Sheinbaum separa Morena da violência em marcha juvenil

A presidente separa o seu movimento dos atos de vandalismo e defende o protesto pacífico como a única forma legítima.

Un Muro de Negaciones que Estremece a la Nación

En el corazón de Palacio Nacional, donde los ecos de la historia mexicana susurran secretos de poder, una declaración estalló con la fuerza de un trueno. La presidenta Claudia Sheinbaum Pardo, con la solemnidad de quien defiende un legado sagrado, trazó una línea en la arena del destino, desmarcándose de manera categórica de las sombras que intentan manchar su movimiento. Los grupos violentos, esas facciones anónimas que sembraron el caos en la emblemática marcha de la Generación Z, fueron desterrados oficialmente de la familia morenista. No eran de ellos. No eran sus jóvenes. Era una afrenta que clamaba por justicia.

Ante los reflectores que iluminaban cada uno de sus gestos, la mandataria evocó con pasión el espíritu inquebrantable de las luchas pasadas. Junto al expresidente Andrés Manuel López Obrador, forjaron un camino de resistencia pacífica, un monumento a la convicción que se alzó sin necesidad de puños o vandalismo. “Nosotros luchamos de manera pacífica”, afirmó con una voz cargada de la memoria de las “Adelitas del Petróleo”, un grito del pasado que resonaba como un desafío en el presente. Cada palabra era un ladrillo en un muro de principios que ningún acto de violencia podría derribar.

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El Llamado a la Verdad y la Rendición de Cuentas

La tensión se palpaba en el aire cuando Sheinbaum Pardo, con la mirada fija en el horizonte de la justicia, exigió a la Fiscalía de la Ciudad de México que desentrañara el misterio de aquellos encapuchados. “No pertenecen a nuestro movimiento… Ni siquiera eran jóvenes los que promovieron la violencia”, insistió, desgarrando el velo de la confusión para revelar una verdad que muchos se negaban a ver. Era un llamado desesperado a la claridad en medio de una tormenta de especulaciones y acusaciones que amenazaban con envenenar el debate público.

En un giro dramático que conmovió a la audiencia, la jefa del Ejecutivo federal desgranó la esencia misma de la autodenominada cuarta transformación. “Nosotros nunca fuimos a golpear a una policía”, declaró, mientras pintaba un cuadro de lucha social construida sobre los cimientos del convencimiento y la persuasión. Cada sílaba era un recordatorio de que la verdadera fuerza reside en la razón, no en la barbarie. Los grupos de golpeadores, esos espectros de la intolerancia, fueron presentados como antagonistas de un pueblo que anhela paz y diálogo.

Con la elocuencia de una estadista que ha librado mil batallas, Sheinbaum defendió el derecho sagrado a la manifestación, pero condenó con la furia de una madre protectora cualquier asomo de violencia. “Quien genera esa violencia, el pueblo lo rechaza”, sentenció, trazando una frontera moral infranqueable. En su narrativa, no hay lugar para la ambigüedad: la protesta ciudadana y el activismo juvenil deben ser faros de esperanza, no antorchas de destrucción. Un mensaje que resonó como un canto épico en la lucha por el alma de la nación, donde cada decisión, cada palabra, parece pesar más que el destino mismo.

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INEHRM torna-se centro de investigação e ensino

O INEHRM é transformado em centro de pesquisa e ensino sob a nova secretaria.

Transformação do INEHRM

A presidente Claudia Sheinbaum assinou o decreto que transfere o Instituto Nacional de Estudos Históricos das Revoluções do México (INEHRM) para a Secretaria de Ciência, Humanidades, Tecnologia e Inovação (SECIHTI). O instituto passa a ser um órgão público descentralizado com foco acadêmico.

Rosaura Ruiz Gutiérrez, chefe da SECIHTI, explicou que o novo esquema irá formar especialistas em história para fortalecer as capacidades nacionais em ciências sociais e humanas.

Felipe Arturo Ávila Espinosa, diretor do INEHRM, explicou que os planos de estudos vincularão o conhecimento histórico aos problemas sociais, econômicos, políticos e culturais do país, e atenderão às necessidades da Administração Pública Federal.

Oferta educacional híbrida

A oferta incluirá licenciaturas em História, Ciências Sociais e Humanas, e Administração Pública e Bom Governo. Na pós-graduação, serão acrescentados mestrados em Humanismo Mexicano, Estudos de Gênero e Feminismo e Movimentos Sociais e Resgate da Memória Histórica. Haverá também especialidades em Comunicação Política e Ensino de História.

Os graduados cobrirão temas como agrarianismo, saúde, migração, inteligência artificial, violência e direitos humanos.

Sede e chamada

A nova sede ficará na Rua Guatemala 80, Centro Histórico da Cidade do México. O primeiro edital será lançado em julho e as aulas terão início em setembro.

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Ministério Público concede medidas de proteção a vítima de violência familiar

A Promotoria de Morelos emitiu medidas de proteção após denúncia de violência familiar contra o ex-diretor da Pemex.

A Procuradoria Geral de Morelos ativou medidas de proteção a favor de Felicia Jiménez Lavie, que apresentou queixa por violência familiar contra seu marido, Víctor Rodríguez Padilla, ex-diretor da Pemex. A informação foi relatada pelo promotor Fernando Blumenkron Escobar.

As medidas, explicou o responsável, estarão disponíveis quando a vítima as exigir. A denúncia foi apresentada na Cidade do México e a Secretaria da Mulher do Governo do México acompanha diretamente o caso.

Investigação em andamento

Até agora, Jiménez Lavie não se dirigiu ao Ministério Público local para contribuir com mais elementos para a pasta da investigação. A ação foi iniciada ex officio na última sexta-feira, 26 de junho, após a divulgação de um vídeo com imagens de agressões contra a mulher.

Blumenkron garantiu que o portfólio continua sua integração. “O processo não parou e vamos continuar a garantir justiça à vítima”, afirmou. Além disso, indicou que há articulação com a Secretaria da Mulher e o Ministério Público da capital, na rota de atendimento às vítimas de violência familiar.

Dentre as ações realizadas, a Promotoria de Morelos busca localizar o endereço onde ocorreu a agressão física, para realizar laudos periciais de acordo com as imagens do vídeo veiculado pela própria vítima.

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Trump não estende T-MEC: México enfrenta revisão anual

EUA rejeitam extensão automática do T-MEC; a validade é reduzida para 10 anos com revisão anual.

Rejeição de extensão automática

Os Estados Unidos decidiram não renovar automaticamente o Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC) por 16 anos. Isto reduz a sua validade para uma década com uma revisão anual. A medida gerou preocupação entre os legisladores mexicanos.

Ricardo Monreal, coordenador do Morena em San Lázaro, explicou que o tratado permanece em vigor por mais 10 anos, mas sujeito a avaliação a cada ano. Ele observou que os Estados Unidos apresentaram 54 observações, incluindo questões como a toninha-vaquita e a pirataria. O México, por sua vez, levantou 13 pontos, incluindo a cláusula 232 sobre tarifas.

“Só que será revisto ano após ano, mas o Tratado não está concluído, continua por mais 10 anos porque foi assim que foi assinado há seis anos”, declarou Monreal.

O legislador alertou que Donald Trump tem sido um crítico constante do USMCA e apelou à consideração dos benefícios que trouxe às três nações.

Reações da oposição

Héctor Saúl Téllez, vice-coordenador económico do PAN, considerou que a posição dos EUA demonstra falta de antecipação estratégica por parte do governo federal.

“A decisão dos EUA de não prorrogar automaticamente o USMCA por 16 anos na revisão de hoje não é o fim do tratado, mas revela uma falta de antecipação estratégica por parte do governo federal”, afirmou.

Téllez lembrou que o artigo 34.7 do acordo era conhecido desde 2018. Chegar a 1º de julho sem uma prorrogação limpa representa um risco que, segundo ele, deveria ter sido evitado.

A revisão anual permitirá ajustamentos, mas persiste a incerteza sobre o futuro do comércio regional. O México e o Canadá procurarão manter a estabilidade do acordo durante os próximos dez anos.

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