Olga Sosa, a senadora com alta eficácia nos acordos

A senadora Olga Sosa se destaca pela alta eficácia nos pontos de acordo e pelo trabalho em reformas fundamentais para o país.

O ritmo legislativo de Olga Sosa: números que falam

No teatro político do Senado alguns atores entram, declamam e saem. Outros, como a senadora de Tamaulipas Olga Sosa Ruíz, constroem seu caráter com trabalho de fundo. E os números não mentem: dos 30 assuntos inscritos pessoalmente, 14 foram aprovados. Isso é quase 50% eficaz num cenário em que muitos projetos morrem na gaveta.

“Este período é estratégico para a transformação da vida pública no México”, declarou Sosa no início do Segundo Período Ordinário.

E não são apenas palavras. Sua agenda legislativa toca nervos sensíveis: da reforma eleitoral à possível redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Mas onde a sua marca é realmente perceptível é nos “pontos de acordo” que parecem técnicos, mas têm impacto direto.

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Exortações que buscam mudar realidades

Seu trabalho gerou apelos concretos aos órgãos federais. Por exemplo, ele pediu à Saúde Federal que fortalecesse a detecção precoce do transtorno de déficit de atenção em crianças. Ele também promoveu campanhas sobre doação de leite materno e novas orientações contra o câncer de mama.

Na Agricultura, promoveu faixas florais em terras agrícolas e apoio direto aos pescadores artesanais. Ele até conseguiu que Sedatu considerasse programas para trocar pisos de terra por concreto em casas marginalizadas.

Essas exortações “priorizam a segurança, o bem-estar social e o fortalecimento do Estado de Direito”, como explicou o legislador.

Suas realizações também incluem uma reforma constitucional em linguagem inclusiva e uma homenagem a Ifigenía Martínez no muro de honra do Senado. Para uma legislatura que muitos criticam por ser lenta, os números de Sosa mostram um ritmo diferente.

No final das contas, nesse drama político onde todos falam em transformação, ela parece estar escrevendo seu roteiro com arquivos aprovados, e não apenas com discursos. E num sistema onde a produtividade legislativa é frequentemente medida em volume e não em resultados, ter quase metade das suas iniciativas pessoais a avançar é um grande argumento.

Carlos Slim prevê recuperação do petróleo de até 2,5 milhões de barris

O empresário destaca acordos entre a Pemex e empresas privadas que vão impulsionar a produção.

Prognóstico de Slim

Carlos Slim Helú, presidente do Grupo Carso, afirmou esta quarta-feira que a produção de petróleo bruto no México poderá atingir até 2,5 milhões de barris por dia nos próximos anos. A declaração ocorreu durante evento da União Mexicana das Associações de Engenheiros (UMAI).

“O que vem é uma produção de petróleo muito boa, pois essas empresas que estão no mar voltam a trabalhar. A do parceiro brasileiro também vai ser importante e já começaremos a produzir petróleo para atingir níveis de 2 ou 2,5 milhões de barris por dia”, disse o empresário.

Slim destacou que os acordos entre a Petróleos Mexicanos (Pemex) e as empresas privadas darão frutos. Ele mencionou especialmente a colaboração com a australiana Woodside Energy no campo Trion em águas profundas. Ele também se referiu aos benefícios que a associação com a Petrobras, a petrolífera brasileira, trará.

O aumento da produção, segundo Slim, não só fortalecerá a Pemex como terá impacto positivo na economia nacional, com criação de empregos e atração de investimentos.

O campo Trion é fundamental para esta estratégia. A parceria entre a Pemex e a Woodside Energy visa desenvolver este campo, que poderá marcar um antes e um depois na produção de petróleo bruto mexicano.

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80 anos de Ariel: a Academia de Cinema celebra sua história e desafios

A AMACC comemora oito décadas de cinema mexicano com novos desafios digitais.

A Academia Mexicana de Artes e Ciências Cinematográficas (AMACC) completa 80 anos nesta sexta-feira. Seu presidente, Daniel Hidalgo, destacou que a organização chega fortalecida no número de associados, mas imersa em uma transformação marcada pelas plataformas de streaming e pela inteligência artificial.

Uma jornada de oito décadas

Fundada em 3 de julho de 1946 por Alejandro Galindo, Gabriel Figueroa e Fernando Soler, a AMACC nasceu quando a produção nacional ultrapassava os 80 filmes anuais. Para premiar os mais destacados, foi criado o Ariel, inspirado na obra do uruguaio José Enrique Rodó. A primeira edição foi em 1947 e o longa-metragem La barraca foi o vencedor.

A história não foi linear. A falta de recursos obrigou a suspensão da estatueta entre 1958 e 1972. No final da década de 90, o cineasta Jorge Fons liderou uma refundação que devolveu credibilidade à instituição. A AMACC tornou-se um pilar para evitar o fechamento dos Estúdios Churubusco e do Centro de Formação Cinematográfica durante o mandato de seis anos de Vicente Fox.

Adaptação e novos horizontes

Em 2020, a pandemia de Covid-19 trouxe a cerimônia Ariel para um formato virtual. Após cortes orçamentários em 2023, a Academia descentralizou o evento e transferiu-o para Jalisco, com sede em Guadalajara e Puerto Vallarta. A resposta foi positiva.

Para 2026, as indicações serão divulgadas na próxima quarta-feira. Será enquadrado com o sorteio de um bilhete comemorativo da Loteria Nacional pelos 80 anos da AMACC.

A academia enfrenta um presente onde o streaming e a inteligência artificial redefinem a indústria. A sua capacidade de adaptação será fundamental para o futuro do cinema mexicano.

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Parque Fundidora endurece medidas após distúrbios na Fan Fest

Autoridades fecham acesso e alertam sobre arrombamentos após incidentes no Monterrey Fan Fest.

Incidentes na Fan Fest geram advertência legal

A Administração do Parque Fundidora informou que quem entrar sem autorização poderá ser colocado à disposição das autoridades por invasão de propriedade privada. A medida ocorre após os distúrbios registrados durante a transmissão da partida entre México e Equador.

Na noite de terça-feira, a área da Fan Fest atingiu sua capacidade uma hora e meia antes do início do evento. Dada a saturação, elementos da Guarda Nacional e da Força Civil fecharam o acesso ao parque.

Reações e uso de gases irritantes

Centenas de torcedores que ficaram de fora demonstraram sua insatisfação. Alguns tentaram forçar a abertura dos portões; Outros pularam as cercas metálicas do Parque Fundidora e do Paseo Santa Lucía para tentar entrar.

Para conter a situação, as forças de segurança utilizaram gás irritante. Houve momentos de tensão e confrontos entre policiais e auxiliares. Vídeos divulgados nas redes mostram empurrões e pessoas correndo no entorno.

A Administração do Parque reiterou que o acesso deverá ser apenas através de entradas autorizadas e respeitando a lotação. Qualquer entrada irregular pode acarretar consequências jurídicas.

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