Tempestades derrubam árvores gigantes e paralisam CDMX

A fúria da natureza mostra seu poder na capital, deixando caos e adrenalina nas ruas.

Caos desencadeado: a cidade sob o flagelo da natureza

Como se uma mão invisível tivesse rasgado o céu, as chuvas e os ventos violentos caíram sobre a Cidade do México com uma fúria incomum. As árvores, testemunhas silenciosas de décadas, caíram como soldados derrotados no campo de batalha, arrastando consigo cabos, luzes e a tranquilidade de uma metrópole que luta para se manter de pé.

Insurgentes e Sullivan: o gigante que caiu

No coração do bairro de San Rafael, um colosso de 20 metros de altura e 80 centímetros de espessura desabou na Avenida Insurgentes, como se os deuses do clima tivessem decidido cortar sua existência pela raiz. A estrada transformou-se num labirinto de ramos e troncos, um espetáculo dantesco que obrigou os valentes bombeiros a travar uma batalha contra o tempo e a madeira. Felizmente, ninguém ferido lamentou a queda, mas o trânsito tornou-se um rio estagnado de frustração.

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Narvarte Westeros: A tempestade imperdoável

Enquanto isso, na colônia Narvarte Poniente, outro titã medindo 12 metros e 1,10 metros de diâmetro rendeu-se ao ataque do vento. Sua queda foi tão violenta que destruiu uma luminária, arrancou cabos de fibra óptica e esmagou três veículos inocentes que aguardavam apenas o fim da tempestade. Uma cena apocalíptica que, milagrosamente, não ceifou vidas humanas, mas deixou um claro aviso: a natureza não perdoa.

O alerta da proteção civil: o pior ainda pode estar por vir

As autoridades, com vozes profundas e rostos sérios, alertaram a população: “Isto não acabou.”. Segundo as previsões, as fortes chuvas continuarão, acompanhadas de ventos com força de furacão de até 40 quilômetros por hora, granizo e raios que poderão transformar as ruas em rios perigosos. A recomendação é clara: extrema cautela, evite sair se não for necessário e fique alerta a qualquer sinal de perigo.

CDMX, cidade que costuma vibrar com uma energia inesgotável, hoje respira com cautela, aguardando o próximo capítulo desta saga climática que deixou em seu rastro destruição, adrenalina e uma pergunta no ar: O que mais o céu furioso trará?

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Ex-diretor da Pemex é preso por violência familiar

O ex-diretor da Pemex foi preso em Narvarte após denúncia de sua esposa por agressões físicas.

A prisão

Víctor Rodríguez Padilla, ex-chefe da Petróleos Mexicanos, foi preso na tarde desta terça-feira, 7 de julho, no bairro Narvarte, prefeitura de Benito Juárez. Elementos da Procuradoria-Geral da Cidade do México o prenderam às 17h32. na rua Monte Albán 20, em frente a um café, segundo o Registro Nacional de Detenções.

O ex-funcionário, de 1,78 metros de altura, pele e cabelos brancos, vestia camisa branca e calça social. Ele foi colocado à disposição do Ministério Público Comum sem que o crime constasse dos autos.

A reclamação

Rodríguez Padilla é acusado de violência familiar. Sua esposa, a engenheira nuclear María Felicia Jiménez Lavie, relatou os ataques físicos que sofreu e solicitou proteção por meio de um vídeo transmitido nas redes. Em seu depoimento ao EL UNIVERSAL, ela relatou que o ataque de 15 de março — registrado em gravações — não foi um evento isolado, mas sim o ponto mais alto de uma escalada que começou em 2022 com abusos verbais e físicos, incluindo um incidente em que seu marido a esfaqueou com uma caneta na mão.

“Primeiro houve insultos verbais, depois uma bofetada, um empurrão, mas como este, que foi muito brutal, até tive muitas dores ao caminhar durante vários dias”, disse o denunciante.

No dia 29 de junho, a presidente Claudia Sheinbaum Pardo pediu que todo o peso da lei fosse aplicado às denúncias de violência familiar. Destacou que, desde os fatos ocorridos em Morelos, a Procuradoria Geral do Estado de Morelos investigará o caso e determinará a sanção penal. “Ninguém estará protegido de um ato como este”, disse o presidente.

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Revogação de mandato em Veracruz: 750 mil assinaturas e novos prazos

Congresso de Veracruz aprova reforma para revogação com 750 mil assinaturas e prazos definidos.

Os detalhes da reforma

O Congresso de Veracruz aprovou uma reforma constitucional que especifica os mecanismos de Revogação de Mandato. A medida poderá ser aplicada a partir de 2028, desde que sejam recolhidas pelo menos 750 mil assinaturas de cidadãos.

A votação foi de 39 votos a favor, 5 contra e 2 abstenções. O inciso B) do inciso VI do artigo 15 da Constituição local foi reformado.

O procedimento estabelece que durante o mês anterior ao encerramento do terceiro ano de governo, os promotores da revogação devem recolher assinaturas equivalentes a 10% da lista nominal do estado, ou seja, 750 mil apoios. Além disso, esse percentual deve ser distribuído em pelo menos metade mais um dos municípios de Veracruz, e em cada um deles representar pelo menos 3% dos eleitores registrados.

Uma vez recolhido, o pedido é apresentado ao Órgão Público Eleitoral Local, que terá 30 dias corridos para verificar as assinaturas e, caso atendido, emitir o edital.

O deputado de Morena, Luis Vicente Aguilar Castillo, defendeu a reforma:

“A participação cidadã não se mede pela facilidade de acionamento de um procedimento, mas pela capacidade de demonstrar que existe uma vontade coletiva, autêntica e amplamente apoiada pelo povo.”

Em contrapartida, a deputada do Movimento Cidadão, María Elena Córdova Molina, votou contra. Ele considerou que a reforma reduz o tempo de coleta de assinaturas e que as regras são ajustadas conforme o caso.

“Os homens e mulheres de Veracruz exigem mecanismos eficazes e transparentes para expressar a sua voz e os seus sentimentos”, disse ele.

A integrante do PRI Ana Rosa Valdés Salazar também criticou as novas exigências:

“É quase impossível cumprir as novas exigências”, considerando que elas aumentam a lista de eleitores signatários e exigem distribuição pela metade mais um dos municípios.

A reforma procura definir as regras de um processo que, se estiverem reunidas as condições, poderá ser ativado em 2028.

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Mais de uma tonelada de cocaína apreendida em navio mercante

Operação conjunta impede que mais de dois milhões de doses cheguem às ruas.

Elementos da Secretaria da Marinha (Semar) e da Alfândega Marítima de Lázaro Cárdenas, Michoacán, localizaram e apreenderam 20 pacotes com mais de uma tonelada de cocaína a bordo de um navio mercante.

A fiscalização foi realizada com apoio de equipes caninas especializadas na detecção de substâncias ilícitas. Os pacotes com possível cocaína foram disponibilizados ao Ministério Público, que fará parte da pasta de investigação.

Com esta garantia, mais de dois milhões de doses, no valor de mais de 250 milhões de pesos, foram impedidas de chegar às ruas. A Procuradoria-Geral da República (FGR) e a Secretaria de Segurança e Proteção ao Cidadão (SSPC) também participaram da operação.

Coordenação interinstitucional

O Gabinete de Segurança destacou que o resultado reflecte a eficácia da coordenação entre as autoridades marítimas e aduaneiras para reforçar a segurança nos portos nacionais, através de operações permanentes de vigilância marítima, portuária, aérea e terrestre.

O navio mercante Wan Hai A20 atracou no Terminal Multiuso II. Sua possível ligação com uma organização criminosa está sendo investigada. As tropas inspecionaram 36 contêineres com a mesma origem do contêiner alertado em Puerto Quetzal, Guatemala.

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