Reforma previdenciária exclui Forças Armadas

A reforma para limitar as pensões dos antigos funcionários exclui o pessoal militar e centra-se nos funcionários públicos de confiança.

El gobierno traza la línea: militares fuera de la reforma de pensiones

El escenario está listo. El gobierno federal acaba de aclarar un punto crucial en su iniciativa para limitar las pensiones de exfuncionarios: las Fuerzas Armadas no están en la lista. La propuesta, que pronto llegará al Congreso, apunta exclusivamente a servidores públicos civiles de confianza.

La idea es simple pero contundente: que ninguna jubilación supere el 50% del salario del presidente. El argumento oficial habla de ajustar beneficios “excesivos” y alinearlos con la austeridad. Pero detrás hay una jugada política más compleja.

“Entre los casos que han generado debate se encuentra el de José Ángel Gurría Treviño, quien recibe una pensión mensual de 120 mil pesos como exfuncionario”, confirmó la presidenta.

Ese solo nombre reavivó el debate sobre un sistema que carga al erario con pasivos laborales gigantes. Y puso sobre la mesa lo que realmente está en juego: dinero público y percepción ciudadana.

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La batalla por la transparencia (y lo que no se dice)

Las autoridades prometen transparentar montos y criterios. Raquel Buenrostro, al frente de la Secretaría Anticorrupción, revisará qué información puede hacerse pública “sin violar disposiciones legales”. Esa frase es toda una declaración de intenciones.

Los críticos ya advierten: hay que cuidar los derechos adquiridos. La estabilidad jurídica será el campo de batalla legislativo. Y aquí viene otro detalle clave: tampoco afectará a jubilados de Pemex o CFE, donde los sistemas tienen alto costo presupuestal.

¿Entonces quién sí? Servidores civiles de confianza. El mensaje es claro: se corrigen “excesos” sin tocar sectores estratégicos ni a quienes “dedicaron su vida al servicio”.

El Congreso definirá en semanas el alcance real. Mientras tanto, el gobierno insiste en equilibrar derechos laborales con sostenibilidad financiera. Pero en este teatro político, cada exclusión—militares, Pemex, CFE—dibuja los límites del poder real.

Mi padre tenía razón: la política siempre afecta la vida diaria. Esta vez, decide quiénes mantienen privilegios y quiénes los pierden.

Crimes de alto impacto caíram 53% desde 2018, informa Governo

Relatório oficial atribui a redução à participação das Forças Armadas na segurança pública.

Principais números

O Governo do México informou uma queda de 53% na média diária de crimes de alto impacto desde 2018. O número passou de 969,4 para 455,8 casos por dia, segundo o Sétimo Relatório Semestral das Forças Armadas Permanentes em Tarefas de Apoio à Segurança Pública.

O documento, entregue à Comissão Permanente, destaca a intervenção do Exército, da Aeronáutica e da Marinha como factor central. Os dados mostram também uma redução de 40% nas vítimas de homicídio doloso entre setembro de 2024 e abril de 2026: de quase 83 para 49 por dia.

Durante os primeiros quatro meses de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025, diminuíram o feminicídio, a extorsão, o sequestro para resgate, as lesões dolosas com arma de fogo, os roubos com violência e o roubo a transportador. O roubo de veículos caiu 56,5% em relação a 2018.

Implantação militar

A Secretaria de Defesa Nacional deslocou 45.247 militares entre novembro de 2025 e maio de 2026 em entidades com alta incidência de homicídios e violência. Mais de dois mil soldados foram enviados a Jalisco após a prisão e morte de Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”. As operações também foram reforçadas na fronteira norte e em Michoacán.

A Marinha Mexicana ampliou sua presença com 3.742 elementos em 18 estados para vigilância e prevenção do crime. Além disso, alocou mais de 2.000 soldados para proteger 218 instalações estratégicas nos sectores energético e financeiro.

Em 2026, a Defesa Nacional contava com um orçamento de 170.753 milhões de pesos; 28,867 milhões foram destinados à segurança pública. O Secretário da Marinha recebeu mais de 3.477 milhões de pesos para tarefas de apoio.

O governo federal garantiu que a atuação militar seja mantida sob os princípios constitucionais: extraordinária, regulamentada, fiscalizada, subordinada e complementar às autoridades civis, com respeito aos direitos humanos. O relatório conclui que a participação das Forças Armadas continuará como eixo central da estratégia de segurança nacional.

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Laura Itzel Castillo confirma que o ex-diretor da Pemex foi seu assessor

O presidente do Senado reconheceu uma relação de trabalho com o ex-diretor da Pemex acusado de violência.

A relação de trabalho

A presidente do Conselho de Administração do Senado, Laura Itzel Castillo, confirmou que Víctor Rodríguez Padilla, ex-diretor da Petróleos Mexicanos (Pemex), atuou como seu assessor quando fazia parte do conselho da empresa. Rodríguez Padilla é acusado de um suposto caso de violência doméstica.

Em entrevista, a legisladora garantiu que desconhecia a conduta que lhe foi atribuída. “Vemos rostos, não conhecemos corações”, disse ele. Ele também ressaltou que qualquer pessoa que cometa violência contra uma mulher deve enfrentar as consequências jurídicas correspondentes.

Castillo ressaltou que não há nada a esconder sobre sua relação profissional dentro da Pemex. Além disso, destacou que o governo mantém uma agenda feminista para combater todas as formas de violência – física, sexual, económica e patrimonial – e apelou à denúncia destes acontecimentos.

Por fim, reconheceu o percurso académico do ex-diretor: “Tem doutoramento e especialização em questões petrolíferas. Durante a sua atuação cumpriu as suas responsabilidades”.

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Comissão Permanente presta homenagem às vítimas das celebrações

O Congresso permanece em silêncio por quatro mortes nas comemorações pela vitória da Seleção Mexicana.

Homenagem no Congresso

A Comissão Permanente do Congresso da União dedicou um minuto de silêncio às quatro pessoas que perderam a vida durante as comemorações pela vitória da seleção mexicana de futebol masculino na Cidade do México.

Laura Itzel Castillo, presidente do Conselho de Administração, informou ao plenário que a Secretaria de Saúde da capital confirmou a morte de duas mulheres, de 19 e 48 anos, além de dois homens, de 30 e 44 anos.

Durante a sessão, recordou-se que o Governo da Cidade do México, chefiado por Clara Brugada Molina, ofereceu apoio institucional às famílias das vítimas e acompanhamento nos processos correspondentes.

O legislador pediu aos deputados que se levantassem pela homenagem póstuma. Ele expressou condolências aos enlutados e desejou-lhes rápida demissão diante da perda.

Ao final, Castillo também parabenizou a seleção mexicana pelo desempenho na Copa do Mundo FIFA 2026 e desejou sucesso nas próximas partidas do torneio.

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