Sheinbaum proclama a igualdade como um pilar da transformação nacional

Um compromisso que transforma vidas: das pensões que honram o trabalho invisível à saúde que chega a todos os lares, o compromisso com a igualdade torna-se tangível.

O ar de Coyuca de Benítez, Guerrero, carregado não só da brisa costeira, mas também do peso da história, testemunhou um juramento que ressoou como um trovão na alma da nação. Ali, diante dos olhos expectantes de um povo que viveu décadas de esquecimento, **Claudia Sheinbaum Pardo**, a presidente, levantou a voz não para prometer, mas para proclamar uma verdade que deveria ser gravada a fogo na consciência coletiva: **a igualdade entre mulheres e homens é o coração pulsante, o eixo inquestionável, do grande épico chamado Quarta Transformação**. Cada palavra sua foi um martelo forjando o futuro.

Não foi um discurso simples. Foi a implantação de um plano diretor de justiça, onde cada programa social se tornou um ato de redenção. Ele falou da **Constituição** não como um documento empoeirado, mas como um escudo vivo contra a violência e a desigualdade. E então, ele revelou a arma mais comovente: **a Pensão de Previdência Feminina**. Este apoio, destinado a mulheres de **60 a 64 anos**, foi apresentado não como um presente, mas como um **reconhecimento sagrado de uma vida de trabalho silencioso e altruísta**, uma homenagem há muito adiada às arquitetas invisíveis do México. **”Este programa… é para reconhecer o seu trabalho”,** declarou ele, e nessa curta frase estava a reparação de uma dívida histórica.

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### Um compromisso que passa pelas portas

Mas a visão não parou aí. O compromisso, **reafirmado com a força de um juramento inquebrável**, era continuar e fortalecer aqueles **Programas para o Bem-estar** que têm sido o cabo de aterramento para milhões de pessoas. A anunciada **bolsa universal Gertrudis Bocanegra** para materiais e uniformes não foi apenas apoio escolar; Foi a semente da igualdade plantada na mochila de cada menina e menino da escola primária, uma promessa de que o caminho para o conhecimento não seria bloqueado pela pobreza. E em uma reviravolta profundamente humana, o programa **Saúde de Casa em Casa** surgiu como um raio de luz para **adultos mais velhos** e **pessoas com deficiência**, trazendo o conforto do atendimento médico diretamente para o santuário do lar, passando pelas portas que para muitos se tornaram paredes.

A magnitude da mudança foi medida em números que soaram como um feito épico: **13,5 milhões de almas libertadas das garras da pobreza**, um êxodo moderno em direção a dignidade. E o **salário mínimo**, aquele termômetro de esperança, passou de três mil pesos de desespero em 2018 para a promessa de mais de nove mil pesos em 2026. Cada número era um rosto, uma família, um destino alterado para sempre. O princípio norteador, **“Para o bem de todos, os pobres primeiro”**, deixou de ser um lema para se tornar a bússola de uma nação em movimento.

Em um ato cheio de simbolismo, a própria presidente entregou os cartões de pensão a mulheres como **Marleth Martha Leticia Urbina Balançar**, nomes que passaram do anonimato a protagonistas desta nova história. A **Secretária de Bem-Estar, Ariadna Montiel Reyes**, revelou que só em Guerrero, **74 mil guerreiros** já carregavam esse reconhecimento. Cercado por aliados importantes como a governadora Evelyn Salgado Pineda, Sheinbaum não dirigia um governo; Ele comandou uma cruzada pela equidade. Este não é o fim, mas sim um capítulo crucial no grande romance da transformação mexicana, onde cada política é um batimento cardíaco e cada direito conquistado, um passo em direcção a um resultado de justiça. **Se esta visão de um país que coloca a igualdade no centro te emociona, compartilhe esta história. Ajude o eco deste compromisso a chegar a todos os cantos e descubra mais sobre as ações que estão redefinindo o nosso futuro comum.**

Igualdad, el eje de la Cuarta Transformación: Sheinbaum

Um ano após descoberta em crematório, famílias marcham por justiça

Um ano após a descoberta de 386 corpos, as famílias exigem justiça e o fim da corrupção.

Marcha pela justiça um ano depois

Na tarde de sábado, grupos de famílias afetadas pelo caso do crematório Plenitude manifestaram-se. A descoberta de 386 corpos completa um ano, e a demanda dos enlutados atende.

O protesto começou na funerária Latinoamericana, uma das identificadas por familiares. De lá, os manifestantes caminharam em direção à Procuradoria-Geral da República (FGE).

Dora Elena Delgado, porta-voz do coletivo Justicia para Nuestros Deudos, informou que pelo menos 1.500 famílias foram afetadas. A exigência central: fim da impunidade, fim da corrupção e justiça plena.

Ações pendentes da autoridade

Os manifestantes carregavam cobertores com mensagens de justiça. Eles exigem ações contra os funcionários da Coespris envolvidos no caso, bem como a recaptura de José Luis A. C., proprietário do crematório. Ele foi libertado por um juiz federal e espera-se que um cartão vermelho da Interpol o prenda novamente.

Até ao momento, dos 386 corpos encontrados, a FGE informa que restam 135 por identificar. O processo de identificação continua.

O coletivo Memória, Dignidade e Justiça juntou-se à mobilização. Colocaram um memorial permanente em forma de cruz no exterior do Ministério Público, como lembrança das vítimas.

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Sheinbaum pede preservação do milho nativo para a soberania nacional

Sheinbaum destaca que o milho nativo é fundamental para a soberania alimentar e a identidade nacional.

A presidente Claudia Sheinbaum Pardo reafirmou que os governos da Quarta Transformação defendem a soberania nacional em todas as áreas. Durante um encontro com agricultores em Pijijiapan, Chiapas, ele destacou a importância do milho nativo como pilar da identidade e autossuficiência mexicana.

Defesa da soberania através do milho nativo

Sheinbaum apresentou o programa “Milho é a Raiz”, cujo objetivo é melhorar as condições dos produtores e reduzir a dependência de sementes controladas por grandes corporações.

“Conservar o milho nativo também significa defender a soberania”, afirmou.

O presidente alertou sobre os riscos das sementes híbridas:

“Se continuarmos com o milho híbrido puro, as pessoas dependerão da compra de sementes e quem venderá as sementes serão algumas empresas.”

Salientou que preservar as variedades autóctones é essencial para evitar esta dependência económica.

“Se não tivéssemos milho nativo, perderíamos boa parte da soberania alimentar, do que somos como mexicanos”, disse ele.

Além disso, estendeu a defesa da soberania aos campos energético, cultural e alimentar. Ela garantiu que a Quarta Transformação a impulsiona “de todas as maneiras possíveis”.

O programa busca fortalecer os pequenos agricultores e conservar a diversidade genética do milho, elemento central na dieta e na cultura do país.

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México envia equipe de resgate à Venezuela após terremotos

25 especialistas e 5 pares de cães viajam para apoiar os esforços de busca na Venezuela.

Solidariedade em ação

Após os terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 registrados na Venezuela em 24 de junho, que deixaram 1.430 mortos e 3.328 feridos, o México reforçou o seu apoio humanitário. O Ministério das Relações Exteriores (SRE) coordenou o envio de uma missão de resgate com a Cruz Vermelha Mexicana e a companhia aérea Volaris.

“Esta tarde partiu para a Venezuela uma equipa de apoio composta por 25 especialistas da Unidade de Busca e Resgate Urbano (USAR) da Cruz Vermelha e da Brigada Internacional de Resgate de Cancún (USAR BRIC), bem como um elemento de brigada da Azteca Topos”, indicou a agência.

Equipamento e logística

A missão inclui cinco pares de cães e 3,5 toneladas de equipamentos especializados para tarefas de busca e resgate nos escombros. A remessa foi transportada em um voo da Volaris.

“Com isto, o México reafirma a sua solidariedade e compromisso com o povo venezuelano nestes tempos difíceis”, afirmou o SRE num comunicado. O ministro das Relações Exteriores, Roberto Velasco, lidera a coordenação desta ajuda.

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