Sheinbaum aposta na UIF para auditar dinheiro eleitoral

O presidente propõe que a UIF investigue o dinheiro de campanha e limite os salários dos políticos. Seu 'Plano B' busca mais controle.

El ‘Plan B’ de Sheinbaum: Más ojos sobre el dinero político

La presidenta Claudia Sheinbaum lanzó su jugada. En lo que llama su ‘Plan B’, busca meter a la Unidad de Inteligencia Financiera (UIF) en el juego electoral. La idea es simple, pero potente: si el INE lo pide, los expertos en rastrear dinero podrían entrar a investigar el origen de los recursos de campaña.

“Que tenga que haber fiscalización. En el caso de que el INE lo solicite, pues incluso de la Unidad de Inteligencia Financiera para poder revisar el origen de los recursos”, declaró Sheinbaum desde Palacio Nacional.

Su objetivo declarado es claro: cazar posibles desvíos de fondos públicos o dinero de dudosa procedencia antes de que llegue a las urnas. Es una propuesta que, en papel, pone la lupa donde duele: en la chequera.

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Pero el plan no se queda solo en la vigilancia del flujo de efectivo. Sheinbaum también quiere recortar privilegios desde arriba. Plantea un tope salarial simbólico: que ningún dirigente partidista o servidor público gane más que la propia presidenta. Además, promete uniformar bonos y seguros médicos para todos.

Es un movimiento que mezcla control financiero con un mensaje populista de austeridad forzada. “Menos privilegios y más transparencia”, repite como mantra.

Y hay un segundo acto en esta obra. La mandataria revivió el tema de la revocación de mandato, proponiendo que pueda realizarse entre el tercer y cuarto año de gobierno. En su caso, eso apuntaría a 2027 o 2028.

¿Una muestra de confianza o una jugada calculada para desactivar críticas por adelantado? En el teatro político, cada anuncio tiene múltiples lecturas. Por ahora, Sheinbaum pone sobre la mesa su visión para vigilar el dinero que mueve a la política mexicana.

Alerta dos EUA para segurança no México x Inglaterra na Copa do Mundo de 2026

Embaixada dos Estados Unidos emite aviso aos seus cidadãos para o jogo de domingo.

A Embaixada dos Estados Unidos no México emitiu um alerta de segurança dirigido aos seus cidadãos no país, por ocasião da partida entre México e Inglaterra, no domingo, 5 de julho, no Estádio da Cidade do México, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

A representação diplomática, chefiada pelo embaixador Ronald Johnson, alertou que durante o torneio têm havido grandes aglomerações em estádios, Fan Fests e espaços públicos, o que tem causado incidentes nas recentes celebrações na capital.

Recomendações da Embaixada

Na sua mensagem, a embaixada recomendou precauções extremas em eventos de massa. Ele ressaltou que as aglomerações para assistir a jogos e comemorações têm causado ferimentos e até mortes, por isso pediu para ficar atento ao meio ambiente e evitar situações de risco.

O alerta também incluiu alertas sobre possíveis mobilizações e manifestações durante o evento. Ele indicou que a participação em atividades políticas poderia levar a prisões de imigração ou sanções sob a lei mexicana.

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Em junho, México atinge o menor número de homicídios desde 2007

Junho fechou com média diária de 40 homicídios, o menor registro em 19 anos.

Durante o mês de junho, o México registrou uma média de 40 homicídios intencionais por dia, o valor mensal mais baixo desde 2007, segundo dados preliminares do governo federal. Embora no início e no final do mês houvesse dias com mais de 50 casos, a tendência geral foi decrescente face ao mesmo período de 2025.

O impacto da Copa do Mundo

O declínio coincidiu com o início da Copa do Mundo de Futebol de 2026. No dia da inauguração no México, apenas 30 homicídios foram registrados. Ao longo do mês, os números oscilaram, mas permaneceram abaixo da média histórica.

Entidades com maior incidência

Guanajuato liderou a lista de homicídios com 124 vítimas. Em contrapartida, os estados anfitriões da Copa do Mundo relataram reduções: Nuevo León somou 30, Jalisco 51 e Cidade do México 59, todos abaixo dos números de junho de 2025.

Estratégia e desafios

As autoridades federais atribuem a redução à estratégia de segurança da presidente Claudia Sheinbaum, que inclui ações coordenadas contra o crime organizado e maior presença policial. Contudo, organizações civis apontam que persistem problemas no registro de outros crimes, como desaparecimentos e feminicídios.

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México: 178 jornalistas assassinados em 26 anos, a maioria em Veracruz

178 jornalistas privados de suas vidas desde 2000. Veracruz está no topo da lista.

Violência contra a imprensa no México

Desde 2000, 178 jornalistas e comunicadores foram privados de suas vidas no México, segundo dados da organização Artigo 19. O caso mais recente é o de Roxana Berenice Guzmán Ramírez, encontrada morta mais de um mês após seu desaparecimento em Veracruz.

Veracruz é a entidade mais violenta para a imprensa com 34 vítimas mortais, seguida por Guerrero com 19. Chihuahua, Oaxaca e Tamaulipas registam 15 cada. Do total, 165 eram homens e 13 mulheres.

O mandato de seis anos mais letal foi o de Felipe Calderón (2006-2012) com 48 homicídios. Seguem-se os governos de Enrique Peña Nieto e Andrés Manuel López Obrador, com 47 cada. Em contrapartida, sete estados não reportaram vítimas mortais no mesmo período: Aguascalientes, Campeche, Colima, Hidalgo, Querétaro, Tlaxcala e Yucatán.

O Artigo 19 apela às autoridades para que garantam a justiça e reforcem os mecanismos de protecção. A impunidade continua a ser um factor-chave que agrava a violência contra a imprensa no México.

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