Um clássico que foi decidido nos detalhes
A atmosfera estava quente. Toluca pintou as arquibancadas do Hidalgo de vermelho, mas os Tuzos em casa não encolheram. Estufaram o peito quando mais precisaram e resgataram um ponto que parecia perdido. O placar final, 1 a 1, reflete a paridade entre dois pesos pesados.
As estrelas prometeram, mas o jogo era outra coisa. Foi um jogo difícil, com muitas disputas e poucas jogadas claras. Salomón Rondón e Federico Pereira se enfrentaram durante toda a partida. Alexis Vega e Oussama Idrissi procuraram, mas não encontraram a chave.
“Se tiver que escolher, darei prioridade à Copa dos Campeões”, declarou Antonio ‘El Turco’ Mohamed.
Mesmo assim, seu time segue invicto após 12 partidas. A torcida rubro-negra já sonha com o tricampeonato.
A notícia que mudou o vestiário
Enquanto as equipes descansavam, uma bomba chegou para um de seus homens. Paulinho descobriu que Roberto Martínez o estava chamando para a seleção de Portugal. Ele fará parte da seleção que enfrentará México e Estados Unidos em amistosos preparatórios.
O tricampeão artilheiro da Liga MX estará presente na reabertura do Coloso de Santa Úrsula. Ótimas notícias pessoais no meio da batalha coletiva.
Um gol tardio e outro anulado
Franco Romero (45′) colocou o Toluca em vantagem pouco antes do intervalo, aproveitando um erro defensivo. Os Devils dominaram, mas relaxaram quando deveriam ter pressionado mais.
Esteban Solari mexeu nas peças. Mandou Elías Montiel para o meio-campo e a aposta deu certo. A 20 minutos do fim, o jovem venceu Hugo González com um remate rasteiro ao primeiro poste. Empate.
O Pachuca, que segue invicto em casa, conseguiu vencer no final. Mas o gol de Luis Quiñones nos minutos finais foi anulado por impedimento. Um ponto para cada um, o que significa pouco para ambos.
No final, Fernando Arce viu cartão vermelho direto por uma entrada forte. Um amargo epílogo de um duelo que deixou mais lutas do que um futebol brilhante.




