Os reis do norte continuam a aquecer o metal
Ah, que surpresa (não), os Sultões de Monterrey (6-2) decidiram bancar o ferreiro e literalmente derreter os pobres Acereros de Monclova (2-6). Com a vitória por 4 a 1, eles não só garantiram a série por 2 a 0, como também passaram a flertar com a liderança da Zona Norte, pois o que seria do beisebol sem um pouco de drama desnecessário?
Primeira entrada: quando a piscina é mais emocionante do que o seu salário
O nono colocado do Monterrey, num ato de extrema generosidade, marcou no primeiro turno para que a torcida não sofresse muito. Ramiro Peña, num gesto quase poético, acertou uma bola rasteira que, contra todas as probabilidades, não ficou presa na luva do primeira base. A bola chegou ao campo direito, onde Jecksson Flores (abençoe sua paciência) a recolheu, permitindo que Donovan Casey marcasse como se sua vida dependesse disso. 1 a 0, e o estádio explodiu em júbilo… ou pelo menos é isso que nos fazem acreditar.
Terceira entrada: Zoilo Almonte e seu romance com as arquibancadas
Para o terceiro episódio, Zoilo Almonte decidiu que era hora de dar um pouco de emoção ao assunto. Com uma rebatida que provavelmente acordou metade do Monterrey, ele mandou a bola por todo o campo direito, deixando o arremessador Austin Warner se perguntando se não deveria fazer outra coisa. 2 a 0, e os Steelers começaram a suar mais do que sorvete ao sol.
Mas Monclova, num ataque de dignidade (ou talvez por engano), marcou naquele mesmo turno. Jecksson Flores acertou uma bola rasteira que, contra todas as probabilidades, não foi engolida pelo solo, permitindo a Juan Mora marcar. 2 a 1, e por um segundo alguém na arquibancada pensou: “Será que é?” Spoiler: não, não seria.
Quinta entrada: Monterrey ativa o modo crush
No quinto turno, os sultões decidiram que já era teatro suficiente. Zoilo Almonte voltou à briga com uma rebatida para a direita, permitindo que Daniel Castro chegasse em casa como se tivesse um trem para pegar. Então, Ramiro Peña acertou outra bola rasteira e, após uma saída forçada (porque era preciso manter algum drama), Asael Sánchez subiu na base como se fosse um tapete vermelho. 4-1, e os Steelers começaram a observar o relógio.
O final: Quando o placar adormece
As últimas quatro entradas foram tão emocionantes quanto ver a tinta secar. Sem corridas, sem emoção, apenas o som dos fãs se perguntando se valeria a pena estacionar. Mas no final, os Sultões conquistaram a vitória e agora sonham com uma raspagem, pois o que é mais divertido do que humilhar o rival três vezes seguidas?
Moral? Se você faz parte de um time chamado “Steelers”, pode não ser uma boa ideia enfrentar alguém que pode destruí-lo. Mas ei, isso é problema de Monclova.
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