Menina migrante em Chicago luta contra a deportação após revogação de licença

Um adolescente mexicano enfrenta o trauma da deportação enquanto o governo dos EUA revoga autorizações humanitárias.

A crise migratória que afeta menores desacompanhados

O Departamento de Segurança Interna (DHS) dos Estados Unidos iniciou um controverso processo de notificação para menores migrantes em Chicago que anteriormente receberam autorizações temporárias, exigindo agora a sua saída do território. Entre os casos documentados está o de Xally Morales, uma adolescente mexicana de 13 anos cuja história foi revelada pelo Chicago Tribune.

Uma jornada marcada pela violência e pela incerteza

Xally chegou aos Estados Unidos há sete meses depois de escapar de um ambiente de violência doméstica no México. Sua mãe, Francisca Guzmán, tomou a decisão de mandá-la para o norte depois de sofrer abusos sistemáticos por parte de seu padrasto. “Tentei protegê-la no México, mas foi impossível”, declarou Guzmán à mídia americana.

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A jovem entrou legalmente com uma liberdade condicional humanitária e passou um mês em um centro de recepção no Texas antes de se juntar às irmãs mais velhas em Chicago. No entanto, a situação mudou quando ele recebeu uma notificação oficial, em 20 de junho, avisando-o: “O governo irá encontrá-lo se você permanecer ilegalmente”.

O impacto psicológico das políticas de imigração

De acordo com o relatório, Xally e sua mãe mudaram radicalmente sua rotina por medo de serem detidas pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). A adolescente, que começava a se adaptar à nova vida escolar, agora permanece trancada em casa, limitando-se a atividades como assistir televisão ou ler, sempre atenta a possíveis invasões.

A pastora Julie Contreras, uma ativista pró-imigração, confirmou ao Tribune que pelo menos 12 menores na área de Waukegan receberam comunicações semelhantes. Algumas famílias, como a de Daneli Mendez (16 anos), optaram pelo retorno voluntário ao México devido ao medo da deportação forçada.

Posição oficial e contradições

Em resposta às críticas, Tricia McLaughlin, porta-voz do DHS, negou que o ICE tenha como alvo menores: “Estas acusações são falsas e procuram desacreditar o nosso sistema.” No entanto, o responsável evitou explicar porque é que as cartas foram enviadas ou qual o protocolo que se aplica a estes casos.

Especialistas jurídicos como o advogado John Antia alertam que, embora as notificações não constituam ordens de deportação imediata, a atual administração intensificou as medidas contra os migrantes, mesmo aqueles com situações vulneráveis documentadas.

Este caso exemplifica as consequências humanas de políticas restritivas de imigração, onde menores que fugiram de contextos perigosos enfrentam novos traumas longe dos seus países de origem.

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Fortes chuvas e granizo atingirão CDMX

O SGIRPC alerta para chuvas muito fortes e granizo nas zonas oeste e sul da capital.

A Secretaria de Gestão Integral de Riscos e Proteção Civil (SGIRPC) prevê clima quente após o meio-dia e céu nublado para esta segunda-feira, 29 de junho, na Cidade do México.

Às vezes, são esperadas chuvas fortes a muito fortes, acompanhadas de atividade elétrica e granizo. Entre 13h00 Entre as 21h e as 21h, as chuvas serão mais intensas nas zonas oeste e sul da capital.

Os ventos serão variáveis ​​de 5 a 20 km/h, com rajadas de até 45 km/h.

Temperaturas e recomendações

A temperatura máxima chegará a 23°C e a mínima a 14°C.

O SGIRPC recomenda que a população esteja atenta aos alertas e tome precauções contra condições meteorológicas adversas.

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México enviará ajuda humanitária à Venezuela por via aérea e marítima

O México enviará alimentos e usinas de energia para a Venezuela após os terremotos que deixaram mais de 1.400 mortos.

Solidariedade em duas frentes

A presidente Claudia Sheinbaum informou que o Governo do México enviará alimentos e usinas de energia elétrica para a Venezuela, país afetado por dois terremotos que causaram mais de 1.400 mortes.

A ajuda humanitária será distribuída em dois carregamentos: um por avião e outro por navio. Os produtos doados provêm de centros de coleta instalados em diversos pontos do país.

“A coleta foi aberta em vários lugares do México, como sempre o México é muito solidário, e estamos chegando a um acordo com as diferentes entidades que abriram os centros de coleta, para podermos levá-los para um único lugar; uma parte pode ir de avião e outra parte já está preparando um navio pela Secretaria da Marinha”, declarou Sheinbaum.

Ligue para Delcy Rodríguez

A presidente também se referiu à conversa que teve com a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, sobre a situação após os terremotos. Sheinbaum expressou a solidariedade do México e detalhou que duas pessoas foram resgatadas pela brigada mexicana.

“Falamos em geral sobre a situação na Venezuela, triste o que estão vivendo e sempre a nossa solidariedade, foi o que lhe expressei. O secretário-geral informou-nos que duas pessoas foram resgatadas pela brigada mexicana, há 250 elementos que lá permanecerão”, indicou.

Os 250 especialistas mexicanos continuam buscando e auxiliando nas áreas mais afetadas. O governo mexicano coordena a logística para que os suprimentos cheguem o mais rápido possível.

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Profeco reporta cumprimento de 79% nos preços do diesel

79% dos postos vendem diesel abaixo de 27 pesos; a média é 27,10.

Avanços no preço do diesel

Iván Escalante Ruiz, titular do Ministério Público Federal do Consumidor (Profeco), informou que 79% dos postos de gasolina cumprem o acordo da Estratégia Nacional de Promoção da Estabilização. A meta é vender um litro de diesel por menos de 27 pesos.

Na conferência presidencial, o procurador explicou que o preço médio do diesel no dia 26 de junho é de 27,10 pesos. “No acompanhamento semanal que fazemos desde 10 de maio – quando o Presidente se reuniu com os empresários dos postos – temos este acordo voluntário para que o preço fique abaixo dos 27 pesos”, explicou.

A conformidade é gradual. “Já temos 79% dos postos que vendem por menos de 27 pesos o litro. O preço médio é de 27,10 pesos. Estamos nos aproximando gradativamente da meta”, disse Escalante Ruiz.

O acordo voluntário procura estabilizar o custo do combustível, um insumo fundamental para o transporte e a economia. A autoridade mantém monitoramento semanal para avaliar o progresso.

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