Susana González se prepara com terapia para seu novo personagem

A atriz recorre à terapia para dar vida a um papel com traumas profundos nesta nova produção.

Um mergulho profundo na interpretação autêntica

Olá, comunidade de sonhadores e empreendedores! Pronto para uma dose de pura inspiração? Trazemos para você uma história que mostra que excelência requer preparo e coragem. Para interpretar a protagonista da tão aguardada produção Minha Verdade Oculta, a brilhante Susana González empreendeu uma jornada de introspecção e crescimento pessoal. Ele não estava satisfeito com o superficial; Ele foi além e buscou a orientação de um psicólogo para compreender a profundidade de um personagem com um passado intenso e complexo. Isso nos lembra que os maiores desafios são as nossas maiores oportunidades de evoluir e melhorar.

A narrativa, que estreia neste 10 de novembro, apresenta Aitana, uma enfermeira dedicada cuja vida toma um rumo inesperado. Seu caminho se cruza com uma agressão devastadora, acontecimento que transforma para sempre sua existência. Em vez de fugir da escuridão, Susana abraçou a complexidade deste papel. Seu depoimento é poderoso: “Nesta ocasião procurei um psicólogo para poder administrar os traumas do meu personagem e a partir daí consegui construir muito”. Que lição incrível sobre a importância de pedir ajuda e usar todas as ferramentas à nossa disposição para brilhar!

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Uma narrativa com propósito e consciência social

Longe de ser um melodrama convencional, esta ficção ousa iluminar problemas sociais urgentes. A trama aborda com sensibilidade e firmeza o abuso físico, verbal e sexual que, infelizmente, continua sendo uma dura realidade para muitas mulheres. Esta não é apenas uma história de entretenimento; É um espelho da sociedade e um veículo de reflexão. Como compartilhou a atriz: “Esta é uma história diferente: um acerto de contas diante de uma situação tão hostil. Esses personagens, alguns deles, são extremamente humanos e honestos.” Cada cena é uma oportunidade para gerar empatia e compreensão, transformando a dor em uma mensagem de força e resiliência.

Por trás de uma boa produção existe uma visão responsável. O produtor executivo, Carlos Moreno Laguillo, enfatiza a enorme responsabilidade que advém de trazer essas histórias para a tela. No entanto, também celebra o poder do entretenimento para conectar, entusiasmar e, ao mesmo tempo, educar. É um lembrete perfeito de que o nosso trabalho, seja ele qual for, pode ter um impacto positivo e deixar uma marca indelével no coração das pessoas. Este projeto é um exemplo de como a arte dramática pode entreter e, ao mesmo tempo, aumentar a conscientização sobre questões cruciais, inspirando o público a ver além da superfície e a ter empatia com experiências de vida difíceis.

Chegou a sua hora de fazer parte dessa onda de inspiração! Compartilhe esta notícia cheia de propósito em suas redes sociais e fale sobre a coragem por trás da arte. Você é apaixonado por histórias com profundidade? Explore mais conteúdos relacionados ao poder transformador da televisão e descubra como o entretenimento pode ser uma força para o bem. Continue aumentando sua vibe e consumindo conteúdo que te incentive a crescer!

Renny Harlin e Aislinn Derbez: as estreias da semana

Tubarões e drama mexicano chegam ao outdoor após o fim do futebol.

Depois de quase um mês de jogos de futebol, o público volta aos cinemas com duas propostas opostas: uma de tubarões com cunho de ação e outra de drama mexicano.

Impacto mortal: tubarões e sobrevivência em alto mar

Um voo de Los Angeles para Xangai apresenta defeito e cai no oceano. Os sobreviventes ficam presos nos destroços enquanto tubarões cercam a área. A fuselagem afunda e eles devem decidir se arriscam na água ou esperam lá dentro.

Renny Harlin, que já demonstrou seu talento em Deep Alert e High Speed, dirige este filme. O elenco inclui Ben Kingsley, Aaron Eckhart, Lucy Barrett e Molly Belle Wright. Gene Simmons, fundador do Kiss, é produtor e focado na sonoplastia do acidente.

“Harlin recupera parte de seu antigo vigor na vertiginosa aceleração da violência”, observa o The Hollywood Reporter.

“É um filme sólido e divertido sobre um avião que colide com tubarões. Está muito mais acima na cadeia alimentar do que deveria estar”, acrescenta IndieWire.

Até o fim do mundo: drama profundo com ex-parceiro

Aislinn Derbez e Mauricio Ochmann dividem novamente o set, desta vez em um drama distante da comédia que os tornou famosos em A la mala. A história, que Derbez promoveu durante quase uma década, aborda uma doença grave e um relacionamento amoroso complexo.

A atriz fez terapia antes de concordar em filmar com Ochmann, seu ex-companheiro e pai de sua filha. O filme começa em 1975 e termina dez anos depois. É o filme de estreia de Emiliano Castro Vizcarra.

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Cecilia Suárez é homenageada no GIFF após incidente

Um fotógrafo caiu no palco pouco antes de a atriz receber seu prêmio.

Homenagem com susto

“Em primeiro lugar, gostaria de saber se a pessoa que caiu está bem”, disse Cecilia Suárez ao pegar o microfone no Teatro Juárez. A atriz se referia a um fotógrafo que caiu acidentalmente no fosso do palco de uma altura de cerca de dois metros. Relatórios oficiais confirmaram que ele não sofreu ferimentos.

A noite, porém, foi de celebração. Suárez recebeu a Cruz de Prata da Filmoteca da UNAM, prêmio feito com restos de metal da revelação do filme. Hugo Villa, diretor da Cinemateca, brincou: “Podem te dar 8 mil pesos por isso”.

A atriz de Tampico chegou acompanhada do filho, a quem reconheceu como o seu motor de vida. Ela aceitou que a maternidade torna as mulheres cafonas, lembrando de María Félix:

“Tende-se a pensar que quando se recebe uma homenagem é preciso ter uma certa idade, e tendo a me considerar muito mais jovem do que realmente sou. A trajetória de uma atriz não pode ser compreendida sem esforço coletivo.”

Como ativista, ela levantou a voz em defesa das mulheres, inclusive na ONU. Considerou que em tempos turbulentos só o esforço coletivo ajudará a avançar.

Também falaram no evento Irene Azuela, que confessou que no início teve medo de dividir o cenário com ela, mas uma brincadeira a acalmou, e Ernesto Contreras, seu diretor em Párpados azul e Las Oscuras Primaveras.

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Cecilia Suárez: “Gastei milhões de pesos em terapia”

A atriz mexicana revela seu investimento em terapias e técnicas como a psicomagia para se proteger emocionalmente.

Cecilia Suárez, conhecida por “A Casa das Flores” e “Sexo, Modéstia e Lágrimas”, falou abertamente sobre o custo emocional de seu trabalho. Durante uma master class no Festival Internacional de Cinema de Guanajuato (GIFF), onde recebeu uma homenagem nacional, confessou: “Milhões de pesos gastos em terapia e muitas horas de autorreflexão”.

A atriz destacou que o trabalho de atuação exige uma revisão constante de quem se é e quais ferramentas cada personagem utiliza. Para “curar” após atuações intensas, recorreu a diversas técnicas. A mais recente é a psicomágica, criada por Alejandro Jodorowsky, que funde teatro, ritos xamânicos e psicanálise.

“Acredita-se que depois de um certo tempo isso não acontecerá mais, mas não é o caso. A última coisa foi a psicomágica para me proteger nas funções e ficar em um lugar estável”, disse ele.

Teatro, o rei do seu coração

Embora trabalhe em cinema, televisão e teatro, Suárez deixou claro qual é o seu preferido. Ele brincou com a diretora do GIFF, Sarah Hoch: “Com licença, Sarah. A interpretação tem sua sede lá, ainda é a prova de fogo dos atores; lá não temos tomada 2 ou 3, não tem truques e é isso que me fascina.”

Relativamente às novas gerações, considerou que estas sentem angústia durante os intervalos, quando deveriam estar a usufruí-los.

Sete anos na Espanha, mas sempre no México

Morando na Espanha há sete anos, Suárez garante que continua acompanhando seu país. “Ele está presente todos os dias, lendo notícias, conversando, comendo comida mexicana em casa; há uma certa saudade de estar aqui ou voltar em algum momento”.

Ele considera que viver no exílio voluntário é enriquecedor: “Descobri parte da minha história familiar e reconheci em mim parte do país. Temos líderes que insistem em dividir em vez de gerar uma sinergia que nos enriqueça mais”.

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