Quando a lesão joga como meio-campista: Tigres sem sua estrela brasileira
Parece que o destino decidiu que os Tigres jogariam esta Liguilla no modo *hardcore*. Nem Rafael Carioca nem Joaquim Pereira viajaram para Aguascalientes para o jogo de ida contra o Necaxa, porque aparentemente seus corpos escolheram este momento para se rebelar. Carioca, o homem que normalmente corta jogadas como se fosse um *spoiler* na Netflix, está afastado devido a uma infecção que o deixou nocauteado desde a partida contra o Cruz Azul pela Liga dos Campeões da Concacaf. Joaquim, por sua vez, sofreu uma pancada no joelho direito que o fez treinar como se fosse um *influenciador de yoga*: sozinho e sem contato.
O buraco do tamanho de Gignac no ataque
Mas a cereja do bolo é a ausência de André-Pierre Gignac, que ainda está em modo *pós-cirurgia* com a perna direita. O francês, terceiro maior artilheiro de todos os tempos em campeonatos (34 gols, porque claro, quem está contando?), é o tipo de jogador que faz os torcedores respirarem aliviados… quando está em campo. Juan Brunetta resumiu perfeitamente em uma conferência: *”Não ter André é como tirar o abacate de um millennial: tecnicamente você pode viver, mas a que custo emocional?”* (Ok, parafraseamos um pouco, mas você entendeu).
Enquanto isso, Juan Pablo Vigón e Rómulo Zwarg preparam-se para cobrir estas lacunas como quem usa fita adesiva para fixar um móvel IKEA: funcional, mas não ideal. Isso funcionará? Na quinta saberemos.
A moral? No futebol, assim como no Tinder, as ausências machucam… mas o show tem que continuar. E se Necaxa achou que isso seria fácil, não fique muito confiante: os felinos sempre têm mais de uma vida.
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