Porque nada diz “justiça” como 39 cápsulas de bala e um bebê no hospital
Ah, Ciudad Juárez, aquele paraíso turístico onde os tiroteios são tão comuns quanto os tacos de basket. Desta vez, quatro cavalheiros da arma fácil (provavelmente especialistas em matemática, pois calcularam que 39 balas era o número mágico) decidiram transformar o pátio de uma casa num campo de tiro improvisado. O branco? Uma família, porque que melhor maneira de resolver diferenças do que atirar num bebé de 7 meses e numa menina de 8 anos? Clássico.
O detalhe que ninguém pediu, mas todos receberam
Entre as vítimas, além da inocência, está um homem de 48 anos que provavelmente só queria aproveitar o domingo, uma jovem de 19 anos que talvez estivesse planejando seu futuro, e um certo “El Aspi” (sim, como o aspirador de pó, porque originalidade não é o forte do crime organizado). Versão oficial? Zero. A bala permanece? 39, o suficiente para fazer um colar macabro. Preso? *Silêncio constrangedor*.
E caso alguém duvide da eficácia das autoridades, a semana em Juárez incluiu 14 execuções e 9 “eventos violentos” (um belo eufemismo para massacres). As operações especiais, segundo relatos, conseguiram apreender… armas e carros! Porque é evidente que os criminosos não podem continuar a cometer crimes sem o seu Chevrolet 2005.
Reflexão necessária: Se um bebê usando fraldas é um “dano colateral”, o que vem a seguir? Atacar viveiros para enfraquecer o rival? *Nota para mim mesmo: nunca subestime a criatividade da estupidez humana*.
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Porque rir é melhor do que chorar… embora às vezes seja difícil diferenciá-lo.




