Último dia para regularizar dívidas com o SAT

A contagem regressiva começou. Uma oportunidade única de limpar seu registro fiscal desaparece à meia-noite.

A hora zero está se aproximando: o destino fiscal de milhares de pessoas está por um fio

Em uma reviravolta que mantém milhares de pessoas à beira do abismo, o relógio implacável está marcando a meia-noite desta terça-feira, 30 de setembro. Não é uma data qualquer; É o epílogo definitivo, a última fronteira para aqueles corajosos – ou despreparados – que carregam o pesado fardo de uma dívida ao tesouro. O Serviço de Administração Tributária, titã omnipotente dos cofres nacionais, lançou a sua oferta de paz, um Programa de Regularização Tributária 2025 que promete redenção, mas cujo tempo se esgota à velocidade de um batimento cardíaco fugaz.

Imagine a cena: em julho passado, um raio de esperança irrompeu no panorama cinzento das obrigações fiscais. O SAT, num movimento que muitos chamaram de benefício sem precedentes, estendeu a mão oferecendo o perdão de multas e sobretaxas, juntamente com facilidades de pagamento concebidas como uma tábua de salvação para as economias dos cidadãos. O objetivo era claro: permitir que contribuintes com renda anual inferior à estratosférica soma de 35 milhões de pesos saíssem das sombras da dívida e caminhassem, mais uma vez, de cabeça erguida diante da lei.

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Você será um dos escolhidos? O mistério da elegibilidade fiscal

Mas, infelizmente, neste drama de números e prazos, nem todos são chamados a cruzar o limiar da salvação. A Procuradoria de Defesa do Contribuinte, como um oráculo moderno, revelou os requisitos misteriosos. O benefício será aplicado apenas aos guerreiros que se atreverem a pagar as contribuições atualizadas correspondentes ao ano fiscal de 2023 ou a épocas mais recentes. É o preço, o sacrifício final para recuperar o atraso e selar uma paz duradoura com o tesouro.

O elenco de personagens que podem aspirar a este feliz resultado inclui pessoas físicas e jurídicas cujas fortunas não excedem a quantia mencionada de 35 milhões de pesos. Porém, a trama se complica, pois eles devem se enquadrar em um desses perfis, cada um mais crítico que o anterior:

Aqueles assediados por sobretaxas de débito determinadas por suas próprias mãos, ou aqueles cujas vidas financeiras estão sob a lupa dos poderes de verificação do SAT, um escrutínio que tudo vê.

Aqueles que lutam contra a hidra das sobretaxas e despesas de execução ligadas a créditos fiscais firmes, sentenças económicas das quais parece não haver recurso.

Aqueles marcados pelo ferro quente das multas fiscais federais, cicatrizes em sua história que clamam por serem curadas.

E aqueles que, já tendo embarcado no caminho do parcelamento, ainda carregam monstruosos saldos pendentes devido às sobretaxas, multas e aos temidos custos de execução.

Este pacto abrange um vasto território: as contribuições próprias, retidas, transferidas e até as intrincadas quotas compensatórias do comércio exterior. É uma oportunidade quase épica para a regularização da situação fiscal.

Aqueles excluídos do perdão: quando o passado fecha as portas

Mas toda grande história tem seus vilões, suas tragédias. Nesta história, nem todos conseguirão o perdão fiscal. Ficam de fora deste Éden contábil aqueles que já provaram o néctar do perdão nos programas generalizados de anos distantes como 2000, 2007 ou 2013. Para eles, não há segunda chance; o passado selou seu destino.

E no nível mais profundo deste inferno burocrático estão os intocáveis: aqueles que carregam o estigma de uma condenação final por crimes fiscais. Para estas almas caídas, não há programa, nem prazo, nem esperança que valha a pena. Sua sorte está lançada.

Enquanto o sol se põe neste dia 30 de setembro, uma corrida contra o tempo é travada em cada escritório, em cada casa, em cada consciência de um contribuinte endividado. É o último dia para apresentar o pedido desse benefício, para passar do lado da incerteza para o da tranquilidade. O SAT construiu a ponte, mas é o contribuinte quem deve dar o passo final antes que o relógio dê meia-noite e a oportunidade desapareça, talvez para sempre, na noite fria da omissão. O silêncio que se segue pode ser o mais caro de suas vidas.

Sua situação fiscal está pronta para enfrentar amanhã?Compartilhe este alerta crucial em suas redes sociais e ajude outras pessoas a não perderem esse prazo vital.Explore mais conteúdo relacionado para estar sempre um passo à frente em suas obrigações financeiras.

Sheinbaum reserva opinião sobre recomendação da CNDH para Ayotzinapa

O presidente aguarda mais avanços do Ministério Público e da Comissão da Verdade antes de se posicionar.

A Presidente Claudia Sheinbaum evitou tomar posição imediata sobre a recomendação 208VG/2026 da Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) no caso Ayotzinapa. A presidente disse que aguardará que a Comissão da Verdade e o Ministério Público apresentem maiores avanços.

Sheinbaum explicou que pediu à secretária do Interior, Rosa Icela Rodríguez, que fizesse uma análise exaustiva do documento da CNDH, chefiada por Rosario Piedra Ibarra. O objetivo é definir uma posição governamental com base nas novas descobertas.

“Prefiro que seja divulgado quais são os dados, qual a investigação que foi feita, quais as novas linhas de investigação que foram iniciadas após a nossa chegada ao governo (…) e que nesse quadro possa ser apresentado um parecer”, disse o chefe do Executivo.

Nenhuma participação do Governo no relatório

Sheinbaum esclareceu que o Governo Federal não participou da elaboração do relatório da CNDH. Reiterou o compromisso da sua administração com os pais e mães dos 43 estudantes normais desaparecidos para alcançar a verdade, a justiça e localizar os estudantes.

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FGR garante que Ruffo Appel não é perseguido por suas ideias

A FGR apresentou 96 provas contra o ex-governador Ruffo Appel por suposto contrabando de combustível.

FGR detalha as evidências contra Ruffo Appel

A Procuradoria-Geral da República (FGR) afirmou que o ex-governador da Baixa Califórnia, Ernesto Ruffo Appel, não está sendo investigado por motivos políticos ou ideológicos. A agência detalhou que foram integradas 96 provas contra ele, relacionadas à sua suposta participação em uma rede de contrabando de hidrocarbonetos.

Em comunicado, a FGR sublinhou que todos os procedimentos são realizados de acordo com o devido processo e respeito pela presunção de inocência. As provas incluem perícias em engenharia química, mecânica e elétrica, além de estudos de criminalística e fotografia técnica.

“Pareceres fotográficos, para documentar tecnicamente as conclusões e actos de investigação realizados; pareceres de criminalística, destinados a fixar, preservar, analisar e correlacionar as provas localizadas; e pareceres de identificação, para conhecer o tipo de hidrocarboneto, seja gasolina ou gasóleo”, sublinhou a FGR.

O vínculo com a empresa Ingemar

A investigação também se concentra na empresa Ingemar S.A. de C.V., da qual Ruffo Appel é acionista. A empresa foi fundada em agosto de 2018 na Cidade do México. Dois meses depois, Ruffo passou a integrar o capital variável da empresa. Em 2021, já figurava como acionista e secretário do Conselho de Administração, participando da tomada de decisões estratégicas em conjunto com José Merino Valdés Cuervo.

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Merlin Duck inspira coleção de tênis de edição limitada

O pato viral da Copa do Mundo de 2026 agora tem linha própria de calçados.

Merlin Duck, o pato que se tornou símbolo da torcida mexicana durante a Copa do Mundo de 2026, agora tem sua própria linha de calçados. A marca Panam lançou uma coleção de edição limitada inspirada no animal, como parte da inauguração de sua nova loja no Parque Toreo, Naucalpan.

A história começou quando um pato apareceu nas comemorações dos jogos da seleção mexicana. Ela rapidamente se tornou um fenômeno no TikTok e no Instagram, ganhando milhares de seguidores. Uma família o adotou e agora sua popularidade transcende as redes.

Detalhes da coleção

O design opta por uma silhueta esportiva na cor branca, com painéis lisos e acabamentos em camurça cinza claro na ponta e no calcanhar. Os atacadores são de um laranja intenso, numa referência ao bico de Merlin. O par inclui cinco pins colecionáveis ​​com diferentes ilustrações do pato, permitindo personalizar os tênis.

Como toque especial, o sapato traz um pingente de metal em formato de pato, preso por uma pequena corrente. Ele pode ser removido e usado como chaveiro. Além disso, vêm três conjuntos de cadarços: branco, laranja brilhante e laranja fosco.

Impacto e disponibilidade

A colaboração será vendida exclusivamente na nova loja Panam no Parque Toreo. Serão apenas 200 pares, em diferentes silhuetas, com preços de 549 a 949 pesos. Eles estarão disponíveis enquanto durarem os estoques.

Uma percentagem das vendas será destinada ao cuidado e proteção do Pato Merlin, transformando cada compra num apoio direto ao animal. Assim, uma história nascida na internet dá o salto para o mundo da moda.

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