Sheinbaum atribui ataque em Teotihuacán à saúde mental

O presidente vincula o ataque à saúde mental e às redes sociais, enquanto a oposição aponta para o discurso oficial.

¿Redes sociales o discurso de odio? El debate tras el ataque en Teotihuacán

La presidenta Claudia Sheinbaum tiene una teoría sobre qué impulsó el ataque en la zona arqueológica. Y no es la que están manejando sus críticos.

En medio de la presentación de su Estrategia Nacional de Salud Mental, Sheinbaum conectó el caso del joven Julio César Jasso con problemas emocionales agravados por las redes. “El consumismo, las redes sociales mismas llevan a promover mucho los valores materiales”, dijo durante su conferencia.

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Sobre el ataque específico, fue clara: “No necesariamente tiene que ver con un asunto social”. Una afirmación que parece dirigida directamente a sus detractores.

“Tenemos que discutir en los salones de clase, con las y los jóvenes lo que implica estar pegado al TikTok ocho horas al día.”

Mientras tanto, desde la oposición cargan las tintas contra el gobierno. Felipe Calderón no se mordió la lengua en redes: acusó a la administración de sembrar división y odio.

“No hay duda alguna: el discurso de odio y de polarización (…) fue sembrado todos los días por este régimen”, escribió el expresidente panista.

Calderón fue más allá y habló de responsabilidades. Según él, los gobiernos de la Cuarta Transformación deberán asumir las consecuencias por haber fomentado, incluso, un clima de odio racial.

Aquí el choque es total. Por un lado, un diagnóstico oficial que apunta a la salud mental y al uso excesivo de pantallas. Por otro, una acusación política que señala directamente el tono del discurso público de los últimos años.

La investigación sigue su curso. Pero el debate sobre las causas ya está servido—y dividido por líneas partidistas.

Taxistas da AICM recusam aplicar descontos acordados para o Mundial

Três grupos de taxistas da AICM se recusam a aplicar descontos de até 18% durante a Copa do Mundo.

Três grupos de taxistas que atuam no Aeroporto Internacional da Cidade do México (AICM) se recusaram a aplicar descontos de até 18% em suas tarifas durante a Copa do Mundo. A medida contradiz acordos anteriores anunciados pelas autoridades aeroportuárias e parte do sindicato.

As empresas Nueva Imagen, Porto Taxi e Sitio 300 emitiram um comunicado para esclarecer a sua posição. Argumentaram que não possuem qualquer relação contratual com o Grupo Aeroportuário Marina (GAM), entidade que promoveu os benefícios aos usuários do aeroporto.

Segundo os permissionários, os descontos anunciados não representam redução direta das tarifas. São, dizem, reajustes derivados de indenizações por cobranças indevidas e processos administrativos de trabalhos de manutenção no AICM.

Eles exigem transparência

Os taxistas solicitaram às autoridades da AICM que tornassem públicos os documentos que suportam estas medidas. Apelaram ainda ao GAM para que tornasse transparentes as actas e contratos onde foi acordada a aplicação de descontos. Questionaram a validade jurídica das obrigações que lhes foram atribuídas.

A recusa poderá afetar usuários que esperavam tarifas mais acessíveis durante o evento esportivo. Até o momento não há certeza sobre o real custo do atendimento da AICM durante a Copa do Mundo.

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Morena abre as portas para uma coalizão com o PVEM em San Luis Potosí

Morena condiciona aliança ao PVEM descartando Ruth González para o governo.

Coalizão Morena-PVEM para 2027?

A liderança estadual do Morena em San Luis Potosí deixou aberta a possibilidade de uma aliança com o Partido Ecologista Verde (PVEM) para as eleições locais de 2027. A condição: que o PVEM apresentasse um perfil diferente do da senadora Ruth González.

Rita Ozalia Rodríguez Velázquez, presidente estadual de Morena, explicou que se o PVEM descartar Ruth González – esposa do governador Ricardo Gallardo – o Partido Verde poderá liderar a coalizão, que também integraria o Partido Trabalhista (PT).

A dirigente esclareceu que a relação com o PVEM a nível local não enfrenta conflitos, embora tenha admitido que não existe comunicação directa entre os dois dirigentes estaduais. As decisões sobre alianças, disse ele, são tomadas pelos líderes nacionais.

O possível acordo surge em meio ao debate sobre o nepotismo, após ser questionada a intenção de Ruth González de suceder o marido no governo do estado. Morena busca perfis que evitem essa polêmica.

Rodríguez Velázquez sublinhou que existe coordenação entre as lideranças partidárias para definir a estratégia eleitoral. Por enquanto, o panorama em San Luis Potosí permanece aberto.

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Morena acusa conselheiros do INE de serem ‘malfeitores’

A dirigente do Morena acusa os conselheiros do INE de serem ‘malfeitores’ e defende o seu sistema de filiação.

Morena questiona a imparcialidade do INE

A dirigente nacional do Morena, Ariadna Montiel Reyes, destacou que dentro do INE existem assessores com posições críticas em relação ao seu partido. Ele os descreveu como “odiadores de Morena” durante uma entrevista coletiva onde abordou resoluções recentes sobre afiliações duplicadas.

Montiel afirmou que seu partido cumpre as determinações da Justiça Eleitoral. A autoridade ordenou a eliminação de mais de 93 mil registos afiliados e deixou em análise cerca de 19 mil casos que o INE deve verificar.

O dirigente exigiu que o instituto aderisse às resoluções do Conselho Geral e não às opiniões individuais. Acusou que há figuras próximas das administrações eleitorais anteriores que mantêm uma postura crítica em relação ao movimento.

Sobre o sistema de filiação, Montiel defendeu que o aplicativo do Morena é eficiente. Assegurou que supera o do INE em funcionalidade, pois permite detectar duplicações nos registos.

Propôs também que o INE deveria ter mecanismos de verificação em tempo real para cruzar dados de afiliação. No entanto, reconheceu que existem processos diferentes entre os partidos e a autoridade eleitoral.

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