Tigres chega às quartas de final com derrotas importantes

A equipe Auriazul enfrenta a série sem três peças-chave, enquanto o drama médico rouba os holofotes.

Quando a lesão joga como meio-campista: Tigres sem sua estrela brasileira

Parece que o destino decidiu que os Tigres jogariam esta Liguilla no modo *hardcore*. Nem Rafael Carioca nem Joaquim Pereira viajaram para Aguascalientes para o jogo de ida contra o Necaxa, porque aparentemente seus corpos escolheram este momento para se rebelar. Carioca, o homem que normalmente corta jogadas como se fosse um *spoiler* na Netflix, está afastado devido a uma infecção que o deixou nocauteado desde a partida contra o Cruz Azul pela Liga dos Campeões da Concacaf. Joaquim, por sua vez, sofreu uma pancada no joelho direito que o fez treinar como se fosse um *influenciador de yoga*: sozinho e sem contato.

O buraco do tamanho de Gignac no ataque

Mas a cereja do bolo é a ausência de André-Pierre Gignac, que ainda está em modo *pós-cirurgia* com a perna direita. O francês, terceiro maior artilheiro de todos os tempos em campeonatos (34 gols, porque claro, quem está contando?), é o tipo de jogador que faz os torcedores respirarem aliviados… quando está em campo. Juan Brunetta resumiu perfeitamente em uma conferência: *”Não ter André é como tirar o abacate de um millennial: tecnicamente você pode viver, mas a que custo emocional?”* (Ok, parafraseamos um pouco, mas você entendeu).

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Enquanto isso, Juan Pablo Vigón e Rómulo Zwarg preparam-se para cobrir estas lacunas como quem usa fita adesiva para fixar um móvel IKEA: funcional, mas não ideal. Isso funcionará? Na quinta saberemos.

A moral? No futebol, assim como no Tinder, as ausências machucam… mas o show tem que continuar. E se Necaxa achou que isso seria fácil, não fique muito confiante: os felinos sempre têm mais de uma vida.

Dói tanto para você quanto para nós não ver Gignac em campo? Compartilhe este artigo com a hashtag #TigresEnModoSurvival e acompanhe nossa cobertura para não perder nenhum drama do futebol médico.

Aguirre: ‘Não vou repetir erros do passado’

O ‘Vasco’ garante que aprendeu com as eliminações de 2002 e 2010 e destaca o apoio local.

Aos 67 anos e com mais de três décadas como diretor técnico, Javier Aguirre continua em vigor. Em sua terceira etapa à frente da Seleção Mexicana, conquistou a melhor fase de grupos do El Tri em uma Copa do Mundo. Agora, diante do duelo das oitavas de final contra o Equador, ele tem certeza de que não quer repetir os erros do passado.

Lições de Aguirre

“Aprendi muitas coisas nesses dois jogos (as eliminações de 2002 e 2010), com certeza errei, mas é importante não cometer o mesmo erro, seria um duplo erro; agora é um momento diferente, até a nível pessoal, e a grande diferença é o nosso campo, que é como nunca antes o nosso grande número 12”, declarou em conferência de imprensa.

O “Vasco” destacou o entusiasmo da torcida mexicana:

“Temos consciência de que temos um país que nos apoia e isso nos motiva muito, por isso diria que estamos todos muito entusiasmados com o que está por vir.”

Aguirre passou por quatro eliminações em Copas do Mundo: como jogador no México em 1986, como assistente técnico nos Estados Unidos em 1994 e como técnico na Coreia-Japão em 2002 e na África do Sul em 2010. Quando questionado sobre o que faltava ao El Tri para fazer história, ele respondeu:

“As eliminações sempre tiveram um culpado, que com certeza é o treinador. Poderíamos relembrar eliminações difíceis e fazer 20 mil histórias para entender o que foi feito de errado, mas as vitórias são dos jogadores e as derrotas dos treinadores, e eu me incluo.”

Ele evitou buscar explicações externas:

“Destino, acaso, arbitragem, sorte, isso não importa para mim. Tanto em 2002 quanto em 2010 houve acontecimentos específicos que nos prejudicaram, mas não passa de uma justificativa absurda depois de tanto tempo.”

Nesta Copa do Mundo, a terceira disputada em casa, Aguirre chega com cicatrizes de batalhas perdidas. Aquelas que servem de combustível para querer mudar a história.

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Lewandowski deixa o Barcelona e assina com o Chicago Fire da MLS

O artilheiro polonês assina por dois anos com o clube da MLS.

Robert Lewandowski, novo jogador do Chicago Fire

O atacante polonês Robert Lewandowski, artilheiro de todos os tempos de sua seleção e ex-astro do Barcelona, jogará na Major League Soccer com o Chicago Fire. O clube anunciou nesta segunda-feira um contrato de dois anos, sujeito à obtenção de visto e certificado de transferência internacional.

Lewandowski, que completa 38 anos no dia 21 de agosto, se junta ao time que está em terceiro lugar na Conferência Leste, com 26 pontos em 14 jogos, apenas no intervalo da Copa do Mundo. A franquia abriu um centro de treinamento no ano passado e está construindo o McDonald’s Park, estádio próprio que seria inaugurado em 2028. Sua possível estreia seria no dia 16 de julho, contra o Vancouver.

Carreira europeia e figuras-chave

Com o Barcelona, Lewandowski conquistou três títulos da La Liga (incluindo esta temporada) e uma Copa del Rey. Em 192 jogos pelo clube catalão marcou 119 gols. Ele chegou do Bayern de Munique em 2022 por US$ 52 milhões. Na Bundesliga, com as camisas do Bayern e do Borussia Dortmund, ele marcou 312 gols em 384 jogos e conquistou 10 campeonatos.

Pela seleção nacional, Lewandowski disputou um recorde de 167 partidas internacionais desde sua estreia em 2008, contra San Marino. Seus 89 gols são o dobro de qualquer outro polonês. No entanto, ele disputou apenas duas Copas do Mundo, chegando às oitavas de final em 2022. Depois de não conseguir se classificar para a Copa do Mundo deste ano, ele sugeriu sua aposentadoria internacional. Os próximos compromissos da Polónia são na Liga das Nações, em Setembro.

Lewandowski ocupará a posição de Jogador Designado, um dos três elencos que lhe permitem ultrapassar o teto salarial. Seu contrato vai até a temporada 2027-28, incluindo o restante de 2026 e a minitemporada de 2027, antes que a liga adote o calendário europeu do verão à primavera.

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Paraguai derrota Alemanha nos pênaltis e avança às oitavas de final

O Paraguai derrota a Alemanha nos pênaltis e avança às oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

A seleção paraguaia conquistou uma passagem histórica às oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Venceu a Alemanha por 4 a 3 na disputa de pênaltis, depois de empatar em 1 a 1 no tempo regulamentar. O jogo foi disputado no Boston Stadium.

A façanha dos onze passos

O Paraguai perdeu os dois últimos pênaltis na disputa de pênaltis, que deu vida à Alemanha. Porém, em morte súbita, Tah errou o chute e Canale marcou o gol que selou o passe sul-americano.

No primeiro tempo, aos 42 minutos, Julio Enciso abriu o placar de cabeça dentro da pequena área. O chute ultrapassou o goleiro alemão Manuel Neuer e a defesa rival.

A Alemanha reagiu no segundo tempo. Aos 54, Kai Havertz empatou com uma cabeçada certeira. O domínio alemão cresceu, mas o guarda-redes Orlando Gill respondeu com várias defesas importantes para manter o empate.

O placar não mudou nos 90 minutos, então o jogo foi para a prorrogação. Perto do final da primeira prorrogação, a Alemanha marcou um gol que foi anulado por falta contra Gill.

Ambas as equipes buscaram o gol da vitória sem sucesso. Nos pênaltis, a Alemanha errou três chutes e o Paraguai acertou quatro. A classificação foi definida em rodada.

Agora o Paraguai espera um rival pelas oitavas de final: ele sairá do duelo entre França e Suécia.

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