Os vencedores ausentes geram polêmica em Ventaneando

A visita dos finalistas do reality gerou mais ausências do que presenças, desencadeando uma tempestade de especulações e críticas nas redes sociais.

A visita que brilhou pelo que não existia

Nesta segunda-feira, numa reviravolta narrativa digna de uma novela de baixo orçamento, o programa Ventaneando recebeu os finalistas do “La Granja VIP”. No entanto, o verdadeiro protagonista do capítulo não foi aquele que falou, mas sim aquele que se destacou pela sua ausência. Para surpresa de absolutamente ninguém que acompanha a novela, Alfredo Adame e Eleazar Gómez, primeiro e segundo colocados do reality show respectivamente, decidiram (ou gentilmente sugeriram a eles) que tinham um plano melhor do que se deixarem questionar pelo painel da noite. Razão? As redes sociais, esse tribunal infalível da verdade, afirmam que tudo se deve ao facto de os apresentadores do programa apoiarem descaradamente “la Bea” e olharem com desdém para os membros da “equipa Muro”. Uau, que choque: um programa de fofocas tomando partido.

O desaparecimento de “o menino de ouro” e “o Eterno” (apelidos que, sejamos honestos, parecem mais produtos de limpeza do que estrelas de televisão) não passou despercebido. Até porque, oh coincidência, os dois grandes finalistas tiveram tempo e vontade de aparecer no “Venga la Alegría” , partilhando o microfone com os seus ex-colegas como Kim Shantal e César Doroteo. Parece que a “alegria” é um ambiente mais propício para os vencedores do que a “janela”.

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O mistério que todos resolveram no Twitter

Durante a entrevista, o “time Cacaraqueo” (que nome mais apropriado para um encontro de ex-participantes de reality shows) instalou-se nos sofás Ventaneando. Foi Kim Shantal quem, com a subtileza de um elefante numa loja de porcelana, lançou a bomba: sugeriu que vários comparecessem por obrigação contratual, não por nostalgia ou afecto. “O que eu sabia, Lupe, é que muitas das pessoas que estavam lá estavam ali apenas por um pedaço de papel, que não tinham nem o desejo nem a intenção”, declarou. Uma frase que, sem nomeá-los, pintou um retrato perfeito do que todos imaginavam: Adame e Gómez assinando seu comparecimento com a mesma emoção com que assinam um cheque ao tesouro.

O mais deliciosamente irônico foi que, durante toda a palestra, ninguém, absolutamente ninguém, fez referência ao triunfo de Adame ou ao vice-campeonato de Eleazar. Foi como fazer uma reunião sobre a Copa do Mundo e não falar do time que ganhou a copa. Essa omissão épica, claro, foi o gatilho perfeito para que os seguidores do reality show, munidos de seus teclados e de sua indignação, assaltassem as redes do programa para perguntar (com gritos digitais) sobre o paradeiro do “time Muro”.

O público faz o papel de detetive (e juiz)

E foi aqui que o programa passou da tela para o Twitter. Os usuários, transformados em pesquisadores de poltrona, foram rápidos em apontar o dedo culpado. O veredicto popular apontou a proprietária do programa, Pati Chapoy – que, para maior dramatismo, também não estava presente na transmissão – como a autora da exclusão. A teoria é que Chapoy, tendo anteriormente demonstrado sua “animosidade” (eufemismo elegante para “ele não engole”) pela personalidade de Adame, teria vetado sua participação. Somando-se à conspiração estava o pouco apoio que o crítico Linet Puente deu a Eleazar durante a competição, contrastando com o apoio unânime e fervoroso que toda a equipe de pilotos professou a “Bea”. Resumindo: o favoritismo, o pecado capital da televisão, teria feito o seu trabalho.

As reações foram uma jóia de sátira social. “Onde estão os verdadeiros vencedores?” alguém perguntou, como se fossem as relíquias perdidas de um templo. “Pati sempre fala sem fundamentos e suas ovelhas só seguem suas ordens”, proclamou outro, demonstrando admirável conhecimento zoológico e de trabalho. “Queremos ver os vencedores e não os perdedores”, exigiu um terceiro, reduzindo a complexidade humana a uma simples dicotomia de realidade. O comentário culminante talvez tenha sido: “Ridículo Pati, se ninguém assiste ao seu programa, muito menos agora”, uma observação que combina crítica com uma análise de classificação implacável. A conclusão geral foi unânime: o programa não suportava que o seu favorito não ganhasse e a sua resposta foi fingir que os vencedores não existiam. Uma estratégia tão madura quanto cobrir o sol com o dedo.

No final, esse episódio deixou mais claro do que nunca que, no show business, às vezes a história não é escrita por quem vence, mas por quem controla o microfone… ou decide desligá-lo. Uma lição de narrativa televisiva onde a omissão falou mais alto do que qualquer afirmação.

Você se divertiu com essa análise contundente do showbiz? Não fique intrigado, compartilhe este artigo em suas redes sociais e provoque um debate tão intenso quanto o dos seguidores de “La Granja”. E se o mundo absurdo dos reality shows te fascina, explore mais nossos conteúdos relacionados para continuar rindo e refletindo conosco.

Gaspi: a homenagem que emocionou 70 mil participantes

Familiares, amigos e 70 mil participantes relembraram o influenciador argentino em Sevilha.

A sexta edição da Noite do Ano, evento de boxe e entretenimento digital de Ibai Llanos, teve um momento que marcou a noite: a homenagem ao streamer argentino Gaspi, falecido no dia 14 de julho em um acidente de helicóptero no Brasil.

Diante de mais de 70 mil pessoas no Estádio La Cartuja, em Sevilha, e milhões online, Ibai interrompeu o show para lembrar seu amigo. “Ele era uma pessoa maravilhosa, com um talento impressionante”, disse o espanhol. A família de Gaspi compareceu ao ringue e o público gritou seu nome. Sua mãe, Michelle, não conteve as lágrimas.

Entre aplausos, Michelle pegou uma das frases do filho: “Dê e não receba”. Ele adaptou: “É melhor dar e fazer com que eles te dêem todo esse amor que você dá”. As luvas que Gaspi usou na quinta edição também foram colocadas na mesa de comentários, quando perdeu para Perxitaa por nocaute técnico no primeiro round, mas foi aplaudido de pé.

Foi projetado nas telas um vídeo com seus momentos mais marcantes: entrevistas de rua, vídeos de comédia e sua participação na Noite do Ano V, onde surpreendeu ao perder 20 quilos antes da luta. Sua dedicação e disciplina permaneceram um testemunho.

Gaspi, cujo nome verdadeiro era Gaspar Prim Díaz, tinha 23 anos. Tornou-se um dos YouTubers mais populares da Argentina por seu estilo irreverente e espontâneo. O acidente ocorreu perto do Rio de Janeiro e também custou a vida do cantor Oliver Tree, 32, e dos cineastas Lucas Vignale e Lucas Brito Chaves. Para muitos presentes, a homenagem foi o momento mais significativo da noite, relembrando o legado de um criador que marcou toda uma geração.

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Renny Harlin e Aislinn Derbez: as estreias da semana

Tubarões e drama mexicano chegam ao outdoor após o fim do futebol.

Depois de quase um mês de jogos de futebol, o público volta aos cinemas com duas propostas opostas: uma de tubarões com cunho de ação e outra de drama mexicano.

Impacto mortal: tubarões e sobrevivência em alto mar

Um voo de Los Angeles para Xangai apresenta defeito e cai no oceano. Os sobreviventes ficam presos nos destroços enquanto tubarões cercam a área. A fuselagem afunda e eles devem decidir se arriscam na água ou esperam lá dentro.

Renny Harlin, que já demonstrou seu talento em Deep Alert e High Speed, dirige este filme. O elenco inclui Ben Kingsley, Aaron Eckhart, Lucy Barrett e Molly Belle Wright. Gene Simmons, fundador do Kiss, é produtor e focado na sonoplastia do acidente.

“Harlin recupera parte de seu antigo vigor na vertiginosa aceleração da violência”, observa o The Hollywood Reporter.

“É um filme sólido e divertido sobre um avião que colide com tubarões. Está muito mais acima na cadeia alimentar do que deveria estar”, acrescenta IndieWire.

Até o fim do mundo: drama profundo com ex-parceiro

Aislinn Derbez e Mauricio Ochmann dividem novamente o set, desta vez em um drama distante da comédia que os tornou famosos em A la mala. A história, que Derbez promoveu durante quase uma década, aborda uma doença grave e um relacionamento amoroso complexo.

A atriz fez terapia antes de concordar em filmar com Ochmann, seu ex-companheiro e pai de sua filha. O filme começa em 1975 e termina dez anos depois. É o filme de estreia de Emiliano Castro Vizcarra.

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Cecilia Suárez é homenageada no GIFF após incidente

Um fotógrafo caiu no palco pouco antes de a atriz receber seu prêmio.

Homenagem com susto

“Em primeiro lugar, gostaria de saber se a pessoa que caiu está bem”, disse Cecilia Suárez ao pegar o microfone no Teatro Juárez. A atriz se referia a um fotógrafo que caiu acidentalmente no fosso do palco de uma altura de cerca de dois metros. Relatórios oficiais confirmaram que ele não sofreu ferimentos.

A noite, porém, foi de celebração. Suárez recebeu a Cruz de Prata da Filmoteca da UNAM, prêmio feito com restos de metal da revelação do filme. Hugo Villa, diretor da Cinemateca, brincou: “Podem te dar 8 mil pesos por isso”.

A atriz de Tampico chegou acompanhada do filho, a quem reconheceu como o seu motor de vida. Ela aceitou que a maternidade torna as mulheres cafonas, lembrando de María Félix:

“Tende-se a pensar que quando se recebe uma homenagem é preciso ter uma certa idade, e tendo a me considerar muito mais jovem do que realmente sou. A trajetória de uma atriz não pode ser compreendida sem esforço coletivo.”

Como ativista, ela levantou a voz em defesa das mulheres, inclusive na ONU. Considerou que em tempos turbulentos só o esforço coletivo ajudará a avançar.

Também falaram no evento Irene Azuela, que confessou que no início teve medo de dividir o cenário com ela, mas uma brincadeira a acalmou, e Ernesto Contreras, seu diretor em Párpados azul e Las Oscuras Primaveras.

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