Suri Cueva brilha com prata em casa na Diving Cup

Suri Cueva conquista a prata na Guadalajara Diving Cup e dedica a vitória às irmãs.

Excelente desempenho de Suri Cueva

A mergulhadora de Guadalajara Suri Cueva fechou a Guadalajara Diving Cup com um broche de prata. Na final da plataforma de 10 metros, ela alcançou 310,03 pontos, superada apenas pela representante da China, que somou 369,40. O público do Centro Aquático Metropolitano comemorou sua atuação.

Cueva deixou o nervosismo para trás e mostrou confiança a cada salto. Com o apoio da família nas arquibancadas, ela venceu concorrentes do Canadá e da Alemanha. Horas antes, ela viu suas irmãs Mi e Lia Cueva conquistarem a medalha de ouro para o México.

“É um sonho poder vencer como minhas irmãs. Elas me inspiram, foi especial vencer a nossa família. O sonho é chegarmos juntas a Los Angeles 2028”, disse a atleta.

Fechando com 10 medalhas para o México

A medalha de prata teve um significado especial. A mais velha das irmãs Cueva dividiu o pódio com a capital Samantha Jiménez, que conquistou o bronze com 302,15 pontos. Com este resultado, o México terminou a competição com um total de 10 medalhas em quatro dias de atividade.

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Guillermo Ochoa pendura as luvas: adeus a uma lenda do futebol

Guillermo Ochoa anuncia sua aposentadoria após 20 anos de carreira e sendo o mexicano com mais Copas do Mundo.

A despedida de um ícone

Guillermo Ochoa, goleiro mexicano que disputou seis Copas do Mundo, anunciou sua aposentadoria do futebol profissional. Aos 41 anos, o goleiro que é símbolo do Tricolor e multicampeão com o América, compartilhou a novidade em suas redes sociais.

“Dei tudo, deixei tudo… Nas minhas equipes e na minha seleção. E hoje entrego as luvas”, escreveu.

Sua carreira durou mais de duas décadas. Desde o início no Coapa até brilhar na Europa com Ajaccio, Málaga, Standard de Lieja e Salernitana. No México, defendeu o América em duas etapas e conquistou títulos da Liga, Copa e Concachampions.

Um legado indelével

Ochoa foi titular em cinco Copas do Mundo consecutivas (2006, 2010, 2014, 2018, 2022) e entrou como reserva em 2002, sem jogar. Sua atuação contra o Brasil em 2014 e suas defesas contra a Holanda em 2014 fazem parte da memória coletiva.

Além disso, conquistou a medalha de bronze em Tóquio 2020 pela seleção mexicana sub-23.

“A minha selecção ensinou-me a verdadeira dimensão desta responsabilidade. E talvez por isso o destino quis que tudo terminasse onde começou: o Estádio Azteca”, disse.

Sua despedida fecha um capítulo para o futebol mexicano. Deixa um registo de jogos pela Seleção Nacional (150+) e um exemplo de profissionalismo.

“A quem vier depois, confie: o arco não pede perfeição, pede orgulho”, concluiu Ochoa.

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México sub 23 inicia defesa do ouro nos Jogos Centro-Americanos

O México inicia sua jornada na República Dominicana no dia 30 de julho contra a Venezuela.

Caminho para a estreia

No dia 30 de julho, a seleção mexicana sub-23 estreia contra a Venezuela, no estádio Cibao, na República Dominicana. É assim que começa sua participação nos Jogos Centro-Americanos e do Caribe, onde buscarão defender a medalha de ouro obtida há três anos em El Salvador.

Liderada por Eduardo Arce, a equipe enfrentará Vinotinto, os donos da casa e a Guatemala na primeira fase. O México é o país com mais medalhas de ouro no futebol masculino na história do torneio. Eles sabem que são obrigados a repetir.

Vozes do time

O zagueiro central do Necaxa, Diego Ochoa, reconheceu os desafios: “Será um torneio complicado, temos consciência disso. Entraremos na República Dominicana onde não sabemos as condições nem como será o campo.

Ochoa também falou sobre a ligação com os torcedores: “Continuamos com aquela nostalgia de orgulho que nos fizeram sentir na recente Copa do Mundo.

Eduardo Arce analisou os rivais: “Conhecemos um pouco melhor a Guatemala. Fizemos alguns amistosos com a Venezuela, não sabemos quem vão levar, mas já temos alguns progressos”. Concluiu que “a obrigação está sempre presente, ainda mais nestas competições onde o México se destaca. É preciso sempre tentar vencer”.

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Conade anuncia prêmios econômicos para medalhistas centro-americanos

México anuncia recompensas em dinheiro para seus medalhistas em Santo Domingo 2026. Saiba os valores.

Incentivos econômicos para atletas

Horas antes do início dos Jogos Centro-Americanos e do Caribe Santo Domingo 2026, a delegação mexicana recebeu notícias animadoras. A Comissão Nacional de Cultura Física e Desporto (Conade) confirmou incentivos econômicos para quem obtiver medalhas.

Em testes individuais, ouro pagará 50 mil pesos; prata, 30 mil; e o bronze, 15 mil. Nas competições compartilhadas os valores são: 30 mil para o primeiro colocado, 15 mil para o segundo e 10 mil para o terceiro colocado. Por equipes, cada integrante receberá 15 mil de ouro, 10 mil de prata e 8 mil de bronze.

Reconhecimento dos treinadores

Os treinadores também serão recompensados com base no desempenho de seus atletas. Nas pessoas físicas: 50 mil pesos para cada ouro, 24 mil para prata e 7.500 pesos para bronze. Em provas compartilhadas: 30 mil, 12 mil e 5 mil, respectivamente. Em equipes: 15 mil, 8 mil e 4 mil.

Segundo o Conade, tanto atletas quanto treinadores receberão apenas o incentivo da medalha de maior valor que conquistarem durante a competição. O México buscará confirmar seu domínio no quadro de medalhas regional.

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