Veracruz repete a fórmula sequestro mais impunidade é igual a zero soluções

Outro taxista desaparece em Veracruz enquanto as autoridades utilizam drones e promessas vazias.

Veracruz, donde el crimen paga (y las autoridades aplauden)

Parece que en Veracruz los taxistas tienen un nuevo requisito para obtener la licencia: sobrevivir. A días del brutal asesinato de Irma Hernández, una maestra jubilada que manejaba taxi para redondear el fin de mes (porque, claro, en México los sueños de vejez digna son tan reales como los unicornios), ahora otro conductor fue “invitado” a un viaje sin retorno en la carretera Tuxpan-Cazones. ¿El destino? Quién sabe, pero seguro no incluye playa ni todo incluido.

El modus operandi: balas, drones y cero resultados

Según testigos (o sea, los mismos que ya están acostumbrados a ver estas películas de terror en vivo), un comando armado decidió practicar tiro al blanco con el taxi 592. Uno de los pasajeros recibió un balazo, porque en Veracruz hasta los clientes pagan con sangre. Las autoridades, siempre puntuales para llegar tarde, desplegaron drones, helicópteros y hasta buenos deseos. ¿Resultado? Nada. Cero. El taxista sigue desaparecido, y los criminales, probablemente tomándose un cafecito mientras planean su próximo “secuestro express”.

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Por si alguien lo dudaba, esto ocurrió en Praxedis Guerrero, un lugar cuyo nombre suena a héroe revolucionario pero donde la única revolución es la de la impunidad girando sobre sí misma. Eso sí, el crimen organizado ya tiene su propio programa de lealtad: si no pagas extorsión, te graban un videíto de despedida. Irma Hernández lo vivió en carne propia, y ahora otro taxista podría sumarse al “top 10 de desaparecidos más trending” en Veracruz.

¿Y las autoridades? Ah, sí. Ellas están muy ocupadas subiendo fotos de sus drones a Twitter. Porque en la era digital, lo importante no es resolver crímenes, sino que se vea bonito el operativo. Mientras tanto, los veracruzanos siguen preguntándose si algún día podrán salir a la calle sin que eso cuente como deporte extremo.

¿Te indigna? Comparte esta nota. Y si quieres más historias donde la realidad supera el morbo, explora nuestro contenido. Eso sí, no prometemos finales felices… porque en México, esos solo pasan en las telenovelas.

Alerta dos EUA para segurança no México x Inglaterra na Copa do Mundo de 2026

Embaixada dos Estados Unidos emite aviso aos seus cidadãos para o jogo de domingo.

A Embaixada dos Estados Unidos no México emitiu um alerta de segurança dirigido aos seus cidadãos no país, por ocasião da partida entre México e Inglaterra, no domingo, 5 de julho, no Estádio da Cidade do México, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

A representação diplomática, chefiada pelo embaixador Ronald Johnson, alertou que durante o torneio têm havido grandes aglomerações em estádios, Fan Fests e espaços públicos, o que tem causado incidentes nas recentes celebrações na capital.

Recomendações da Embaixada

Na sua mensagem, a embaixada recomendou precauções extremas em eventos de massa. Ele ressaltou que as aglomerações para assistir a jogos e comemorações têm causado ferimentos e até mortes, por isso pediu para ficar atento ao meio ambiente e evitar situações de risco.

O alerta também incluiu alertas sobre possíveis mobilizações e manifestações durante o evento. Ele indicou que a participação em atividades políticas poderia levar a prisões de imigração ou sanções sob a lei mexicana.

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Em junho, México atinge o menor número de homicídios desde 2007

Junho fechou com média diária de 40 homicídios, o menor registro em 19 anos.

Durante o mês de junho, o México registrou uma média de 40 homicídios intencionais por dia, o valor mensal mais baixo desde 2007, segundo dados preliminares do governo federal. Embora no início e no final do mês houvesse dias com mais de 50 casos, a tendência geral foi decrescente face ao mesmo período de 2025.

O impacto da Copa do Mundo

O declínio coincidiu com o início da Copa do Mundo de Futebol de 2026. No dia da inauguração no México, apenas 30 homicídios foram registrados. Ao longo do mês, os números oscilaram, mas permaneceram abaixo da média histórica.

Entidades com maior incidência

Guanajuato liderou a lista de homicídios com 124 vítimas. Em contrapartida, os estados anfitriões da Copa do Mundo relataram reduções: Nuevo León somou 30, Jalisco 51 e Cidade do México 59, todos abaixo dos números de junho de 2025.

Estratégia e desafios

As autoridades federais atribuem a redução à estratégia de segurança da presidente Claudia Sheinbaum, que inclui ações coordenadas contra o crime organizado e maior presença policial. Contudo, organizações civis apontam que persistem problemas no registro de outros crimes, como desaparecimentos e feminicídios.

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México: 178 jornalistas assassinados em 26 anos, a maioria em Veracruz

178 jornalistas privados de suas vidas desde 2000. Veracruz está no topo da lista.

Violência contra a imprensa no México

Desde 2000, 178 jornalistas e comunicadores foram privados de suas vidas no México, segundo dados da organização Artigo 19. O caso mais recente é o de Roxana Berenice Guzmán Ramírez, encontrada morta mais de um mês após seu desaparecimento em Veracruz.

Veracruz é a entidade mais violenta para a imprensa com 34 vítimas mortais, seguida por Guerrero com 19. Chihuahua, Oaxaca e Tamaulipas registam 15 cada. Do total, 165 eram homens e 13 mulheres.

O mandato de seis anos mais letal foi o de Felipe Calderón (2006-2012) com 48 homicídios. Seguem-se os governos de Enrique Peña Nieto e Andrés Manuel López Obrador, com 47 cada. Em contrapartida, sete estados não reportaram vítimas mortais no mesmo período: Aguascalientes, Campeche, Colima, Hidalgo, Querétaro, Tlaxcala e Yucatán.

O Artigo 19 apela às autoridades para que garantam a justiça e reforcem os mecanismos de protecção. A impunidade continua a ser um factor-chave que agrava a violência contra a imprensa no México.

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