Nova York e Nova Jersey: principais sedes da Copa do Mundo de 2026

Infraestrutura, conectividade aérea e transporte posicionam a região como sede de alto peso operacional.

A região metropolitana de Nova York e Nova Jersey é um centro urbano com condições operacionais excepcionais para eventos de grande porte. Concentra instalações esportivas de classe mundial, como o MetLife Stadium, o novo Yankee Stadium, o Madison Square Garden e o Citi Field, alguns dos estádios mais caros do mundo. É também sede de franquias de cinco grandes ligas, reforçando seu papel como centro logístico e organizacional.

Conectividade aérea e transporte

Três aeroportos principais – John F. Kennedy, Newark Liberty e LaGuardia – movimentaram juntos 130,5 milhões de viajantes em 2016. O espaço aéreo metropolitano é o mais movimentado do país, um factor chave na absorção de fluxos maciços de equipas, imprensa e adeptos durante o Campeonato do Mundo.

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Em termos de mobilidade, em 2013 a zona registou a menor percentagem de trabalhadores que utilizam automóvel (56,9%), enquanto 18,9% optaram pelo comboio. Entre 2006 e 2013, o uso do automóvel diminuiu 2,2%, refletindo uma rede de transporte que não depende exclusivamente de veículos particulares.

Pontes e túneis conectam os dois estados. A Ponte George Washington, com 14 pistas, é a ponte veicular mais movimentada do mundo. Destacam-se também a Ponte do Brooklyn, o Túnel Holland e o Túnel Lincoln, essenciais para o trânsito cruzado em dias de jogos.

Futebol e ambiente esportivo

Na MLS jogam New York City FC (Bronx) e New York Red Bulls (Harrison, NJ); na NWSL, NJ/NY Gotham FC (Harrison). Além disso, a região conta com equipes universitárias da Divisão I da NCAA, que demonstram atividade esportiva contínua e experiência no gerenciamento de públicos diversos.

Tudo isso coloca Nova York e Nova Jersey como locais altamente operacionais para a Copa do Mundo de 2026, com capacidades alinhadas às demandas de um torneio global.

Torcedores mexicanos reviveram o ‘Não foi pênalti’ contra a Holanda

O canto contra o pênalti de Robben uniu mexicanos e marroquinos no estádio.

O eco do Brasil 2014

A ferida da Copa do Mundo de 2014 ainda está aberta. Apenas quatro minutos após o início do duelo entre Holanda e Marrocos, o Estádio de Monterrey explodiu com um grito familiar.

“Não foi criminoso! Não foi criminoso! Não foi criminoso!”

O canto fazia referência à atuação de Arjen Robben nas oitavas de final do Brasil 2014, ação que levou à eliminação do México. Milhares de fãs se juntaram em uníssono.

A surpresa veio quando os torcedores marroquinos também aderiram. Durante vários segundos, todo o estádio entoou a mesma frase, transformando a memória num protesto coletivo contra a seleção holandesa.

Aos 7 minutos, o coro voltou com mais força. Por quase um minuto, o “Não foi pênalti!” dominou o ambiente, acompanhado de vaias à Holanda como um todo.

Na preparação, esperava-se um ambiente favorável para os holandeses. No entanto, o suporte mudou completamente. Até alguns fãs com camisetas laranja riram.

Os holandeses tentaram responder com gritos e acenos, mas não conseguiram equilibrar o apoio que Marrocos recebeu. O tradicional “México, México, México” apareceu nas arquibancadas junto com os “oles”. O Monterrey escolheu um time e, durante uma tarde, a Holanda disputou fora de casa as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

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Gill e Paraguai marcaram Alemanha nos pênaltis

O Paraguai elimina a Alemanha nos pênaltis com atuação histórica do goleiro Orlando Gill.

Paraguai avança na Copa do Mundo após vencer a Alemanha na disputa de pênaltis

Orlando Gill sabia que o Paraguai não era favorito contra a tetracampeã Alemanha nas oitavas de final. Mas o goleiro de 26 anos, em sua primeira Copa do Mundo, venceu o lendário Manuel Neuer em uma disputa de pênaltis que colocou La Albirroja nas oitavas de final.

“Ficou claro que não deveríamos falar antes”, disse Gill após defender dois chutes na decisão por 4 a 3 a favor dos sul-americanos. “Ficou refletido que o Paraguai está pronto para grandes coisas. Não devemos encolhê-lo por nada diante do mundo”.

Com 1,98 metros, o goleiro do San Lorenzo chegou invicto na fase de grupos: vitória por 1 a 0 sobre o Türkiye e empate em 0 a 0 com a Austrália. Contra a Alemanha, a posse de bola foi avassaladora: 21 chutes a gol contra sete do Paraguai.

“Era um filme de terror, havia alemães por toda parte”, disse Gill. “Nem eu posso acreditar ainda.”

Gill sofreu um gol no tempo regulamentar: cabeceamento de Kai Havertz aos 54 minutos. Outro gol alemão foi anulado aos 12 minutos da prorrogação após revisão de vídeo devido a falta de Waldemar Anton sobre Gill.

Nos pênaltis, Gill interrompeu a primeira tentativa de Havertz estendendo o braço direito e depois salvou Nick Woltemade. O Paraguai errou duas seguidas (Sanabria e Balbuena), mas Tah chutou por cima do travessão e José Canale bateu Neuer para selar a vitória.

“Agora vou sentar e analisar o que alcançamos”, disse Gill. “A equipe se comportou muito bem, conseguimos aguentar até os 120 e nos pênaltis a sorte esteve do nosso lado.”

O técnico argentino Gustavo Alfaro destacou: “Estou muito feliz pelo Orlando, ele passou por momentos difíceis devido a todas as dúvidas após o 4-1. É um goleiro sólido, está prestes a dar o salto para jogar um futebol de alto nível”.

Para a Alemanha, a derrota prolonga uma série de decepções: eliminações na fase de grupos das duas últimas Copas do Mundo e agora nas oitavas de final. Não vence uma partida de eliminação direta desde a final de 2014.

“Eles falam sobre expectativas: já se passaram 11 ou 12 anos e ficamos aquém”, disse o técnico alemão Julian Nagelsmann. “Não é suficiente para o futebol alemão.”

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Marrocos avança para as oitavas de final depois de vencer a Holanda nos pênaltis

Marrocos venceu a Holanda nos pênaltis e avançou às oitavas de final. Seu próximo rival é o Canadá.

A seleção marroquina garantiu a vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Isso aconteceu depois de vencer a Holanda por 3 a 2 na disputa de pênaltis, após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação no estádio de Monterrey.

Uma correspondência definida nos detalhes

Não houve gols no primeiro tempo. A intensidade física ditou o ritmo da partida. Aos 72 minutos, Cody Gakpo abriu o placar para os holandeses. Parecia uma vitória para a Holanda.

Mas nos acréscimos, Issa Diop empatou aos 91 minutos. Isso forçou a prorrogação. Nos 30 minutos adicionais ninguém desempate. A chave foi definida a partir dos onze passos.

Marrocos mostrou maior precisão na série. Venceu por 3 a 2 e comemorou a classificação.

O que está por vir para Marrocos

Com este resultado, a seleção africana avança para a próxima fase. Seu rival será a seleção canadense. A vitória destaca o crescimento do futebol marroquino e a sua capacidade de competir ao mais alto nível.

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