Macacos-prego resgatados do tráfico ilegal

Dez macacos-prego foram resgatados em Tabasco após serem transportados ilegalmente em condições deploráveis.

Diez monos capuchinos, un delito y la versión oficial

La Profepa emitió un comunicado. El tipo de documento donde las instituciones cuentan la mitad de la historia y esperan que nos conformemos. Anunciaron la “recepción” de diez ejemplares de mono capuchino. Suena burocrático, casi como si los animales hubieran llegado por paquetería.

La realidad es más cruda. Los primates eran transportados de manera ilegal en la carretera Villahermosa-Escárcega, en Tabasco. No en un hábitat adecuado, sino apiñados en dos cajas negras de plástico dentro de la cajuela de un vehículo.

“…se detectó que presentaban laceraciones en la piel, presuntamente ocasionadas por hongos; además, síntomas de deshidratación.”

Ahí está. La parte del boletín que no es mera estadística. El resultado tangible del comercio ilícito: sufrimiento animal. Laceraciones y deshidratación por un viaje clandestino.

RelacionadoONG fornece chaves para proteger macacos da insolação

Los monos fueron llevados a una Unidad de Manejo para su atención veterinaria. El conductor fue puesto a disposición del Ministerio Público. Un gesto necesario, pero que suele ser el final público de estas historias.

Y aquí viene el dato que la Profepa sí incluye, y es crucial: el mono capuchino no es nativo de México. Está listado en el Apéndice II de la CITES, el convenio internacional que regula el comercio de especies amenazadas.

Es decir, no fue solo un traslado irregular. Fue un movimiento transfronterizo ilegal de fauna protegida. Un delito que atenta contra el equilibrio ecológico, como bien señala el comunicado.

Queda la pregunta incómoda: ¿de dónde venían exactamente estos animales? ¿Cuál era su destino final? ¿Quién los esperaba? Esas respuestas rara vez aparecen en los boletines oficiales.

Coco, a gata do Palácio Nacional, veste a camisa do Tri na Copa do Mundo de 2026

O símbolo felino do local juntou-se à febre da Copa do Mundo com a camisa verde.

Um felino com espírito de Copa do Mundo

Coco, uma das gatas que mora no Palácio Nacional, foi capturada vestindo a camisa da Seleção Mexicana. O gesto simbólico ocorre durante a Copa do Mundo FIFA 2026, quando a seleção nacional disputa o torneio.

Um vídeo divulgado nas redes sociais pelo Governo do México mostra o felino caminhando pelos jardins do sítio histórico. A camisa verde do Tri brilha em seu pelo, em meio à comemoração pelos recentes resultados da seleção.

Um programa de longa data

Segundo a publicação oficial, Coco é um dos quase 20 gatos que vivem há vários anos no Palácio Nacional. A administração federal promove um programa de proteção aos animais que cuida deles e permite que circulem pelas instalações.

A imagem do gato com as cores nacionais rapidamente se tornou viral. Reflete a atmosfera de apoio que envolve a participação do México na Copa do Mundo.

Continuar lendo

Semáforo de ocupação para eventos massivos em CDMX

Os legisladores do MC propõem um sistema semelhante ao de Jalisco para evitar multidões.

Os legisladores federais do Movimento Ciudadano (MC) estão promovendo uma proposta para implementar um semáforo de ocupação em espaços públicos na Cidade do México. A medida visa prevenir incidentes durante reuniões de massa, especialmente antes da Copa do Mundo FIFA de 2026.

Proposta para CDMX

A deputada Laura Ballesteros destacou que o que aconteceu durante as comemorações no Anjo da Independência poderia ter sido evitado com um melhor planejamento e gestão de riscos. Por isso, pediu a adoção de um sistema semelhante ao de Jalisco, que informa o nível de ocupação em tempo real por meio de cores.

O semáforo – verde, âmbar ou vermelho – permitiria ao participante conhecer a lotação disponível em cada área e decidir se entra ou espera. Ballesteros sustentou que a estratégia de segurança não deve limitar-se à colocação de ecrãs para distribuição ao público, mas sim incluir um plano abrangente de protecção civil.

A proposta apresenta-se como uma ferramenta para evitar que incidentes como o do Anjo da Independência se repitam. Com a Copa do Mundo de 2026, o CDMX receberá eventos massivos que exigem protocolos claros.

Continuar lendo

Blanca Lucía Prado assume direção do Instituto de Geologia da UNAM

Novo diretor do IGL prioriza pesquisas sobre mudanças climáticas e recursos hídricos.

A pesquisadora Blanca Lucía Prado Pano tomou posse como diretora do Instituto de Geologia (IGL) da UNAM para o período 2026-2030. A sua agenda centra-se no reforço da investigação sobre alterações climáticas, transição energética, recursos hídricos, conservação do solo e gestão abrangente de riscos.

Plano de trabalho e prioridades

Prado Pano destacou que as ciências da terra são estratégicas para os principais desafios ambientais do país. Ele ressaltou que o México possui uma riqueza geológica excepcional, o que o torna um laboratório natural para pesquisas de fronteira.

Durante a apresentação do seu plano, indicou que a sua gestão irá rever as linhas de investigação de cada departamento e promover projetos interdisciplinares que integrem o conhecimento científico, social e ambiental.

Um dos eixos será consolidar a formação de recursos humanos especializados, expandir a investigação científica e reforçar a difusão do conhecimento. Procurará também reforçar a colaboração com outros institutos universitários, como Geografia, Geofísica, Geociências e o Instituto de Ciências Atmosféricas e Alterações Climáticas.

A nova direção do IGL procura abordar de forma abrangente os desafios ambientais do país, com ênfase em soluções baseadas em pesquisas geológicas.

Continuar lendo