarto lugar no ranking da FIFA – viajará a Miami para enfrentar a Noruega nas quartas de final no próximo sábado. Os torcedores ingleses sonham em repetir a glória de 1966, quando conquistaram o título em casa.

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Neymar se aposenta da seleção brasileira após eliminação na Copa do Mundo

O craque brasileiro anunciou sua saída após a derrota para a Noruega nas oitavas de final.

O fim de uma era na Canarinha

Neymar confirmou neste domingo que não voltará a vestir a camisa do Brasil. A decisão veio após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo.

“Eu tentei. Começou aqui no MetLife Stadium e terminou aqui. Agora acabou.”

O atacante de 34 anos disputou sua primeira partida pelo Brasil no dia 10 de agosto de 2010, justamente no mesmo cenário, em amistoso contra os Estados Unidos. Contra a Noruega, ele saiu do banco e marcou de pênalti nos minutos finais.

Sua participação no torneio foi limitada por uma lesão persistente na panturrilha direita. Ele apareceu apenas em dois dos cinco jogos do Brasil, incluindo 15 minutos contra a Escócia na fase de grupos.

Considerado o melhor jogador brasileiro há mais de uma década, o craque viu seu impacto diminuir nos últimos anos devido a problemas físicos.

Com sua saída, o Brasil entra em um período de transição. Uma nova geração deve assumir a liderança. O zagueiro Marquinhos pediu paciência:

“Que as pessoas sejam pacientes com a nova geração e os apoiem desde o início.”

A selecção nacional enfrenta agora o desafio de se reconstruir sem a sua figura principal.

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