Paixão global sem fronteiras
Na quinta-feira, 67.442 pessoas lotaram o estádio de Atlanta para assistir ao jogo entre República Tcheca e África do Sul. Muitos não tinham um time favorito. Eles simplesmente queriam vivenciar a Copa do Mundo.
Rami Abdoch e os irmãos Abdurhman chegaram de Memphis, Tennessee. Eles usaram camisas da Argentina, Espanha e África do Sul. Para eles, o torneio captura a diversidade global.
“Amamos todas as equipes. A energia, a diversidade e o amor por um esporte são incomparáveis”, disse Abdoch.
Do outro lado do estádio, Jonathan Arango viajou da Carolina do Sul com a esposa, a filha e o pai. Eles são colombianos, mas ir à Copa do Mundo sem a seleção era um sonho de toda a vida.
Também houve viajantes internacionais. Os irmãos Octavio e Diego Ochoa voaram de Guadalajara para Boston e depois para Atlanta. Eles planejam continuar para a Filadélfia.
Diego explicou que as passagens no México custavam até 100 mil pesos (quase US$ 6 mil), enquanto em Atlanta pagavam US$ 150.
“Preferimos viajar e assistir aos jogos. É muito mais barato”, disse ele.
A partida terminou 1-1. Os fãs saíram com os rostos iluminados, ansiosos pelo próximo destino. Para Octavio foi uma experiência única e imbatível.




