Um gol pendente no maior palco
Raúl Jiménez, aos 35 anos, mantém intactas as aspirações que o levaram a defender a camisola do Tri. No dia 11 de junho, contra a África do Sul, ele desponta pela primeira vez como atacante titular em uma Copa do Mundo. Mas sua visão vai além: quer marcar seu primeiro gol no torneio e, mais tarde, se tornar o maior artilheiro da história da Seleção Mexicana.
Atualmente, ele tem mais de 40 gols no El Tri – exatamente 44 – o que o coloca como o terceiro maior goleiro, atrás de Jared Borgetti (46) e Javier Hernández (52). Nenhum desses gols aconteceu em uma Copa do Mundo. No entanto, o atacante do Fulham parece calmo.
“Estou tranquilo e animado que esse gol tão esperado chegue nesta Copa do Mundo, mas não estou desesperado. Vou trabalhar para que ele chegue”, declarou antes da partida contra a Austrália.
Carreira na Copa do Mundo e ocasiões especiais
Jiménez disputou três Copas do Mundo: Brasil 2014 (minutos finais contra o Brasil), Rússia 2018 (contra a Alemanha e no duelo eliminatório contra o Brasil) e Catar 2022, onde ainda se recuperava de grave lesão na cabeça e entrou como reserva nas três partidas da fase de grupos.
Agora, no estádio Banorte – palco de seu icônico chute de cabeça contra o Panamá – ele está confiante de que o momento chegará.
“Uma Copa do Mundo em casa é o que temos que vivenciar agora e queremos demonstrar. Na Azteca foi onde comecei minha carreira… esperemos que seja uma grande Copa do Mundo para toda a Seleção, não apenas para mim, e que façamos história juntos.”
Sobre a possibilidade de ultrapassar Chicharito, concluiu:
“É algo muito emocionante, trabalho para o conseguir… mas também não me tira o sono. Obviamente, se eu marcar golos, a Seleção Nacional irá bem.”




