O governo do Reino Unido apresentou um novo Plano de Investimento em Defesa para modernizar as suas Forças Armadas. A estratégia inclui a incorporação de drones, submarinos não tripulados e aeronaves de combate autônomas. A medida responde à mudança do cenário de segurança internacional e ao aumento das tensões com a Rússia, bem como à pressão da NATO para aumentar os gastos militares.
Nova estratégia militar britânica
O primeiro-ministro Keir Starmer garantiu que o plano permitirá que o exército seja equipado com capacidades de ponta face a desafios cada vez mais complexos. Contudo, o documento não garante que os gastos com defesa chegarão a 3% do Produto Interno Bruto até 2030. Este ponto foi uma das principais divergências que causou a recente demissão do então secretário de Defesa, John Healey.
A modernização inclui uma mudança significativa em direcção a tecnologias não tripuladas, reflectindo uma nova orientação na estratégia militar britânica. A decisão surge num contexto de preocupações crescentes com a segurança na Europa. A apresentação do plano gerou reações diversas na esfera política e militar. As críticas centram-se na falta de um compromisso claro com o aumento dos gastos militares.




