Ativista denunciada por violência política defende liberdade de expressão

Ativista enfrenta denúncias por revelar informações sobre candidatos “de risco”, ao mesmo tempo que defende o direito de denunciar sem censura.

A luta pela verdade em meio à censura

Num mundo onde a transparência e a justiça deveriam ser pilares fundamentais, Miguel Alfonso Meza, presidente do grupo civil Defensorxs, tornou-se um farol de coragem. Seu trabalho expondo candidatos com antecedentes questionáveis desencadeou uma onda de retaliação, mas ele permanece firme em sua missão: defender a liberdade de expressão sem ceder à pressão.

Uma reclamação que busca silenciar

Recentemente, um candidato a juiz federal, previamente identificado por suas ligações com atividades ilícitas, apresentou uma queixa contra Meza por violência política baseada em gênero. Porém, este caso nada mais é do que mais uma tentativa de manipular o sistema para silenciar vozes incômodas. O INE solicitou informações, mas a resposta de Meza foi clara: “Não revelaremos as nossas fontes nem justificaremos o nosso trabalho a quem procura censurar.”

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Por que tanto medo da verdade? A lista de candidatos “de alto risco” publicada pela Defensorxs inclui nomes com denúncias de assédio sexual, homicídio culposo e ligações com o crime organizado. Entre eles, Luis Castañeda Palacios, ex-funcionário presidencial, acumulou 36 denúncias por assédio e uma por homicídio. Isso é violência política ou simplesmente responsabilização?

Jornalismo sob ataque

As autoridades eleitorais, em vez de protegerem a democracia, tornaram-se instrumentos de repressão. Investigações arbitrárias, multas exorbitantes e ordens de censura são apenas algumas das táticas utilizadas contra aqueles que ousam questionar os poderosos. Meza diz isso sem rodeios: “O INE e o Tribunal Eleitoral estão sendo usados para silenciar as críticas.”

Mas ele não está sozinho. Jornalistas como Juan Jesús Gardel Castañeda e cidadãos como Karla Estrella enfrentaram sanções absurdas por denunciarem corrupção e nepotismo. Até quando permitiremos que a verdade seja criminalizada?

Resistência como única opção

Diante deste ataque, a única saída é unidade e firmeza. Como salienta Meza: “Quando milhares de nós levantamos a voz, o medo muda de lado.” O jornalismo não deve submeter-se a tribunais parciais, mas sim apoiar-se na solidez do seu trabalho. Cada publicação, cada reclamação, é um ato de resistência.

Hoje, mais do que nunca, precisamos defender o direito de informar e ser informado. Compartilhe esta história, divulgue a verdade e junte-se àqueles que acreditam que outro México é possível. A liberdade não é negociável!

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Corrupção no México: custo recorde de 3.865 pesos por habitante

O custo da corrupção por cidadão atingiu 3.865 pesos em 2025, segundo a Coparmex.

O custo da corrupção em 2025

A corrupção no México custou em média 3.865 pesos por cidadão em 2025, informou a Coparmex. As perdas totais aproximam-se dos 17 mil milhões de pesos, segundo a organização patronal.

Os dados são da pesquisa #DataCoparmex e da Pesquisa Nacional de Qualidade e Impacto Governamental (ENCIG) do Inegi. O relatório alerta que este fenómeno desencoraja o investimento, aumenta os custos operacionais e destrói a segurança jurídica.

40,2% das empresas associadas da Coparmex relataram ter sido vítimas de corrupção no último ano. A maior incidência foi registrada na esfera municipal com 62,2%, seguida pela estadual com 57,8% e pela federal com 42,8%.

O Inegi revelou 98,9% de impunidade nos crimes que afectam unidades económicas. Práticas como suborno, extorsão e atrasos injustificados raramente são denunciadas ou investigadas.

O México caiu para o 141º lugar entre 182 países no Índice de Percepção da Corrupção de 2025, com apenas 27 pontos em 100.

Diante deste cenário, a Coparmex reiterou sua disposição de colaborar com os três níveis de governo nas reformas regulatórias e nos mecanismos de integridade. Sublinhou que é urgentemente necessário um Estado de direito eficaz para recuperar a confiança e fortalecer a competitividade do país.

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Ken Salazar: Nunca soube dos pagamentos ao governador de Sinaloa

O diplomata afirma não ter qualquer apoio às alegações de El Mayo Zambada.

O ex-embaixador dos Estados Unidos no México, Ken Salazar, afirmou que durante a sua administração não recebeu informações sobre supostos pagamentos de colaboradores de Ismael “El Mayo” Zambada ao governador licenciado de Sinaloa, Rubén Rocha Moya, ou a outros funcionários do Estado.

Em entrevista à jornalista Ilia Calderón para o programa N+Univision Esta Semana, o diplomata negou ter apoio às alegações feitas pelo suposto líder criminoso após sua captura. Salazar abordou o assunto no contexto da publicação do seu livro “Borderlands. My fight for a inclusive America”.

O ex-funcionário revelou que tentou, sem sucesso, contactar o ex-Presidente Andrés Manuel López Obrador para esclarecer que os Estados Unidos não tinham conhecimento prévio nem autorizaram operações no México durante a transferência de Zambada.

Questionado sobre as declarações da Presidente Claudia Sheinbaum, que sugeriu que Salazar mentiu, o diplomata defendeu a sua posição afirmando que a verdade deve nortear o futuro da relação bilateral. Finalmente, reiterou a necessidade de fortalecer a aliança de confiança mútua entre ambos os países para trabalhar de forma coordenada em matéria de segurança.

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Eles vinculam uma funerária ao processo de fraude em Ciudad Juárez

Funerária Protecto Deco enfrenta processo criminal por fraude após entrega de cinzas falsas.

Fraude em uma funerária em Ciudad Juárez

A Procuradoria Distrital da Zona Norte confirmou esta segunda-feira a ligação ao processo da empresa Sistema a Futuro Premiere S. A. de C. V., conhecida como Funeraria Protecto Deco, pelo crime de burla. O caso ocorreu em Ciudad Juárez, Chihuahua.

O Ministério Público, através da Unidade Especializada em Crimes contra a Paz, a Segurança das Pessoas e a Fé Pública, apresentou provas que comprovam a provável responsabilidade da moralidade representada por Dalila G. H. e/ou Fernando Q. O.

Cinzas que não pertenciam ao familiar

As vítimas contrataram o serviço funerário com a Protecto Deco e receberam as cinzas do corpo do familiar. Porém, posteriormente, nas instalações do Ministério Público, foram informados de que o corpo do seu ente querido foi encontrado no crematório “Plenitud”. 386 restos mortais não cremados foram encontrados lá em 26 de junho de 2026.

A investigação mostrou que lucros indevidos foram obtidos por meio de fraude, causando prejuízo financeiro às vítimas.

Prazo final para novas investigações

O Juiz de Controle estabeleceu prazo de três meses para investigações complementares.

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