Um golpe de realidade para os Estados Unidos contra a Bélgica

Uma noite para esquecer em Atlanta. A Bélgica volta e goleia uma seleção dos EUA que está desmoronando em casa.

Uma lição difícil em casa

Ei, às vezes os esportes proporcionam uma verificação da realidade. E ontem à noite, em Atlanta, foi uma daquelas noites. Os Estados Unidos começaram a vencer, com aquela energia que a gente tanto gosta, mas depois… o jogo saiu do controle deles.

Weston McKennie abriu o placar perto do intervalo com um grande gol de voleio. Seu primeiro gol pela seleção nacional em três anos! Por um momento, tudo parecia bem.

“McKennie colocou os americanos na frente ao aproveitar um bloqueio de Johnny Cardoso… e chutar de escanteio”, detalhou a jogada.

Mas o futebol é um jogo de 90 minutos. E o que veio a seguir foi um tsunami belga.

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O despertar dos Diabos Vermelhos

Zeno Debast empatou pouco antes do apito do intervalo. Amadou Onana deu-lhes a vantagem aos 53 minutos. Charles De Ketelaere converteu um pênalti aos 59 minutos. E então entrou Dodi Lukébakio, que com dois mísseis à distância selou a vitória: 5-2.

Foi frustrante para Matt Turner, o goleiro titular que voltava a jogar depois de meses. A defesa americana, sem vários titulares por lesão, parecia desnorteada.

O pior: mais de 66 mil torcedores presentes no Estádio Mercedes-Benz – a maioria deles locais – tiveram que engolir uma derrota por três gols de diferença em casa. Algo que não acontecia desde 1959.

“Os Estados Unidos perderam um jogo em casa por três gols… pela primeira vez desde 1959”, confirmaram as estatísticas.

A Bélgica amplia para 10 jogos a invencibilidade e já venceu seis consecutivas contra os americanos. Uma fera totalmente negra.

Sim, faltavam jogadores importantes de ambos os lados. Mas as lições são claras: a concentração deve durar 90 minutos e os erros a este nível custam caro. Agora é hora de levantar a cabeça. Na terça-feira, o México espera. E a Copa do Mundo também.

Canadá elimina África do Sul e avança às oitavas de final da Copa do Mundo de 2026

Canadá derrota a África do Sul com gol de Eustáquio e faz história ao chegar às oitavas de final.

Primeira equipe classificada às oitavas de final

Um gol solitário de Stephen Eustaquio, capitão do Canadá, selou a eliminação da África do Sul nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A seleção norte-americana se tornou a primeira equipe a garantir a passagem para a próxima fase.

Para o país anfitrião é um marco: nunca antes tinha chegado aos oitavos-de-final num Campeonato do Mundo.

Lista dos eliminados até agora

Com a queda da África do Sul, são 17 seleções desclassificadas entre a fase de grupos e as oitavas de final. O torneio segue até sexta-feira, 3 de julho.

Grupo A: Coreia do Sul, República Tcheca, África do Sul (eliminado contra o Canadá).
Grupo B: Catar.
Grupo C: Escócia, Haiti.
Grupo D: Turquia.
Grupo E: Curaçao.
Grupo F: Tunísia.
Grupo G: Irã, Nova Zelândia.
Grupo H: Uruguai, Arábia Saudita.
Grupo I: Iraque.
Grupo J: Jordânia.
Grupo K: Uzbequistão.
Grupo L: Panamá.

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Canadá consegue passagem histórica para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026

Um gol nos acréscimos de Stephen Eustaquio classificou o Canadá para as oitavas de final da Copa do Mundo.

Um cruzamento de direita de Stephen Eustaquio aos 90+2 minutos deu ao Canadá uma vitória por 1 a 0 sobre a África do Sul no SoFi Stadium, em Los Angeles. A seleção comandada por Jesse Marsch tornou-se assim a primeira a se classificar para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

O gol que selou a história

Eustáquio, jogador de futebol do Los Angeles FC (MLS), conseguiu uma liberação de Ime Okon após cruzamento de Jacob Shaffelburg. Da porta da área, ele definiu um cruzamento para desencadear a comemoração da torcida canadense, que lotou a arquibancada.

O Canadá já havia passado da fase de grupos pela primeira vez como anfitrião, junto com Estados Unidos e México. Agora, com esta vitória, marca um novo avanço em sua história na Copa do Mundo.

África do Sul se despede de seu técnico com recorde

A África do Sul, que também conseguiu a primeira passagem para as oitavas de final depois de ficar atrás do México no Grupo A, tentou surpreender no segundo tempo. Um chute de Oswin Appollis saiu ao lado aos 62 minutos, e três minutos depois Mbekezeli Mbokazi defendeu um gol de David depois que Williams bloqueou Tani Oluwaseyi. Promise David acertou um chute de pé direito ao lado aos 76 minutos, e Williams respondeu a um chute de pé esquerdo de Jonathan David. Crépeau recebeu outro chute de Appollis aos 85 minutos, a última chance da África do Sul.

O técnico da África do Sul, o belga Hugo Broos, tornou-se aos 74 anos e 79 dias o técnico mais velho a comandar um duelo de eliminação direta na história da Copa do Mundo, superando o uruguaio Óscar Tabárez (71 anos e 125 dias nas quartas de final da Rússia de 2018).

O Canadá aguarda agora o vencedor da partida entre Holanda e Marrocos, que se enfrentam amanhã no Estádio de Monterrey. O duelo das oitavas de final está marcado para sábado, 4 de julho, no NRG Stadium, em Houston.

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Torcedores gastarão US$ 720 em dois dias em Nova York durante a Copa do Mundo

Nova York supera Los Angeles e Atlanta em gastos de torcedores durante a Copa do Mundo.

Custos na Big Apple

Nova York se tornou a cidade mais cara de todas as sedes da Copa do Mundo de 2026. Um torcedor que passa dois dias assistindo a um jogo na “Big Apple” gasta em média R$ 720 em restaurantes e atividades turísticas. Isso sem incluir a entrada no estádio, que pode facilmente ultrapassar mil dólares.

O número reflete o impacto econômico do torneio na cidade. Muitos seguidores fazem sacrifícios para estar presentes.

“Só se vive uma vez”, respondem vários torcedores consultados pela imprensa internacional sobre seus esforços para seguir seu time.

Comparação com outros locais

Los Angeles vem em segundo lugar, com um gasto médio de US$ 520 por dois dias. Atlanta segue com US$ 400. A esses valores devemos somar o custo dos ingressos: os ingressos no site oficial de revenda da FIFA custavam cerca de US$ 800 cada, antes mesmo do calendário.

O estacionamento no dia do jogo também varia. No Gillette Stadium, perto de Boston, custa US$ 175. Em Miami, 150. Em Nova York, entre 250 e 300. Isso sem contar a passagem aérea para os Estados Unidos ou o transporte interno para ver o time.

Os altos custos em Nova York refletem o peso econômico da Copa do Mundo de 2026 na cidade, o que poderá influenciar as decisões de muitos torcedores no planejamento de sua viagem.

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