Um juiz do Controle vinculou Tomás “N”, Diana “N” e Jaqueline “N” ao julgamento pela sua provável responsabilidade em crimes de crime organizado para efeitos de sequestro e sequestro agravado. As vítimas foram cinco cidadãos indianos, sequestrados em junho de 2025 em Ciudad Juárez, Chihuahua.
Como medida cautelar, os três réus foram colocados em prisão preventiva informal nos Presídios Estaduais 2 e 3 da entidade. O juiz concedeu quatro meses para a investigação complementar.
Investigação e captura
O caso começou quando o Cônsul da Embaixada da Índia no México informou por e-mail que cinco compatriotas foram privados de liberdade. Com base nessa notificação, a Promotoria Especial do Crime Organizado (FEMDO) iniciou as investigações.
Dias depois, agentes da Polícia Ministerial Federal, peritos do Centro Federal de Perícia Forense e elementos da Guarda Nacional executaram um mandado de busca em cinco residências em Ciudad Juárez. Antes destas operações, as vítimas já haviam sido libertadas. Durante as investigações, localizaram os três homens identificados, que tinham mandados de prisão em vigor; Eles foram protegidos e colocados à disposição do juiz.
Contexto regional
A ligação com o processo desses indivíduos – presumivelmente ligados ao Cartel do Nordeste – evidencia o desafio que o crime organizado representa na zona fronteiriça. As autoridades indicaram que este tipo de crime afecta tanto cidadãos mexicanos como estrangeiros, e mantêm operações para desmantelar redes de sequestro.




