O governo federal anunciou a compra de 17 ressonadores magnéticos de última geração para o IMSS, além de 2.275 camas elétricas para o ISSSTE e 174 equipamentos altamente especializados para o IMSS-Wellness. As aquisições buscam melhorar o diagnóstico e a capacidade assistencial nas instituições públicas de saúde.
Ressonadores e camas: as novas ferramentas
Zoé Robledo, diretora do IMSS, informou que os 17 ressonadores – 11 de 1,5 Teslas e 6 de 3,0 Teslas – foram adquiridos por compra direta graças às reformas da Lei de Aquisições.
“Isso melhora radicalmente o diagnóstico médico em nossa instituição e fortalece os serviços de neurologia, anatomia, cardiologia e oncologia”, disse Robledo.
O equipamento já está instalado em hospitais de onze entidades: Baja California, Chihuahua, Chiapas, Cidade do México, Coahuila, Estado do México, Jalisco, Michoacán, Nuevo León, Tamaulipas e Sonora. Espera-se redução nos tempos de estudo, maior precisão na detecção do câncer de mama e mais estudos realizados.
Por sua vez, Martí Batres, diretor do ISSSTE, explicou que foram adquiridas 2.275 camas elétricas impermeáveis e antibacterianas. Já foram instalados mil 75 em 33 hospitais, incluindo o Regional de Mérida, onde foram renovados os 103 leitos existentes. O investimento total é de 205 milhões de pesos. Além disso, foram reformadas três salas cirúrgicas da Clínica Hospital Constitución Monterrey, com 85 novos equipamentos e um investimento de 93 milhões de pesos.
Equipamento altamente especializado para IMSS-Wellbeing
Alejandro Svarch, diretor do IMSS-Bienestar, apresentou o programa de equipamentos 2026-2027, que incorpora 174 equipamentos: cinco aceleradores lineares, 117 mastógrafos com inteligência artificial, cinco ressonadores, 47 tomógrafos e três simuladores. Ele destacou que cada equipe é acompanhada por especialistas e por uma rede pública gratuita.
“Graças a este equipamento, eles podem fazer um diagnóstico cada vez mais oportuno e fornecer tratamentos mais complexos”, disse ele.
Svarch também anunciou a primeira unidade de cirurgia fetal no Hospital Regional de Alta Especialidade “Dr. Gustavo A. Rovirosa Pérez” em Villahermosa, Tabasco. A técnica permite a cirurgia do feto dentro do útero. Três cirurgias foram realizadas para gastrosquise, defeito da parede abdominal com mil casos anuais no México.
“É uma cirurgia muito segura que garante um prognóstico igual a qualquer outro parto”, concluiu.




