Macarena Miguel volta às telas com ‘Terapia de Família’ no GIFF

A atriz combina maternidade e trabalho ao promover seu novo filme em Guanajuato.

Macarena Miguel mostra que maternidade e carreira podem andar de mãos dadas. A atriz apresenta Terapia de Família, comédia dramática dirigida por Mariana González, no dia 25 de julho no âmbito do Festival Internacional de Cinema de Guanajuato (GIFF). As sedes serão a capital de Bajío e San Miguel de Allende.

Uma sessão de fotos em família

A trama acompanha uma mãe que retorna ao México para contar aos filhos algo que mudará a percepção que eles têm dela. O elenco inclui Dominica Paleta, Karla Coronado, Claudio Roca, Rubén Zamora e Daniel Martínez.

“É uma viagem com toda a família. Minha personagem é a de uma mulher independente, louca pela carreira, que está em um relacionamento, mas tem medo disso porque seus pais são divorciados. Ela é uma pessoa forte e determinada que tem que fazer essa viagem por vários lugares como Bali”, diz Miguel.

A filmagem teve um desafio pessoal: a atriz fez o callback quando estava grávida de oito meses e meio. Ela filmou quando seu primeiro bebê tinha três meses. Agora, com uma garotinha de dois meses, ela se prepara para a estreia.

“Filmamos em San Miguel e felizmente meus pais moram lá, eles me ajudaram e meu marido também. (O bebê) De repente, levei-o para o set. O mais difícil para mim foi que por um lado eu estava feliz fazendo o que gosto, mas havia uma certa culpa que nós, mães, geralmente sentimos quando o deixamos.”

A atriz está confiante de que o filme passará por festivais antes de seu lançamento comercial. Por enquanto, o GIFF marca o início desse caminho.

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Pablo Cruz Guerrero: da cinebiografia de Chespirito aos filmes de terror

O ator se transforma em horror ao lado de Mabel Cadena em um filme sobre o delírio de Capgras.

A carreira de Pablo Cruz Guerrero toma um rumo inesperado. Um ano depois de interpretar Roberto Gómez Bolaños na biossérie “Chespirito: pecado querendo amorosamente”, o ator mergulha no cinema de terror.

Junto com Mabel Cadena – a Namora de “Pantera Negra: Wakanda para sempre” – ele estrela “A Mulher que Sonhou Subaquático”, atualmente em pós-produção. A trama acompanha uma família que viaja para se reconectar após a perda do terceiro filho, um recém-nascido. A mãe começa a suspeitar que seus entes queridos foram substituídos por impostores.

“Sou o marido que quer se reconciliar o tempo todo, mas é difícil porque no casal já parece algo que não se pode fazer”, avança Cruz Guerrero. “É um filme de terror em que várias coisas acontecem. É divertido fazer o gênero, especialmente ao lado de alguém como Mabel. Esperamos que possa ser visto no final do ano.”

Uma estreia promissora

O filme é o longa de estreia de Ale García e Carla Sierra. Seu roteiro foi desenvolvido em festivais como Sitges – a mais relevante competição de filmes de fantasia do mundo – e o Fantastic 7 em Cannes, onde recebeu comentários positivos. A história é inspirada na síndrome de Capgras, um distúrbio que leva os pacientes a acreditar que familiares e amigos foram substituídos por duplos; Reconhecem o rosto e as roupas, mas negam a identidade e reagem com hostilidade.

Cruz Guerrero iniciou sua carreira cinematográfica com a comédia “Casi divas” (2008), mas foi um ano depois quando ganhou destaque em “O Estudante”. Sobre as filmagens da biossérie Chespirito – que assistiu apenas uma vez – ele confessa que se sentiu inseguro. Porém, o elenco, que ele chama de “grupo de desajustados”, deu-lhe a sensação de entrega. “Uma vez caracterizados, éramos como uma família”, diz ele.

O ator reconhece que a biossérie abriu portas. Do set ele só tem “alguns alfinetes e mais alguma coisa”. Ele tentou manter o chipote gritando, mas o produtor recusou. “Isso foi para eles”, lembra ele com uma risada.

Hoje as pessoas o reconhecem na rua, mesmo com barba comprida. Sinal de que o trabalho, diz ele, não foi ruim.

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Pedro Sola enfrenta queixa legal por comentários sobre cães

Eles denunciam Pedro Sola por defender o abuso de animais. A organização Vai pelos seus Direitos apresentou uma reclamação formal.

Controvérsia na televisão chega aos tribunais

As declarações do apresentador Pedro Sola sobre os cães em espaços pet-friendly passaram pelo ecrã. A associação Va por sus Derechos apresentou queixa formal à Procuradoria-Geral da República (FGR).

Conforme noticiado nas redes sociais, no dia 10 de julho interpuseram recurso contra Sola e contra os responsáveis ​​por apoiar suas declarações. As acusações são de pedido de desculpas pelo abuso de animais e incitamento público à prática de um crime.

“Não podemos permitir que a violência que continua a ceifar vidas num espaço de alcance nacional seja normalizada”, escreveu a organização no Instagram.

A origem do escândalo

No dia 6 de julho, durante a transmissão do Ventaneando, Sola criticou quem leva animais de estimação para locais públicos. Ele até sugeriu que era preferível envenená-los. Horas depois, ele apresentou um pedido público de desculpas, mas o estrago já estava feito.

Em decorrência disso, circula no Change.org uma petição exigindo a demissão de Pedro Sola e Pati Chapoy, além do cancelamento do programa. A coleta de assinaturas ainda está ativa.

A associação reclamante enfatizou que estas expressões não podem ser ignoradas. “O abuso de animais não é uma piada, não é entretenimento e nunca será aceitável”, afirmou.

O caso está agora nas mãos da FGR, enquanto a comunidade de defesa animal aguarda uma resolução.

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Caifanes emociona 65 mil torcedores com homenagem à seleção mexicana

Caifanes prestou homenagem à seleção mexicana no Estádio GNP com um show emocionante.

Caifanes reanimou a emoção da torcida mexicana no Estádio GNP. Não houve dor, mas sim um orgulho avassalador que invadiu as 65 mil pessoas presentes.

Um “e se?” Ele deu as boas-vindas à banda, que vestiu a camisa da Seleção Nacional de Futebol. Eles começaram com “Aqui não é assim”, música que viralizou nas redes sociais antes da partida das oitavas de final da Copa do Mundo entre México e Inglaterra.

A sala ficou verde. As telas alternavam entre paisagens naturais e fãs que, assim como a banda, usavam roupas nacionais.

“Bem-vindos os corajosos, vocês podem ficar e viver em qualquer lugar do mundo, mas onde você nasceu, sua alma pertence a esse lugar”, disse Saúl Hernández.

Após o gesto da Copa do Mundo, os músicos trocaram as camisetas pelo clássico traje preto e continuaram com “Então não diga que não penso em você” e “Debaixo da sua pele”. A noite combinou o orgulho nacional com o repertório que marcou gerações.

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