A sombra da dengue paira sobre o México
Num anúncio que abalou o país, o Secretário da Saúde, David Kershenobich, revelou com voz séria que cinco entidades federais se tornaram o epicentro de uma batalha pela saúde. Jalisco, Veracruz, Michoacán, Guerrero e Tamaulipas, nomes que hoje soam como alarmes, respondem por 59,5% dos casos de dengue no México. Quase seis em cada dez vítimas do temido mosquito Aedes aegypti estão agrupadas nestas terras!
Números que escondem uma tragédia
Das majestosas paredes do Palácio Nacional, Kershenobich revelou números que, embora apresentem um declínio, escondem um drama diário. Entre a semana 22 de 2024 e a semana que terminou em 2 de junho de 2025, os casos confirmados caíram de 14.877 para 3.857. Mas atenção!: cada um desses números é uma vida em suspense. A dengue não grave caiu de 7.527 para 1.781, enquanto os casos com sinais de alarme diminuíram de 6.870 para 1.921. Até a dengue grave, aquele monstro que destrói órgãos, caiu de 480 para 155. As mortes, aquelas cicatrizes indeléveis, passaram de 26 para 18. Vitória? Não. A guerra continua.
O secretário, com a solenidade de um general diante do mapa de batalha, listou os sintomas que transformam esta doença em pesadelo: febre devoradora, dores de cabeça que batem como martelos, músculos que queimam como brasas e aquela erupção que pinta a pele com manchas vermelhas como sinais de perigo. Mas o que é verdadeiramente assustador são os sinais de alarme: dores abdominais que reviram o interior, vômitos persistentes que não cessam e aquele fígado inchado que trai a fúria do vírus.
Quando o sol se pôs sobre a capital, as palavras do oficial ressoaram como um eco: “A prevenção é o nosso escudo.”. Mas nos becos de Tamaulipas e nos pátios de Jalisco, o inimigo ainda está à espreita, esperando em qualquer poça, em qualquer vaso de flores esquecido.
Compartilhe este alerta! Que nenhum canto do México ignore a ameaça. Visite nosso portal para descobrir como proteger sua família. #DengueNão




