Sinner repete sua coroa em Wimbledon ao vencer Zverev em quatro sets

O italiano venceu sua segunda vitória consecutiva em Wimbledon após superar uma queda em Roland Garros.

Pelo segundo ano consecutivo, Jannik Sinner respondeu às adversidades em Paris com um título em Wimbledon. O número um do mundo derrotou Alexander Zverev neste domingo por 6-7 (7), 7-6 (2), 6-3 e 6-4 para erguer o troféu do Grand Slam britânico pela segunda vez consecutiva.

A final começou equilibrada. Zverev venceu o primeiro set em um tie-break apertado, mas Sinner respondeu no segundo. A partida mudou no terceiro set, quando Zverev escorregou e pareceu hiperestender o joelho direito. Apesar de ter continuado, o alemão perdeu o saque e Sinner fechou o set.

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“Este significa muito porque foi difícil novamente depois de Paris”, declarou Sinner. “Estou orgulhoso de mim e da minha equipe.”

O caminho para a recuperação

Em Roland Garros, Sinner havia caído no segundo turno após uma sequência de 30 vitórias. Ele passou por testes em Milão e só voltou a jogar em Wimbledon, onde precisou de cinco sets na primeira rodada. Ele então não perdeu nenhum set no resto do torneio, incluindo uma semifinal dominante contra Novak Djokovic.

Darren Cahill, um dos seus treinadores, destacou a maturidade do italiano: “Que ele possa levar uma pancada daquelas no estômago e regressar. Isso deixa-nos muito orgulhosos”.

Sinner somou seu quinto título de Grand Slam, com 58 vitórias em comparação com 49 de Zverev e apenas 25 erros não forçados. Além disso, tornou-se o primeiro jogador desde Roger Federer (2003) a não abrir mão de um jogo de serviço nas semifinais e final de Wimbledon.

Zverev, por sua vez, alcançou seu melhor resultado no torneio. “Tenho 29 anos e esta é a primeira vez que realmente acredito que posso ganhar este troféu”, disse ele. O alemão subirá para o segundo lugar do ranking nesta segunda-feira.

O Príncipe William, Kate e seus filhos assistiram à final no Royal Box, ao lado de figuras como Nicole Kidman e Ben Stiller. Sinner encerrou a cerimônia com a frase: “Não há lugar melhor para jogar tênis”.

México ganha prata na Copa do México de Mergulho

O México ganha a prata na Copa do México de Mergulho para equipes mistas.

Prata para o México em equipes mistas

A torcida de Guadalajara não parava de torcer no Centro Aquático Metropolitano. O México respondeu com a medalha de prata na prova de equipes mistas da Copa do México de Mergulho.

O quarteto nacional, formado por Aranza Vázquez, Juan Celaya, Alejandra Estudillo e Randal Willars, mostrou consistência do início ao fim. A qualidade técnica e a dificuldade de suas rotinas os mantiveram na briga pelo primeiro lugar até os últimos saltos.

A pontuação final foi 420,10, suficiente para garantir o segundo lugar. A China ficou com o ouro com 451,10 e a Alemanha com o bronze com 356,15.

O clima nas arquibancadas foi fundamental. Cada execução da seleção mexicana foi comemorada com bandeiras tricolores. Os quatro saltadores comemoraram juntos a primeira medalha na competição.

Este resultado fortalece a confiança da equipe antes dos Jogos Centro-Americanos e do Caribe e de outras competições internacionais.

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Chuva e fumaça colocam a final da Copa do Mundo em suspense

O clima adverso em Nova Jersey e a fumaça dos incêndios canadenses ameaçam a definição do torneio.

Preocupação com o clima

O norte dos Estados Unidos enfrenta condições climáticas adversas. Soma-se a isso a fumaça dos incêndios florestais no Canadá. O cenário é preocupante para a final da Copa do Mundo, que será disputada no domingo, no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey. A Argentina, atual campeã, enfrentará a Espanha.

Como isso afeta o jogo? Funcionários da Casa Branca, incluindo Andrew Giulani, diretor executivo da Força-Tarefa para a Copa do Mundo, realizam reuniões informais. Eles avaliam a situação e os passos a seguir.

Os meteorologistas esperam que as chuvas do fim de semana ajudem a melhorar as condições. A previsão indica que o tempo poderá se estabilizar antes que a “Furia” de Luis de la Fuente e a “Albiceleste” de Lionel Scaloni entrem em campo para definir o campeão.

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Solari e Mora estreiam no Apertura 2026 com Pumas e Pachuca

O Pumas recebe o Pachuca na primeira rodada, com Solari enfrentando o Mora. Duelo de novos projetos.

Iniciando o duelo na Ciudad Universitaria

Os UNAM Pumas e os Pachuca Tuzos abrem o Torneio Apertura 2026 com novos timoneiros. Esteban Solari, que levou o Pachuca ao vice-campeonato, agora dirige os universitários. Na frente, Benjamín Mora assume as rédeas dos Tuzos.

A partida será disputada neste sábado, dia 18, às 17h. no Estádio Olímpico da Cidade Universitária. A transmissão é realizada pela TUDN, Vix e Canal 5.

Solari conhece bem vários jogadores do Pachuca, o que pode lhe dar uma vantagem tática. O Pumas busca deixar para trás a derrota na final do torneio anterior e recuperar o destaque na Liguilla.

O Pachuca, por sua vez, confia nas camadas jovens e na experiência de Mora para construir um ciclo vitorioso. O técnico mexicano já teve etapas anteriores no futebol local sem resultados conclusivos, mas o clube costuma dar continuidade aos seus treinadores.

Ambas as equipas chegam com plantéis renovados e com a incerteza inerente ao início. Espera-se um jogo acirrado, embora o ritmo competitivo ainda esteja em afinação.

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