Malagón se lesiona e se despede do sonho de Copa do Mundo

O goleiro do América sofre grave lesão que o afasta da Copa do Mundo de 2026 e deixa vazio no gol azulcrema.

Um golpe baixo para a América e para o México

2026 parece complicado para os Eagles. A lesão de Luis Ángel Malagón não é apenas um problema para o clube, é um duro golpe para o futebol mexicano. O goleiro, figura-chave, sofreu lesões que praticamente o apagam do mapa da próxima Copa do Mundo.

Um sonho que se desvanece na Filadélfia

As imagens eram duras. Nas oitavas de final da Copa dos Campeões da Concacaf, ‘Mala’ caiu. Agora, sem confirmação oficial, fala-se em pelo menos seis meses de distância. Isso significa fora da Copa do Mundo.

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O próprio goleiro expressou isso com o coração na mão. Em suas redes sociais ele escreveu:

“Mago e tristeza com a alma quebrada tentando entender a situação e perguntando por quê? Esse sonho parece estar desaparecendo, mas sei que Deus um dia me dará a resposta.”

Essas palavras machucaram. Eles conectam você à pessoa por trás da luva. Ele não é apenas um jogador lesionado; Ele é um cara que vê a grande oportunidade da sua carreira se esvaindo.

O impacto é duplo. Para o América, eles perdem o goleiro titular em um ano chave. Pela Seleção Nacional, cai um dos três goleiros que pareciam fortes para o torneio em casa.

Estava se preparando para ser seguro. Agora, seu lugar está em dúvida. Enquanto esperamos pelo diagnóstico oficial hoje, quarta-feira, a única coisa clara é o vazio que deixa. Um cara que conquistou o gol com muito trabalho agora terá que mostrar força mental para voltar.

A torcida azulcrema e até os rivais lhe enviaram forças. Essa reação mostra o respeito que ele conquistou. A recuperação será longa, mas se Malagón tem alguma coisa é carácter. O caminho de volta começa agora.

Inglaterra vence Congo e enfrenta México nas oitavas de final

A Inglaterra vence o Congo por 2 a 1 e enfrenta o México nas oitavas de final.

A Inglaterra obteve uma vitória agonizante sobre o Congo (2-1) e garantiu a passagem para as oitavas de final da Copa do Mundo. Harry Kane, com dois gols no segundo tempo, evitou uma grande surpresa e colocou os Três Leões contra o México, duelo acertado no Estádio Azteca.

Retorno inglês

O Congo surpreendeu aos sete minutos com gol de Cipenga, após jogada pela esquerda e chute que bateu Pickford. A selecção africana, 52 anos depois da sua última participação no Campeonato do Mundo (tal como o Zaire em 1974), esteve perto de atingir a marca.

O goleiro congolês Mpasi manteve a liderança com defesas importantes contra Bellingham e Kane. Ele exigiu o máximo da Inglaterra, que não encontrou resposta. Porém, a qualidade individual de Kane fez a diferença.

Aos 75 minutos, Anthony Gordon cruzou da esquerda; Kane cabeceou e, apesar do toque de Mpasi, a bola escorregou no canto inferior. Onze minutos depois, o capitão inglês selou a reviravolta com um chute forte no canto superior, marcando 13 gols em Copas do Mundo e 84 com sua seleção.

“Tratava-se de continuar pressionando e nossa hora chegaria”, declarou Kane. “Conversamos sobre ousar ser o herói. Hoje foi a minha vez.”

O seleccionador do Congo, Sébastien Desabre, lamentou: “Estamos desiludidos. Jogámos bem, mas sofremos duas oportunidades e Kane puniu-nos”.

Estrada para o Asteca

A Inglaterra regressa ao Estádio Azteca 40 anos depois do lendário México 1986, quando Maradona marcou a “Mão de Deus” e o “Gol do Século” frente aos ingleses. Agora, o desafio é o México, que acaba de eliminar o Equador e ganha confiança.

Kane reconheceu o poder do rival: “É hora de aproveitar, recuperar forças e pensar no próximo jogo: contra o México. Será extraordinário”.

A equipa de Thomas Tuchel, criticada pela irregularidade na fase de grupos (duas vitórias, um empate), procura evitar o mesmo destino da Alemanha e da Holanda, eliminadas precocemente. A pressão aumenta à medida que o torneio avança.

“Quando você chega às rodadas de eliminação direta, os riscos são maiores. Mas ofensivamente foi nosso melhor jogo”, concluiu Kane.

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Bélgica alcança maior recuperação em Copas do Mundo até agora

A Bélgica recupera por 2 a 0 nos minutos finais e avança para as oitavas de final.

Retorno histórico em Seattle

A Bélgica eliminou uma desvantagem de dois gols e selou sua vaga nas oitavas de final com um pênalti aos 125 minutos. Foi o último placar da história da Copa do Mundo.

O Senegal liderou por 2 a 0 até os 85 minutos do tempo regulamentar. Gols de Romelu Lukaku e Youri Tielemans forçaram a prorrogação. Tielemans então converteu um pênalti aos 125 minutos para dar a vitória ao seu time.

“Fazer parte desta recuperação é um momento de orgulho porque marquei os dois últimos gols que deram a vitória ao time hoje”, disse Tielemans.

O pênalti veio após uma falta revisada em vídeo nos segundos finais. O técnico do Senegal, Pape Thiaw, evitou polêmica.

“Não quero interpretar a decisão. Todos nós temos interpretações diferentes quando se trata de marcar um pênalti”, disse Thiaw.

A Bélgica é a segunda seleção nas últimas 11 Copas do Mundo a se recuperar de dois gols na fase de mata-mata. A outra também foi a Bélgica, contra o Japão em 2018.

Resultado cruel para o Senegal

O Senegal dominou grande parte da partida. Habib Diarra abriu o placar no primeiro tempo e Ismaïla Sarr ampliou no início do segundo tempo com um golaço. O goleiro belga Thibaut Courtois fez três defesas importantes.

O defesa senegalês Krépin Diatta lamentou o resultado.

“Isso não deveria ter acontecido. Você tem que defender a área. Sofremos, mas temos que continuar. É uma pena”, disse ele.

Lukaku elogiou a reação de sua equipe.

“Este Senegal é uma das melhores seleções do torneio. Tecnicamente, fisicamente e taticamente, foi muito difícil. Mas quando aumentamos a intensidade, nosso espírito de equipe brilhou”, disse ele.

A Bélgica avança para a segunda fase pela terceira vez em quatro Copas do Mundo. Eles enfrentarão os Estados Unidos na segunda-feira, em Seattle. O Senegal, por sua vez, se despede após sólida atuação.

O técnico belga Rudi Garcia reconheceu o mérito do rival.

“O Senegal mereceu vencer. Eles são a melhor nação africana. Eles mostraram-se mesmo contra a França. Eu teria preferido não jogar contra eles”, concluiu.

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Mpasi ofereceu seu corpo à ciência, mas não foi suficiente

Lionel Mpasi parou tudo, exceto Kane. O Congo quase conseguiu uma surpresa contra a Inglaterra.

Uma parede no arco

Atlanta, EUA. — Lionel Mpasi parou quase tudo. Com a mão direita, com a esquerda, até abaixo da cintura. Jude Bellingham abraçou-o respeitosamente enquanto o goleiro estava deitado na grama com a bola segura.

Mas no final, ele não conseguiu vencer Harry Kane. O atacante inglês marcou dois gols nos minutos finais, o da vitória aos 86, na vitória da Inglaterra por 2 a 1 e na classificação para as oitavas de final. Assim, uma das maiores surpresas da história da Copa do Mundo foi interrompida.

“Ofereci meu corpo à ciência”, disse Mpasi com um sorriso irônico. “Sabíamos que Harry Kane é um super atacante e que tínhamos que nos concentrar nele. É uma pena que por duas vezes tenhamos prestado um pouco menos de atenção nele.”

O guarda-redes de 31 anos, nascido em França mas representando o país dos seus pais, terminou com cinco defesas. O mais doloroso aconteceu perto do final do primeiro tempo, quando ele mergulhou para desviar um chute de Kane após cruzamento para o segundo poste. Ele recebeu o impacto entre a cintura e a coxa.

“É meu trabalho ajudar a equipe e fazer defesas”, declarou ele em francês. “Felizmente consegui fazer alguns. Eu adoraria ter impedido os dois que terminaram em gol.”

O Congo já havia feito história ao se classificar para sua segunda Copa do Mundo — a primeira foi em 1974, quando ainda se chamava Zaire e perdeu por 9 a 0 para a Iugoslávia. Desta vez não houve vergonha. Grande parte do crédito foi para Mpasi, ex-atleta de alto rendimento do atletismo na juventude, hoje goleiro de clubes franceses.

“Estou muito orgulhoso: orgulhoso do meu país, orgulhoso da minha equipe”, disse ele. “Lutamos até o final do jogo.”

O desempenho de Mpasi lembrou ao mundo o potencial do futebol congolês. Embora não tenha conseguido a vitória, sua dedicação deixou marcas.

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