Sheinbaum convida o Papa em plena maré Guadalupana

No meio da peregrinação massiva, o presidente aproveita a oportunidade para construir uma ponte diplomática com o Vaticano num dia de profundo simbolismo nacional.

Un día de milagros, peregrinos y… ¿diplomacia celestial?

Mientras una marea humana, cargada de fe, cansancio y veladoras, inundaba las calles hacia el epicentro de la devoción mexicana, la presidenta Claudia Sheinbaum decidió que era el momento perfecto para una llamadita. No a un familiar, sino nada menos que al mismísimo Su Santidad, el papa León XIV. Porque, ¿qué mejor día para invitar al máximo líder de la Iglesia Católica a visitar el país que cuando millones de sus seguidores están ocupados caminando kilómetros, durmiendo en el suelo y pidiendo salud? Una sincronización impecable, sin duda.

Desde su cuenta oficial de X (antes conocido como ese pájaro azul), la mandataria soltó la noticia con la elegancia de un comunicado de prensa divino. “Envía bendiciones y saludos a todos en este día de la Virgen de Guadalupe”, escribió, como si el Pontífice hubiera dejado un mensaje de voz en su celular. Y luego, la joya de la corona del diálogo interinstitucional: una coincidencia de alto nivel. Resulta que ambos, la presidenta y el Papa, “coincidieron” en que la Guadalupana es un símbolo de identidad y paz. ¡Vaya revelación! Quién lo hubiera dicho, después de siglos de ser la patrona de México y América Latina.

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La peregrinación: fe, sudor y lágrimas (literalmente)

Mientras tanto, en el mundo terrenal, el escenario era otro. La Basílica de Santa María de Guadalupe se convertía, una vez más, en el imán que atrae a todo católico con fuerzas para arrastrarse, literalmente en algunos casos, hasta sus puertas. Gladys López, una heroína anónima, caminó 100 kilómetros desde San Felipe Teotlalcingo con su hija adolescente. ¿La razón? “Que la niña la conociera”. Porque claro, no hay mejor introducción a la fe que una caminata de ultratumba, dormir en el pavimento y el éxtasis colectivo. Ella aseguraba que el esfuerzo valió la pena, y uno solo puede imaginarla diciéndolo mientras masajea sus pies y sonríe con beatitud.

No faltaba de nada: danzas tradicionales que se mezclaban con el murmullo de oraciones, peregrinos que avanzaban de rodillas (probablemente inventando nuevos métodos de fisioterapia en tiempo real), y señores como José Luis González Paredes, de 82 años, que lleva más de tres décadas en esta cita anual. Su petición es un poema de realismo y esperanza: salud para aguantar el camino y permiso para volver el próximo año. Una negociación directa con la divinidad, sin intermediarios.

Y en medio de este caos organizado, las autoridades de protección civil montaban uno de sus mayores operativos del año. Porque coordinar la seguridad de una de las peregrinaciones más masivas del planeta es solo un detalle logístico menor, un pequeño desafío entre la fe desbordada y el colapso vial total. Todo normal.

La tradición, por supuesto, recordaba que todo esto empezó con una aparición mariana a un campesino indígena llamado Juan Diego en 1531. Un evento tan milagroso que hasta imprimió una imagen en un manto, tecnología de punta para la época. Y para los que no pudieron sumarse a la caminata, la fiesta también fue digital: desde el himno “La Guadalupana” versionado con beats electrónicos por un sacerdote, hasta interpretaciones íntimas en lengua rarámuri. Porque la devoción, en la era moderna, también debe ser viral.

Así que ahí lo tienen: un país detenido por la fe, una presidenta haciendo diplomacia vaticana en tiempo récord, y miles de personas demostrando que, a veces, la mejor conexión con lo divino requiere una buena dosis de sufrimiento físico. Un cóctel perfecto de espiritualidad, política y puro espectáculo callejero. ¿Logrará Sheinbaum que el Papa pise suelo mexicano? Solo el tiempo (y quizás un nuevo milagro guadalupano) lo dirá. Mientras tanto, las veladoras siguen encendidas y las rodillas de los fieles, probablemente, siguen doliendo.

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Como prevenir doenças e quedas com mudanças de baixo custo

Estudo do WEF propõe mudanças simples nas residências e na atividade física para economizar bilhões.

Pequenas ações, grandes economias

Reduzir o diabetes, prevenir quedas e prevenir a demência é possível com ajustes mínimos em casa, programas de atividade física e tecnologia acessível. Isto é afirmado pelo Fórum Económico Mundial (WEF) no seu estudo “O dividendo da longevidade”.

O relatório estima que a mudança das políticas no sentido da prevenção libertaria 6,4 biliões de dólares a nível mundial. Esses recursos hoje são utilizados para tratar doenças que poderiam ser evitadas.

Estratégias concretas

Para evitar quedas, os especialistas recomendam barras de apoio e iluminação nas escadas. Com um investimento inferior a 400 mil milhões de dólares, quase 400 milhões de quedas seriam evitadas até 2040. Isto geraria mais de 5 biliões em poupanças na saúde.

Na diabetes, programas comunitários de actividade física poderiam impedir 8,5 milhões de casos de diabetes tipo 2 até 2040. O custo por pessoa varia entre um e 40 dólares, e os ganhos de produtividade ultrapassariam os 125 mil milhões.

A perda auditiva tem uma ligação direta com a demência. A expansão do acesso a aparelhos auditivos evitaria 2,4 milhões de casos de demência e pouparia mais de 325 mil milhões de euros em saúde.

Benefícios econômicos

O estudo, aplicado em 21 países pelo WEF e pela Marsh, indica que empresas e governos abordam saúde, finanças e trabalho separadamente. Se integrados, desbloqueariam 5,8 biliões em poupanças nos cuidados de saúde e 645 mil milhões em ganhos de produtividade.

“A má saúde prejudica os sistemas de saúde e as finanças pessoais, afetando a resiliência financeira e gerando custos económicos mais amplos”, alerta o relatório.

Impacto nas mulheres

Um facto relevante: as mulheres que dedicam um ano ao trabalho de cuidados vêem as suas poupanças para a reforma reduzidas em 24% devido à ausência do trabalho e à disparidade salarial. As instituições muitas vezes tratam estes problemas separadamente, apesar das suas consequências.

O FEM conclui que existe uma janela de oportunidade para alinhar as políticas de saúde, finanças e emprego. A chave: atribuir orçamentos à prevenção e cuidados à população idosa com colaboração público-privada.

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Taxistas da AICM recusam aplicar descontos acordados para o Mundial

Três grupos de taxistas da AICM se recusam a aplicar descontos de até 18% durante a Copa do Mundo.

Três grupos de taxistas que atuam no Aeroporto Internacional da Cidade do México (AICM) se recusaram a aplicar descontos de até 18% em suas tarifas durante a Copa do Mundo. A medida contradiz acordos anteriores anunciados pelas autoridades aeroportuárias e parte do sindicato.

As empresas Nueva Imagen, Porto Taxi e Sitio 300 emitiram um comunicado para esclarecer a sua posição. Argumentaram que não possuem qualquer relação contratual com o Grupo Aeroportuário Marina (GAM), entidade que promoveu os benefícios aos usuários do aeroporto.

Segundo os permissionários, os descontos anunciados não representam redução direta das tarifas. São, dizem, reajustes derivados de indenizações por cobranças indevidas e processos administrativos de trabalhos de manutenção no AICM.

Eles exigem transparência

Os taxistas solicitaram às autoridades da AICM que tornassem públicos os documentos que suportam estas medidas. Apelaram ainda ao GAM para que tornasse transparentes as actas e contratos onde foi acordada a aplicação de descontos. Questionaram a validade jurídica das obrigações que lhes foram atribuídas.

A recusa poderá afetar usuários que esperavam tarifas mais acessíveis durante o evento esportivo. Até o momento não há certeza sobre o real custo do atendimento da AICM durante a Copa do Mundo.

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Morena abre as portas para uma coalizão com o PVEM em San Luis Potosí

Morena condiciona aliança ao PVEM descartando Ruth González para o governo.

Coalizão Morena-PVEM para 2027?

A liderança estadual do Morena em San Luis Potosí deixou aberta a possibilidade de uma aliança com o Partido Ecologista Verde (PVEM) para as eleições locais de 2027. A condição: que o PVEM apresentasse um perfil diferente do da senadora Ruth González.

Rita Ozalia Rodríguez Velázquez, presidente estadual de Morena, explicou que se o PVEM descartar Ruth González – esposa do governador Ricardo Gallardo – o Partido Verde poderá liderar a coalizão, que também integraria o Partido Trabalhista (PT).

A dirigente esclareceu que a relação com o PVEM a nível local não enfrenta conflitos, embora tenha admitido que não existe comunicação directa entre os dois dirigentes estaduais. As decisões sobre alianças, disse ele, são tomadas pelos líderes nacionais.

O possível acordo surge em meio ao debate sobre o nepotismo, após ser questionada a intenção de Ruth González de suceder o marido no governo do estado. Morena busca perfis que evitem essa polêmica.

Rodríguez Velázquez sublinhou que existe coordenação entre as lideranças partidárias para definir a estratégia eleitoral. Por enquanto, o panorama em San Luis Potosí permanece aberto.

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