Trump e Netanyahu: tensão privada
O presidente Donald Trump revelou que, durante um telefonema na segunda-feira, chamou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de “louco”. Ele fez isso em uma entrevista ao podcast “Pod Force One” do New York Post, publicado na quarta-feira. O presidente dos EUA disse que se sentiu “um pouco perturbado” com a escalada do conflito entre Israel e o Hezbollah no Líbano.
“Trabalhamos muito bem juntos. Gosto muito de Bibi. E trabalho muito bem com ele”, declarou Trump, usando o apelido de Netanyahu.
Apesar do comentário, ele insistiu que a relação continua forte. Ele evitou estabelecer um cronograma para o fim das hostilidades. Ele observou que o Estreito de Ormuz poderia permanecer fechado até 7 de setembro, embora considerasse isso improvável e esperasse uma resolução rápida.
Sobre o Irão, Trump afirmou que o Líder Supremo Mojtaba Khamenei está envolvido em conversações de paz. Ele disse que o líder iraniano enfrenta problemas de saúde após um ataque aéreo, mas “dizem que ele está dando aprovação” aos esforços diplomáticos.
Os combates continuam no Líbano
Enquanto isso, os confrontos entre Israel e o Hezbollah continuam em território libanês com novos ataques aéreos. As negociações mediadas pelos EUA procuram conter a escalada, mas diferenças – como a exigência israelita de desarmar o Hezbollah – mantêm incerto o caminho para um cessar-fogo duradouro.




